jan
3
Teste de Temperamento, escolha sua futura profissão

Jovem ou adulto, quando pensamos em escolher a futura profissão, devemos entender que o primeiro passo é olhar para si mesmo. O primeiro passo é olhar para si mesmo. O caminho inverso é utilizado por muitos e grande é a possibilidade de possíveis desilusões.

Para o Guia das Profissões (edminuano.com.br  –   jan/2012) é por meio destes tipos de testes que descortinamos nossos interesses e aspirações, os valores éticos e morais que defendemos e o “mundo” em que preferimos viver, em termos concreto ou abstrato.

Testes de temperamentos vem afirmar uma das preocupações do mundo corporativo na atualidade: comportamento.

“Indicadores de temperamentos são, atualmente, as ferramentas mais utilizadas, em todo o mundo, para que as pessoas possam escolher as futuras profissões. Temperamento é aquilo que chamamos comumente de humor, gênio etc. Psicologicamente, temperamento é algo muito mais profundo do que imaginamos: é o alicerce principal da nossa personalidade. O temperamento inclui a forma favorita de perceber as coisas e de fazer escolhas e, também, de nos relacionarmos com outras pessoas. Temperamentos estão na base dos nossos interesses e aspirações, dos valores que defendemos e da nossa visão de mundo.

As modernas teorias sobre temperamentos surgiram após os estudos do psicólogo suíço Carl Gustav Jung e do lançamento de sua obra “Tipos Psicológicos” (1920). Na década de 1980, as teorias sobre os processos mentais de percepção e de análise e tomada de decisão, que formam a base da Teoria dos Temperamentos, avançaram espetacularmente, graças às contribuições da Neurociência.

Nas últimas duas décadas, neurocientistas norte-americanos revolucionaram o conhecimento sobre temperamentos e talentos (inteligências). Eles comprovaram que o lado superior esquerdo do cérebro é solucionador de problemas, técnico e detalhista, enquanto o inferior esquerdo é planejador, lógico, organizacional e administrativo. O lado superior direito é conceitualizador, sintetizador, imaginoso e holista, enquanto o inferior direito é falante, espiritual, emocional e interpessoal.

O desenvolvimento maior ou menor dessas “áreas” explica por que algumas pessoas são ótimas em ocupações que requerem organização, comando e pensamento estratégico (raciocínio lógico), enquanto outras se destacam pela inteligência emocional, ou pela musical, pela corporal e cinestésica etc.

Os indicadores de temperamento demoraram a ser introduzidos no Brasil. A pedagoga e pesquisadora brasileira Maria da Luz Nunes Preto Calegari criou, recentemente, o IBTA-A (Indicador Brasileiro de Temperamentos para Adolescentes e Adultos), cuja versão para adolescentes está disponível neste site desde 2008. Consta de 13 situações, que possibilitam descobrir a qual dos 4 temperamentos universais o internauta pertence, e quais são as áreas mais indicadas para desenvolver uma carreira bem sucedida.” (Fonte: CIEE , acesso 03/01/12)

Para fazer o teste ACESSE AQUI

 

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jan
2
Palestras para Empresas e Escolas

Leciono em dois colégios particulares, ambos situados em São Paulo

Colunista do  Jornal Gosto de Ler  do Portal Parnanet. Escrevo nas colunas Educação e Empresarial

Escrevo artigos para o site R.H.Com

Colaborador do Blog Banein – Ideias e Investimentos

Projeto de assessoria focado em Treinamento e Desenvolvimento - Empresas e Escolas

Palestras:

Liderança

Trabalho em Equipe

Motivação

Relações Humanas

Gestão de Conflitos

Comunicação

Acredito na aproximação entre filosofia e  empresas. Penso que a filosofia  é uma das ferramentas necessárias para tornarmos o mercado de trabalho mais competitivo. Quando o “pensar”  torna-se meta, horizontes surgem, e passamos a olhar para a organização e para nós mesmos com outros olhares, muda-se o paradigma e todos ganham!

Humanizar as Empresas. Precisamos falar mais de nossos sentimentos… sermos mais humanos, gente de verdade. Empresas… precisam humanizar… talentos são desperdiçados, colaboradores escondem-se atrás papéis que lhe dão segurança… a mudança acontece quando nos damos conta de quem somos, a mudança começa pela liderança. Líderes humanos, e…quipe mais humana. Passar da teoria para a prática esse é o desafio.

Penso que não dá mais para imaginarmos o ser  humano como um predador, lutando sozinho… olhando apenas para si mesmo, com uma certa dose de egoísmo, temos a necessidade de re-pensarmos nossas atitudes. Ninguém é feliz sozinho… sucesso não ocorre por acaso, sempre trazemos alguém conosco. É como a carreira profissional, crescemos quando levamos em consideração o outro. Está na hora de re-educarmos nossas atitudes… educar para a sensibilidade. Uma educação que nos mostre que além de nós existe o outro com quem aprendemos a ser o que somos!

 

 

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dez
9
Fábula para treinamento: Os Quatro Animais

Os bichos da floresta estavam em polvorosa, pois estava aparecendo, por aquelas bandas, terríveis caçadores, que matavam quem encontrasse pelo caminho.

Certo dia estavam reunidos, à margem do lago, um pássaro,  um peixe, um coelho e um pato, conversando sobre o que cada poderia fazer, caso algum caçador aparecesse.

Dizia o pássaro: “- Ah, se aparecer algum caçador, eu voando como um foguete. Com toda a minha força e habilidade, tem como ele me acertar, pois, ninguém consegue voar mais rápido que eu.”

O peixe olhou para o pássaro e comentou: “- Quanto a se esse tal caçador aparecer, eu mergulho no lago e nado como nunca. Com a minha destreza e velocidade, ninguém nada melhor  que eu.”

O coelho, por sua vez, ponderou: “- No meu caso, não tem o que pensar. Corro o mais veloz que puder. Com toda a elasticidade e leveza, vocês acham que alguém me alcançaria?”

O pato, demonstrando um certo ar de superioridade, deu| passo à frente e declarou:

Coitados de vocês, companheiros! Tão  limitados! Se aparecer algum caçador, eu não terei problema pois eu sei fazer tudo isso que vocês dizem que fazem: eu nado, corro  e vôo. No momento certo, utilizo qualquer uma dessas habilidades.”

De repente, surge um caçador e, mais que depressa, o voou, o coelho saiu em disparada e o peixe entrou no lado e bem fundo. O pato, porém, foi apanhado. Literalmente, “pagou o  pato”. Mesmo tendo todas as habilidades dos demais, não tinha desenvolvido nenhuma com excelência.

 Objetivo

Essa fábula é excelente para ser contada logo no início de algum treinamento, onde o propósito seja reciclagem, busca de aperfeiçoamento, melhoria de habilidades, além de ser bastante “coringa”, ou seja, aplicável em situações bem diversas.

Sugestão de Aplicação

Leve o grupo a refletir sobre suas principais habilidades. Como anda sua empregabilidade? Que competências foram adquiridas durante os últimos doze meses? Quando você se ausenta da empresa, em que sua falta é sentida?

Obviamente alguém sempre indagará sobre a necessidade de hoje – ser multifuncional, polivalente. A questão não é fazer bem apenas uma coisa (a era dos especialistas já passou). É necessário que se busque e desenvolva várias habilidades.

Aprendizado

Em que você é excelente?

Experimente fazer essa pergunta pra você. E, avaliando a sua resposta, busque o aperfeiçoamento.

O pato é medíocre nadador, voa com dificuldade e corre pior ainda. Fazer tudo e não ser excelente em nada, é suicídio profissional.

Como sugestão, ainda, aplique a dinâmica-vivência “Competências & Carências”, do livro “Jogos, Dinâmicas & Vivências Grupais”, página 190-Qualitymark Editora – Albigenor & Rose Militão.

Fonte: MILITÃO, ALBIGENOR. Histórias e Fábulas aplicadas a Treinamento. RJ.Ed Qualimark, 2007. p 28-29

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dez
2
A Filosofia e a Felicidade

Por Francisco Renaldo Costa

Desde o nascimento  da filosofia, o  pensamento ocidental têm se preocupado com a  origem da felicidade.

Um dos primeiros a fazer a pergunta “o que é felicidade?” foi Aristóteles, que, de uma maneira típica de filósofos, antes de fornecer uma resposta,  insistiu em fazer uma distinção entre duas perguntas. Sua primeira pergunta foi o que significava a palavra ‘felicidade’… sua origem é  grega:  eudaimonia. Sua segunda pergunta foi onde a felicidade pode ser  encontrada, ou seja, o que é que nos faz verdadeiramente felizes.
Para ele  era inútil tentar responder à segunda questão, sem ter questionado a primeira.

Segundo o filósofo  Epicuro um dos maiores prazeres da vida encontrava-se na amizade. Entende que bons amigos são relativamente fáceis de se  obter, e contribui para um fluxo quase infinito de prazer. Uma grande mansão cheia de luxos, mas vazia de amizade traria menos prazer do que uma pequena casa que é compartilhada com amigos de verdade. Ser feliz para  viver uma vida simples,  buscando experiências que proporcionem prazer (este entendido como ausência da dor e sem excessos , visando  a virtude como guia).

Recordo-me neste momento de Stephen R. Covey em Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, quando faz a distinção entre a Ética da Personalidade (pós Primeira Guerra Mundial), onde a visão básica do sucesso está na personalidade, ou seja, na imagem pública, nas atitudes e nos comportamentos, é uma ética da habilidade e das técnicas que lubrificam o processo de interação humana. Do outro lado Ética do Caráter (150 anos atrás), partindo do pressuposto  os princípios são básicos para uma vida proveitosa, o sucesso e a felicidade acontece quando o indivíduo integra-se a estes princípios.

A felicidade onde está? Ela está dentro (ética do caráter) e não fora (ética da personalidade) dos indivíduos. E desatentos somos … insistimos em fundamentar  a  existência nas aparências, levando-nos para as decepções e frustações. Ser feliz significa vivenciar o momento presente e ser capaz de projetar-se no futuro. Senão fizermos este exercício tudo ficará efêmero.

O que podemos afirmar depois destas considerações: SER FELIZ É SIMPLES,  nós homo sapiens, exageramos em nossa racionalidade, a confundimos com o puro exercício da razão, esquecemos que somos também homo demens (Edgar Morin). Vivemos no labirinto da razão e nos deparamos com o mundo ainda desconhecido dos afetos, da loucura e paixão pela vida, que para sorrir afasta-se da sapiência.

Todo problema está no equilíbrio sapiens e demens.  A verdadeira felicidade encontra-se no cotidiano, não acima da razão e distante da emoção. O equilíbio é a palavra chave para vivenciarmos a verdadeira felicidade.

Um filósofo que deixou muito claro esta relação foi Friedrich Wilhelm Nietzsche. Nele, encontramos o ideal de ser humano  entre Apolo (deus da beleza, harmonia, equiíbrio, ordem) e Dionísio (deus do vinho, alegria, paixão, caos). Somente Apolo correremos o risco de não sorrir para a vida. Apenas Dionísio viveremos o impulso desordenado.

A vocês queridos leitores, amigos, alunos… sejam felizes!!!!!!!!!!! Sempre!!!!!

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dez
2
As Crianças são os verdadeiros filósofos!

Por Francisco Renaldo da Costa

Para falar a verdade, são as crianças os verdadeiros filósofos! Com elas aprendemos que perguntar é importante, a capacidade de duvidar… admirar-se e espantar-se com o mundo que nos cercam são elementos fundamentais para entrarmos no mundo da filosofia, diga-se, pensamento crítico! É uma pena mas com o tempo vamos nos acostumando com este mundo e as respostas ganham sua importância, isto quando não “matamos” a filosofia que está em nossas crianças(e em nós mesmos)! Sejamos sinceros, para muitos é  mais cômodo permanecer em nosso mundinho, perfeito” e “organizado”. Ensinaram para nós que a acomodação é essencial para vivermos bem!!

 

 

 

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nov
8
Filosofia para Crianças: Valores e contravalores

Há valores situados fora do tempo e do espaço, como a paz, a justiça, a generosidade, o diálogo, a sinceridade, etc. Já nos diálogos de Platão vamos descobrir a discussão destes mesmos valores, o que vem corroborar a afirmação que principia este parágrafo.

Descobrir, incorporar e realizar estes valores positivos deve ser, pois, uma das tarefas básicas da filosofia para crianças e adolescentes.

Devemos começar pensando: “Quais os critérios para se viver em sociedade?”

Veremos que temos:

- o sentimento de crítica que nos permite analisar a realidade;

- o sentimento de alteridade que nos permite sair de nós mesmos para estabelecer relações com o outro;

- o conhecimento e o respeito pêlos direitos humanos, que nos traz harmonia;

- o compromisso pessoal e o espírito de responsabilidade para que os outros critérios não caiam no vazio.

O que é um valor?

Algo que estimamos, a convicção de que alguma coisa é boa ou ruim (contravalor). A organização destas convicções vai se fazer em nós, através dos valores dos pais, dos educadores, da religião e da so­ciedade, durante o nosso processo de desenvolvimento.

De onde vêm os valores?

 A filosofia vai contribuir para que estes valores já estabelecidos se­jam passados pelo crivo da razão e   ajuda-nos a definir, com clareza, os objetivos de vida e assumir, livremente, valores autênticos que evidentemente  ajudarão a aceitar e amar como é, facilitando uma relação equilibrada com o outro, com a vida e com o mundo.

Fonte: Do livro Filosofia para Crianças e Adolescentes.  Autora: Maria Luis S. Teles. Ed Vozes

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nov
8
Filosofia e Poesia: Recomeçar

RECOMEÇAR

Não importa onde você parou…

em que momento da vida você cansou…

o que importa é que sempre é possível e

necessário “Recomeçar”.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…

é renovar as esperanças na vida e o mais importante…

acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?

foi aprendizado…

Chorou muito?

foi limpeza da alma…

Ficou
com raiva das pessoas?

foi para perdoá-las um dia…

Sentiu-se
só por diversas vezes?

é porque fechaste a porta até para os anjos…

Acreditou que tudo estava perdido?

era o início da tua melhora…

Pois é…agora é hora de reiniciar…de
pensar na luz…

de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal

Um corte de cabelo arrojado…diferente?

Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a

pintar…desenhar…dominar o computador…

ou qualquer outra coisa…

Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de
meu Deus te esperando.


se sentindo sozinho?

besteira…tem tanta gente que você afastou com o

seu “período de isolamento”…

tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu

para “chegar” perto de você.

Quando
nos trancamos na tristeza…

nem nós mesmos nos suportamos…

ficamos horríveis…

o mal humor vai comendo nosso fígado…

até a boca fica amarga.

Recomeçar…hoje é um bom dia para começar
novos

desafios.

Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o

melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim

trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…

coisas pequenas teremos…

já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente

lutarmos pelo melhor…

o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da faxina mental…

joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho

de coisas tristes…

fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de

cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos

quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie
seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos
apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de
contas… Nós somos o “Amor”…

” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do

tamanho da minha altura.”

( CarlosDrummond de Andrade )

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nov
2
Filosofia com Filmes: O fabuloso destino de Amélie Poulain

Título
original: (Le Fabuleux Destind’Amélie Poulain)

Lançamento: 2001 (França)

Direção:Jean-Pierre Jeunet

Atores:Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz,  Rufus, Yolande Moreau.

Duração: 120 min

Gênero: Comédia

Análise do filme

Questões que podem ser trabalhadas pelo o educando:

O tempo;

O espaço;

O acontecimento das coisas;

As manias pessoais;

Os sentidos e os significados;

A vida;

O psicológico;

O medo;

O cotidiano;

A solidariedade, etc.

O filme começa mostrando a questão do tempo e do espaço. Independentemente de qualquer coisa, é o tempo que passa sobre a natureza e sobre a vida da das pessoas. Acontece de tudo no decorrer do tempo
independentemente de qualquer for o espaço.

As pessoas também estão inseridas no tempo e no espaço, e muitas vezes não percebem ou não dão contas sobre o que esta acontecendo, nem com o mundo externo e nem mesmo com suas próprias vidas. Elas são tomadas pelo movimento contínuo do tempo no espaço que e por isso não são notados de conceber uma compreensão clara sobre o mundo externo e a si mesmas.

Por outro lado, podemos também notar que há pessoas que acabam sendo envolvidas por situações simples, mas que vivida por determinadas pessoas torna-se como que algo que trazem muitas satisfações. Que são os casos das manias pessoais. Manias essas que são praticadas como que algo para alcançar a satisfação própria da vida, num cotidiano comum na vida das pessoas. O que percebemos é que as pessoas que tem essas manias gostam muito de viver suas manias. Porem, o que parece é que a satisfação que essas pessoas têm não são num sentido mais abrangente com a vida, isto é, de ter maior dimensão para com o mundo, de ter uma melhor compreensão de tudo aquilo que esta envolvido, de ter uma maior felicidade, de ter melhor convívio com as outras pessoas, de estar aberto ao mundo externo e aos outros. Percebemos também que estas manias muitas vezes são restritas a sentidos próprios a vida das pessoas que as vivem,
não havendo uma relação maior com o mundo externo é como que o “resto” exterior não tem importância, e ao mesmo tempo em que aqueles que estão no mundo externo parece não notar a satisfação vivida daquelas pessoas que vivem suas manias.

Outra questão muito perceptível no filme é a questão dos sentidos, isto é, o significado que damos as coisas, também há questão do sentido da vida com a afetividade. Percebe-se a presença da questão vida em vários momentos porem sobre a vida mão se tem os cuidados para o melhor convívio, muitas são os que não tem a compreensão sobre os sentidos e significado das coisas, com isso cria-se a noção do medo e as pessoas passam a viver com isso. O medo mostrado no filme não é simplesmente o medo de o homem de
preservar sua vida perante as diversas situações que o meio natural lhe impõem, isto é, o medo segundo a psicologia pode ter propósitos diferentes por um lado serve para preservação natural do homem, e por outro lado o medo é o provocador nos homens de insegurança por não compreender a vida, o medo de tentar coisas novas, o medo da própria “vida” por não saber o que pode acontecer. O filme mostra muito bem o medo da insegurança das pessoas.

O filme é um grande instrumento para despertar nos educandos o interesse par a reflexões aqui apontadas como também possibilitam trabalhar outros temas inclusivel. O importante é que os professores preparem
as condições favoráveis para o educando desenvolver suas habilidades analíticas e reflexivas.

Trabalhar um bom filme é possível incentivar os educandos a buscarem as varias questões que podem ser trabalhas para que possam a partir dos assuntos encontrados possam analisa-los refletir sobre eles e até se
possível for fazer criticas para transforma-los. Para isso penso que o professor de se preparar com antecedência como por exemplo:

- preparar a sala de exibição com antecedência;

- fazer com que os alunos percebam qual é a “visão” do assunto que o diretor pretendeu passar no filme;

- o professor pode pedir aos educandos que levantem temas ou assuntos tratados no filme;

- um trabalho continuo do professor, deve explicar que o filme tem que ser “lido” e interpretado;

- refletir com os alunos as representações e signos ou emblemas usados nos filmes porque para compreendê-los temos que conhecer sua linguagem ou decodificar seus elementos narrativos;

- os professores devem contextualizar os filmes utilizados, para os educandos.

A discussão analítica descrita sobre o filmo é apenas uma amostra superficial as questões que podemos trabalhar junto aos educandos e também as sugestões dadas poderão ser acrescidas de outras que o professor considere importante ser trabalhada durante o processo de ensino-aprendizagem.

 Fonte: Texto produzido para o projeto Filosofia e Vida, Curso da Unicamp com o Governo do Estado de SP, 2006.

 

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set
14
WebQuest: Geração Y
Como afirma Heráclito (filósofo pré-socrático aprox. 540 a.C. – 470 a.C.) “O homem não entra duas vezes no mesmo rio, da segunda vez á não é o mesmo homem e nem o mesmo rio” , na verdade “tudo flui”. Significa então que tudo é devir, movimento, mudança. E vocês jovens da Geração Y… cidadãos do século XXI estão preparados para estas mudanças? Ou melhor, entendemos o que se passa em nossa sociedade veementemente tecnológica?  Precisamos adaptar-nos, mudar nossos paradigmas, compreender  o devir tecnológico  para  elaborarmos estratégias  (diga-se aqui, em todas as áreas do ser humano: profissional, familiar, espiritual, relações…) que melhor nos realize como pessoas e não como máquinas, auxiliando-nos na busca da felicidade que é tornar-se cada vez mais humano!
Para conhecer mais sobre esse WebQuest clique no link abaixo ou na imagem!
WebQuest: Geração Y

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ago
26
As 11 regras de Bill Gates

Esta é uma dessas mensagens que se espalham  por aí nos e-mails, redes sociais e sites.

O que importa é o conteúdo da mensagem. Vale a pena pensar um pouco.

Começemos…

Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra.

Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens.

Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero.

Eis o que ele proferiu que ficou conhecida como suas  famosas regras.

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2.  O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres.Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinhoou  a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns
babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um
deles.

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ago
22
Parábolas de Gestão VII: Salvo pela Gentileza

Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.

Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.

Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara.

Bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu, todos já

haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.

Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.

De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:

Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho ?

Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados

entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta

ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.

Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.

Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.

Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei…

Será que você seria salvo?

*** Gentileza, gera gentileza, já dizia o profeta.

Autor Desconhecido

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ago
8
As vantagens do estudo da lógica

 

Há duas vantagens principais conferidas pelo estudo da lógica. Primeiro, o indivíduo com conhecimento de lógica tem mais facilidade em organizar e apresentar suas ideias. Ele distingue entre o essencial e o não essencial, usando raciocínio claro e coerente para transmitir suas conclusões às outras pessoas. O uso da lógica na pesquisa facilita a fundamentação nas conclusões das investigações, nos dados obtidos, aumentando-se assim tanto a inteligibili­dade do relatório quanto a credibilidade das conclusões. Além disso, a lógica ajuda o indivíduo a aprimorar seu raciocínio, ao refletir sobre suas ideias.

Segundo, a lógica facilita a análise das ideias apresentadas por outros. O não iniciado frequentemente se perde em argumentos complexos e, mesmo em casos mais simples, confunde as premissas e as conclusões, rejeitando ou aceitando argumentos através de reações não bem refletidas. Não questiona­mos a naturalidade nem a importância de reações emocionais em diversas situações, inclusive como elementos importantes na argumentação. Às vezes, os sentimentos, emoções e percepções subjetivas de indivíduos devem ocupar um lugar central na argumentação. Muitas vezes, porém, a maneira pela qual se resolve questões reflete uma influência excessiva e negativa do envolvimento psicológico do indivíduo, o que pode levar a posições irrefletidas e distorcidas.

O principiante de lógica frequentemente contesta ideias não fundamentais num argumento e questiona casos apresentados para servirem apenas como exemplos ilustrativos que poderiam ser perfeitamente substituídos por outros, sem afetar basicamente a estrutura do argumento. Como no jogo de xadrez, o iniciante não tem uma visão clara da estrutura do jogo e do significado dos movimentos do outro, atacaiïdo peças protegidas e deixando de enxergar os pontos fracos – fazendo o que o grão-mestre enxadrista Bobby Fischer cha­mava de “empurrar os toquinhos” -, o neófito em argumentação deixa de compreender a estrutura subjacente às afirmações dos argumentos, tratando cada afirmação como uma
ideia isolada.

O pensador com experiência em argumentação, entretanto, reduz as ideias ao seu essencial, sabendo que, muitas vezes, um discurso de meia hora pode ser resumido em 5 ou 6 frases que “captam” aquilo que o falante argu­mentou. Quem tem essa capacidade terá muito mais facilidade em debater as ideias apresentadas e, se discordar de algumas delas, saberá refutá-las ao invés de atacar cegamente o argumento todo de uma vez.

Fonte: Artigo do Livro Senso Crítico, do dia-adia às ciências humanas. David W   Carraher. Ed Cengage Learnin.

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