abr
28
Atenção alunos do 1EMA do Colégio Bom Jesus!!

  • Conforme combinamos hoje em sala, vocês Devem fazer uma ATIVIDADE 2: O MITO DA CAVERNA, até o dia 30 de abril (sexta-feira)!
  • Se Você tem dúvidas de como fazer uma postagem na atividade, veja no Arquivo do Blog de fevereiro uma postagem com o título: Como fazer um nas atividades Comentário (é só clicar!).
  • É sempre bom lembrar, vocês apenas Devem fazer uma postagem no Blog, não é nada para entregar por escrito e sempre sala e colocar seu nome na postagem e em seguida uma sigla BJ, por exemplo: Francisco 1EMA-BJ.
  • Para encontrar essa atividade procurem-na no Arquivo do Blog (08 de março).
  • Não esqueçam: essa atividade ajuda soma da média de vocês.

 

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abr
21
O que é o Amor?
  Por Francisco Renaldo Costa
DICIONÁRIO DE FILOSOFIA…
Este termo remete para uma pluralidade de sentimentos que diferem tanto pelo seu objeto (amor maternal, amor da pátria…) como pela sua finalidade (do desejo sexual ao «amor puro» dos teólogos que, totalmente desinteressado, visa o próprio Deus). Tentando um ponto comum, poderíamos encontrá-lo numa tendência de se unir com o outro, isto é, de o possuir de modo contínuo, ou formar um todo com ele (ex.: “amor a Deus”) — ou no facto de levar o sujeito para um «objeto» considerado como «bom».

Freud (cfr. Eros) mostra que a sexualidade está no fundo de todas estas manifestações, mas com isso ele não faz mais do que retomar uma tradição filosófica: já Empédocles via no amor sexual (ou «concórdia») o princípio de união momentânea dos elementos do Mundo; no Banquete Platão (para quem o amor é aspiração ao belo e ao bom, isto é, ao absoluto; o amor é por excelência o motor da filosofia, definida à partida como «amor à sabedoria») assinala-a como o ponto de partida das formas mais intelectualizadas ou místicas do amor; os escolásticos vão isolá-la sob a designação de «amor de concupiscência» para o opor ao «amor de benevolência» o único que, a seus olhos, tem um alcance moral.
Afirmando que o amor é a principal motivação da filosofia (O Banquete), Platão descobre o lugar central deste conceito. Mas convém distinguir cuidadosamente o amor egoísta e possessivo que persegue o outro como um objecto a devorar (“o amante ama o amado como o lobo ama o cordeiro”, escreve Platão) e o amor autêntico que liberta do sofrimento e do
desejo e conduz a alma ao banquete divino. Pois o amor verdadeiro – rapidamente saciado pelos alimentos sensíveis – só pode ser satisfeito pela contemplação, para além do belo, do verdadeiro e do bem.
A tradição filosófica retomará de um modo geral esta oposição entre o amor e o egoísmo (cf. Leibniz: «Amar é regozijar-se com a felicidade de outrem»), entre o amor-paixão (egoísta) e o amor-acção (altruísta) — desde os
estóicos que condenam sem apelo o amor-paixão, a Kant que (distinguindo duas formas de amor: o amor patológico, ligado à nossa sensibilidade e interesse, e o amor prático, preocupação verdadeira e desinteressada pelo bem do outro) demonstra que só o “amor prático” é moralmente aceitável, enquanto o “amor patológico” (impossível de controlar) é desatino e desprezo pelo outro. Todavia é possível pôr em causa esta dicotomia e defender “que existe entre a consciência moral e a consciência amorosa uma afinidade secreta” (Alain Finkiekraut, La Sagesse de l’amour)”.
(texto construído a partir do Dicionário Prático de Filosofia e do Dicionário de Filosofia de G. Durozoi e A. Roussel)
 
O AMOR SEGUNDO DRUMMOND…

Fonte do vídeo: Youtube

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abr
9
O último discurso

“Sinto, mas não quero ser imperador, não é meu trabalho. Não pre­tendo governar nem conquistar nada. Gostaria de ajudar – se fosse possível – a judeus e gentios, negros e brancos.
Todos desejamos ajudar-nos. Os humanos são assim. Queremos vi­ver para a felicidade dos outros e não para fazê-los desgraçados. Por que tenderíamos a odiar e a menosprezar? Neste mundo há lugar para todos. A Terra, que é generosa e rica, pode abastecer todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, mas, apesar de tudo, nos termos perdido. A cobiça envenena a alma dos homens… levanta muralhas de ódio no mundo… está fazendo avançar a miséria e a morte. (…)
Não necessitamos de máquinas sem humanidade. Não necessitamos de inteligência sem amor e ternura. Sem estas virtudes tudo é violên­cia e tudo se perde. (…)
Neste momento a minha voz chega a milhões de pessoas de todo o mundo… milhões de desesperados, homens, mulheres, crianças, vítimas de um sistema que tortura os humanos e encarcera os inocentes. (…)
Me escutas? Onde estiveres, levanta os olhos! Podes ver? O sol rompe as nuvens que se espalham! Saímos da obscuridade e vamos à luz! En­tremos em um mundo novo, em um mundo melhor, em que os homens estejam acima da cobiça, do ódio, da hostilidade! Olha para cima.
A alma dos homens conseguiu asas e já começa a voar. Voa até o arco-íris, até a luz da esperança. (…)
(Charles Chaplin, em “O último discurso”, de O grande ditador)

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abr
4
Atividade 4: Brasil e Wal Disney
Assista ao Desenho Animado feito pela Disney onde o tema central é a Música Aquarela do Brasil (também conhecida como “Aquarela Brasileira”) é uma da mais populares canções brasileiras de todos os tempos, escrita pelo compositor mineiro Ary Barroso em 1939.

(fonte: http://2.bp.blogspot.com/)

É só clicar no link:

http://www.youtube.com/watch?v=Py1XwF6k_rY

Agora é com você:
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O critério de avalição é pessoal e não precisa justificar sua nota.

Data limite para a postagem: 11 de abril.

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