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Atividade de Filosofia: Ética e Moral

Relacione os textos e elabore uma reflexão a partir dos estudos em sala de aula.
*Não esqueça de contextualizar e produzir argumentos para expor seu ponto de vista.
TEXTO 1

Ética e Moral
O que é ética, o que é moral? É a mesma coisa ou há distinções a serem feitas? Há muita confusão a respeito disso. (…) Na linguagem comum, do cotidiano, e mesmo culta, ética e moral são sinônimos. Assim dizemos: “aqui há um problema ético” ou “um problema moral”. Com isso emitimos um juízo de valor sobre alguma prática pessoal ou social, ou seja, afirmamos se essa prática é boa, má ou duvidosa. Isso é emitir um juízo de valor. Mas, aprofundando a questão, percebemos que ética e moral não são sinônimos. A moral trata (…) dos costumes, hábitos e valores aceitos por uma determinada sociedade. Por isso, não é correto afirmar que exista uma única moral e sim várias, pois ela muda de acordo com a cultura de uma determinada sociedade. (…) Sendo assim, o que é moralmente aceito em uma sociedade pode não ser em outra. (…) No caso da ética, pode-se afirmar que ela é parte da filosofia. O que significa essa afirmação? Significa dizer que ela está pautada em princípios e valores que orientam pessoas e sociedades. Nesse caso, a ética analisa e questiona a conduta humana. A ética faz as seguintes perguntas: isto é correto? Isto é justo? Esta prática está de acordo com o bem comum? Ela é como se fosse um juiz que vai dar a sentença entre aquilo que está correto ou não. Nesse caso, uma pessoa é ética quando se orienta por princípios e convicções que não agridem o bem-estar da sociedade, pois enriquecem a vida em grupo. Dizemos, então, que essa pessoa é ética, pois tem caráter e boa índole.
Fonte: http://alainet.org/active/4005&lang=es

TEXTO 2

Fonte: Blog Sorriso Pensante -http://ivancabral.blogspot.com/2007/06/charge-ou-cartum.html

É sempre bom lembrar, vocês devem apenas fazer a postagem no Blog, não é para entregar nada por escrito e colocar seu nome e série na postagem, por exemplo: Francisco 8A.

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ago
29
Já pensou em "fazer" Filosofia?
Filosofia
É a prática de análise, reflexão e crítica na busca do conhecimento do mundo e do homem. O filósofo dedica-se a investigar e a questionar com profundidade e rigor metodológico a essência e a natureza do Universo, do homem e de fatos. Estuda as grandes correntes do pensamento e a obra dos filósofos. Faz reflexões sobre questões éticas, políticas, metafísicas e epistemológicas, além de buscar compreensão teórica de conceitos, como os de espaço, tempo, verdade, consciência e existência. Desenvolve pesquisas, dá aulas e presta consultoria para instituições científicas, artísticas e culturais. Também está habilitado a implantar projetos educacionais em escolas e empresas.
O mercado de trabalho
O mercado de trabalho é promissor. Com o interesse do público leigo por cursos livres de filosofia e áreas afins, aumenta a demanda pelo profissional em centros culturais de grandes metrópoles, como a Casa do Saber, de São Paulo (SP), e o Sophia +, de Brasília (DF), onde o filósofo encarrega-se de organizar e ministrar cursos. Apesar desse nicho em ascensão, a maior parte dos formados ainda atua como professor em faculdades e escolas de ensino médio e fundamental. A área de educação está aquecida, pois desde 2007 entrou em vigor uma lei federal que torna a filosofia disciplina obrigatória em todas as escolas públicas e privadas de ensino médio do país. Em São Paulo, as ofertas de trabalho com maior remuneração estão nas faculdades particulares, para lecionar em cursos como Administração, Direito, Ciências Sociais, Jornalismo e Medicina. Para isso, no entanto, é necessário ter pós-graduação. Há oportunidades ainda em alguns órgãos públicos, em ONGs voltadas para a área social e em complexos complexos hospitalares para atuar geralmente como consultor ético. Empresas de recursos humanos ou com investimento em projetos culturais também costumam contratar filósofos para realizar palestras ou prestar consultoria.
O curso
Prepare-se para ler e escrever muitas dissertações e monografias, além de participar de seminários e palestras. É preciso mergulhar de cabeça em obras de mestres como Platão, Kant e Hegel. No primeiro ano, o currículo é baseado em matérias mais básicas, nas quais você estuda introdução à filosofia e filosofia geral. No decorrer do curso entram as disciplinas temáticas, como história da filosofia (antiga, medieval, moderna e contemporânea), lógica, teoria do conhecimento, filosofia da ciência e da linguagem, estética, filosofia da arte, ética e filosofia política. É obrigatória a apresentação de um trabalho de conclusão ao final do curso.
Duração média: quatro anos.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.uol.com.br

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ago
28
Quem são os filósofos?
Os filósofos partem do princípio que o homem vive em busca da “verdade”. “Seu ‘conhecer’ é criar, seu criar é legislar, sua vontade de verdade é – vontade de poder”. (F. Nietzsche).Já Platão acredita que “são filósofos aqueles capazes de atingir o que sempre existe de maneira imutável” . Para o senso comum “todos filósofos são loucos”. E talvez tenham razão, sim são loucos porque transgridem.. para eles o mundo não é tão normal como pensamos ser. Outros não gostam de rodeios, “filósofos são aqueles que estudam filosofia”. A verdade que existem uma variedades de respostas. Abaixo alguns pensamentos de filósofos e não-filósofos, que podem nos auxiliar nesta empreitada!
“O esforço dos filósofos tende a compreender o que os contemporâneos se contentam em viver.” (Friedrich Nietzsche)
“Nos dias de hoje existem professores de filosofia, mas não filósofos.”(Henry Thoreau)
“A razão dos filósofos é muitas vezes tão extravagante como a imaginação dos poetas.” (Marquês de Maricá)
“Quando um filósofo completa uma resposta, já ninguém se lembra qual foi a pergunta.” (André Gide)
“Os filósofos são mais anatomistas que os médicos: dissecam, mas não curam.” (Antoine Rivarol)
“O esforço dos filósofos tende a compreender o que os contemporâneos se contentam em viver.” (Friedrich Nietzsche)
“Aproximo-me suavemente do momento em que os filósofos e os imbecis têm o mesmo destino.” (Voltaire)
“O erro máximo dos filósofos foi pretender sempre que os povos filosofassem.” (Marquês de Maricá)
“A obscuridade e a prolixidade de certos filósofos lhes conferem uma aura de superioridade intelectual.” (Valter da Rosa Borges)
“Os filósofos limitaram-se a interpretar o mundo de diversas maneiras; o que importa é modificá-lo.” (Karl Marx)
“Não existe maior indício de ser pouco filósofo e pouco sábio do que desejar uma vida inteira de sabedoria e filosofia.” (Giacomo Leopardi)
“Para muitas pessoas, os filósofos são noctívagos inoportunos que as perturbam durante o sono.” (Arthur Schopenhauer)
“É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos.” (Aristóteles)
“Não há filósofo que seja filósofo a todo instante.” (Ralph Waldo Emerson)
“A admiração é própria da natureza do filósofo; e a filosofia deriva apenas da estupefação.” (Platão)
“Os filósofos que acreditam na lógica absoluta da verdade nunca tiveram de travar uma discussão cerrada com uma mulher.” (Cesare Pavese)
“Estou plenamente de acordo com o filósofo que afirma ser o homem o parasita do boi.” (Jean Baptiste Alphonse Karr)
“Ser filósofo não significa escrever, significa viver.” (Felix Timmermans)
“O filósofo observa e medita. É um espelho que pensa.” (Abílio Manuel de Guerra Junqueiro)
“Não há nada de tão absurdo que não saia da boca de algum filósofo.” (Cícero)
“O bom filósofo é mau cidadão.” (Napoleão Bonaparte)
“Não é a barba que faz o filósofo.” (Thomas Fuller)

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ago
28
Recado para a 6a.B e 6a.C – ENSA
Conforme combinamos em sala ontem vamos fazer uma atividade onde possamos dar continuidade à nossa reflexão sobre Sócrates, que é considerado o Pai da Filosofia.

O que faremos? É fácil!

1. Leia o Post: Quem foi Sócrates? ( é o artigo que segue logo abaixo). Para ler todo texto, clic em LEIA MAIS.

2.Escolha três idéias que você considere importante e comente.

3.Os comentários devem ser feitos no próprio Blog.

É sempre bom lembrar, vocês devem apenas fazer a postagem no Blog, não é para entregar nada por escrito e colocar seu nome e série na postagem, por exemplo: Francisco 6B.
Importante: essa atividade deverá se realizada até o dia 24 de setembro

Está em duvida?
Não sabe como fazer os comentários?

Siga as instruções abaixo:

Se você está com dificuldades em postar um comentário nas atividades, siga as instruções abaixo:
1. Leia a atividade proposta2.No final da atividade você verá o ícone:

5. Digite o seu comentário

6.Na opção COMENTAR COMO, escolha NOME/URL

7.Abrirá uma nova janela

8.Digite seu nome e série*No espaço destinado a URL, você não precisa digitar nada

9.Pronto é só clicar em POSTAR COMENTÁRIO

Um abraço!

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ago
25
Quem foi Sócrates?
…Vamos voltar à nossa filosofia. Já vencemos a primeira parte do curso. Refiro-me com isto à filosofia da natureza, que significou uma verdadeira ruptura com a visão mitológica do mundo. Vamos conhecer agora os três maiores filósofos da Antigüidade: Sócrates, Platão e Aristóteles. Esses três filósofos, cada um a seu modo, marcaram profundamente a civilização européia.
Os filósofos da natureza são freqüentemente chamados de pré-socráticos, pois viveram antes de Sócrates. É verdade que Demócrito morreu alguns anos depois de Sócrates, mas todo o seu pensamento está inserido no universo da filosofia natural pré-socrática. Isto porque Sócrates representa um divisor de águas não apenas do ponto de vista temporal. Nosso ponto de referência geográfico também se altera agora. É que Sócrates foi o primeiro filósofo nascido em Atenas e tanto ele quanto seus dois sucessores viveram e atuaram em Atenas. Talvez você se lembre que Anaxágoras também viveu algum tempo em Atenas, mas foi banido da cidade porque considerava o Sol uma esfera incandescente (Sócrates também não viria a ter um destino mais feliz!).
A partir da época de Sócrates, Atenas passou a constituir o centro da cultura grega. Mais importante ainda do que isto é observar que, quando passamos dos filósofos da natureza para Sócrates, verificamos também uma mudança essencial em todo o projeto filosófico.
Antes de conhecermos Sócrates, vamos falar um pouco sobre os chamados sofistas, que em sua época eram a marca registrada de Atenas.
Que se abram as cortinas, Sofia! A história do pensamento é um drama de muitos atos.
QUEM FOI SÓCRATES?
Sócrates (470-399 a.C.) talvez seja a personagem mais enigmática de toda a história da filosofia. Ele não escreveu uma única linha e, não obstante, está entre os que maior influência exerceram sobre o pensamento europeu. Seu fim trágico talvez seja o que o tornou famoso até mesmo entre os que conhecem pouco de filosofia.
Sabemos que Sócrates nasceu em Atenas e que ali passou toda a sua vida, sobretudo nas praças dos mercados e nas ruas, onde conversava com toda a sorte de pessoas. Sócrates dizia que a relva e as árvores do campo não podiam lhe ensinar nada. E ele era capaz de ficar horas parado, totalmente mergulhado em pensamentos.
Enquanto viveu já era visto como uma pessoa enigmática e logo depois de sua morte foi considerado o fundador das mais diversas correntes filosóficas. E justamente porque era tão enigmático e porque o que dizia podia ser interpretado de diferentes formas é que correntes filosóficas tão diferentes puderam reivindicá-lo como o precursor de seus princípios.
Uma coisa é certa: Sócrates era feio de doer. Era baixo e gordo, tinha olhos que pareciam querer saltar das órbitas e o nariz arrebitado. Mas seu interior era “absolutamente maravilhoso”, conforme diziam. E mais: diziam que se poderiam vasculhar o presente e o passado e não se encontraria ninguém comparável a ele.
Apesar disso, Sócrates foi condenado à morte por sua atividade como filósofo.
Conhecemos a vida de Sócrates sobretudo através de Platão, seu discípulo e também um dos maiores filósofos da história.
Platão escreveu muitos Diálogos, ou conversas filosóficas, nos quais Sócrates aparece.
Quando Platão dá a palavra a Sócrates, não podemos afirmar com toda a certeza que foi Sócrates quem realmente disse tais palavras. Por isso não é fácil separar os ensinamentos de Sócrates dos de Platão. O mesmo problema vale também para muitas outras personalidades da história que não nos legaram uma obra escrita. O exemplo mais conhecido é o de Jesus Cristo. Não podemos saber ao certo se o “Jesus histórico” realmente disse o que Mateus ou Lucas dizem que ele disse. Assim, será para sempre um mistério o que o “Sócrates histórico” realmente disse.
Apesar disso, não é muito importante saber quem Sócrates “realmente” foi. É sobretudo a imagem que Platão pintou dele que inspira o pensamento ocidental há quase dois mil e quatrocentos anos.
A ARTE DO DIÁLOGO
O ponto central de toda a atuação de Sócrates como filósofo estava no fato de que ele não queria propriamente ensinar as pessoas. Para tanto, em suas conversas, Sócrates dava a impressão de ele próprio querer aprender com seu interlocutor. Ao “ensinar”, ele não assumia a posição de um professor tradicional. Ao contrário, ele dialogava, discutia.
Mas Sócrates não teria se tornado um filósofo famoso se apenas tivesse prestado atenção ao que os outros diziam. E é claro que também não teria sido condenado à morte por causa disso. Geralmente, no começo de uma conversa, Sócrates só fazia perguntas, como se não soubesse de nada. Durante a conversa, freqüentemente conseguia levar seu interlocutor a ver os pontos fracos de suas próprias reflexões. Uma vez pressionado contra a parede, o interlocutor acabava reconhecendo o que estava certo e o que estava errado.
Dizem que a mãe de Sócrates era parteira, e o próprio Sócrates costumava comparar a atividade que exercia com a de uma parteira. Não é a parteira quem dá à luz o bebê. Ela só fica por perto para ajudar durante o parto. Sócrates achava, portanto, que sua tarefa era ajudar as pessoas a “parir” uma opinião própria, mais acertada, pois o verdadeiro conhecimento tem de vir de dentro e não pode ser obtido “espremendo-se” os outros. Só o conhecimento que vem de dentro é capaz de revelar o verdadeiro discernimento.
Deixe-me explicar melhor: a capacidade de dar à luz é uma característica natural. Da mesma forma, todas as pessoas podem entender as verdades filosóficas, bastando para isto usar a sua razão. Quando uma pessoa “toma juízo”, ela simplesmente traz para fora algo que já está dentro de si.
E justamente porque fingia que não sabia de nada, Sócrates forçava as pessoas a usar a razão. Sócrates era capaz de se fingir ignorante, ou de mostrar-se mais tolo do que realmente era. Chamamos a isto de ironia socrática. Foi assim que ele conseguiu expor as fraquezas do pensamento dos atenienses. E isto podia acontecer bem no meio da praça do mercado, no meio de toda a gente. Um encontro com Sócrates podia significar expor-se ao ridículo, ao riso do grande público.
Não é de espantar, portanto, que ele incomodasse e irritasse muitas pessoas, sobretudo os que detinham poder na sociedade. Sócrates dizia que Atenas era como uma égua preguiçosa e ele um mosquito que lhe picava o flanco para mostrar-lhe que ela ainda estava viva. (O que fazemos com os mosquitos, Sofia? Você pode me dizer?)
Fonte: Do Livro O Mundo de Sofia

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23
O senso comum
Texto: Marilena Chauí

O Sol é menor do que a Terra. Quem duvidará disso se, diariamente, vemos um pequeno círculo avermelhado percorrer o céu, indo de leste para oeste? O Sol se move em torno da Terra, que permanece imóvel. Quem duvidará disso, se diariamente vemos o Sol nascer, percorrer o céu e se pôr? Cada gênero e espécie de animal já surgiram tais como os conhecemos. Alguém poderia imaginar um peixe tornar-se réptil ou um pássaro? Para os que são religiosos, os livros sagrados não ensinam que a divindade criou de uma só vez
todos os animais, num só dia? A família é uma realidade natural criada pela Natureza para garantir a sobrevivência humana e para atender à afetividade natural dos humanos, que sentem a necessidade de viver juntos. Quem duvidará disso, se vemos, no mundo inteiro, no passado e no presente, a família existindo naturalmente e sendo a célula primeira da sociedade?

Certezas como essas formam nossa vida e o senso comum de nossa sociedade, transmitido de geração em geração, e, muitas vezes, transformando-se em crença religiosa, em doutrina inquestionável. A astronomia, porém, demonstra que o Sol é muitas vezes maior do que a Terra e, desde Copérnico, que é a Terra que se move em torno dele. A biologia demonstra que os gêneros e as espécies de animais se formaram lentamente, no curso de milhões de anos, a partir de modificações de microorganismos extremamente simples.

Historiadores e antropólogos mostram que o que entendemos por família (pai, mãe, filhos; esposa, marido, irmãos) é uma instituição social recentíssima – data do século XV – e própria da Europa ocidental, não existindo na Antiguidade, nem nas sociedades africanas, asiáticas e americanas pré-colombianas. Mostram também que não é um fato natural, mas uma criação sociocultural, exigida por condições históricas determinadas.

Ao que parece, há uma grande diferença entre nossas certezas cotidianas e o conhecimento científico. Como e por que ela existe? Características do senso comum Um breve exame de nossos saberes cotidianos e do senso comum de nossa sociedade revela que possuem algumas características que lhes são próprias:

1. são subjetivos, isto é, exprimem sentimentos e opiniões individuais e de grupos, variando de uma pessoa para outra, ou de um grupo para outro, dependendo das condições em que vivemos. Assim, por exemplo, se eu for artista, verei a beleza da árvore; se eu for marceneira, a qualidade da madeira; se estiver passeando sob o Sol, a sombra para descansar; se for bóia-fria, os frutos que devo colher para ganhar o meu dia. Se eu for hindu, uma vaca será sagrada para mim; se for dona de um frigorífico, estarei interessada na qualidade e na quantidade de carne que poderei vender;

2. são qualitativos, isto é, as coisas são julgadas por nós como grandes ou pequenas, doces ou azedas, pesadas ou leves, novas ou velhas, belas ou feias, quentes ou frias, úteis ou inúteis, desejáveis ou indesejáveis, coloridas ou sem cor, com sabor, odor, próximas ou distantes, etc.;

3. são generalizadores, pois tendem a reunir numa só opinião ou numa só idéia coisas e fatos julgados semelhantes: falamos dos animais, das plantas, dos seres humanos, dos astros, dos gatos, das mulheres, das crianças, das esculturas, das pinturas, das bebidas, dos remédios, etc.;

4. em decorrência das generalizações, tendem a estabelecer relações de causa e efeito entre as coisas ou entre os fatos: “onde há fumaça, há fogo”; “quem tudo quer, tudo perde”; “dize-me com quem andas e te direi quem és”; a posição dos astros determina o destino das pessoas; mulher menstruada não deve tomar banho frio; ingerir sal quando se tem tontura é bom para a pressão; mulher assanhada quem ser estuprada; menino de rua é delinqüente, etc.;

5. não se surpreendem e nem se admiram com a regularidade, constância, repetição e diferença das coisas, mas, ao contrário, a admiração e o espanto se dirigem para o que é imaginado como único, extraordinário, maravilhoso ou miraculoso. Justamente por isso, em nossa sociedade, a propaganda e a moda estão sempre inventando o “extraordinário”, o “nunca visto”;

6. pelo mesmo motivo e não por compreenderem o que seja investigação científica, tendem a identificá-la com a magia, considerando que ambas lidam com o misterioso, o oculto, o incompreensível. Essa imagem da ciência como magia aparece, por exemplo, no cinema, quando os filmes mostram os laboratórios científicos repletos de objetos incompreensíveis, com luzes que acendem e apagam, tubos de onde saem fumaças coloridas, exatamente como são mostradas as cavernas ocultas dos magos. Essa mesma identificação entre ciência e magia aparece num programa da televisão brasileira, o Fantástico, que, como o nome indica, mostra aos telespectadores resultados científicos como se fossem espantosa obra de magia, assim como exibem magos ocultistas como se fossem cientistas;

7. costumam projetar nas coisas ou no mundo sentimentos de angústia e de medo diante do desconhecido. Assim, durante a Idade Média, as pessoas viam o demônio em toda a parte e, hoje, enxergam discos voadores no espaço;

8. por serem subjetivos, generalizadores, expressões de sentimentos de medo e angústia, e de incompreensão quanto ao trabalho científico, nossas certezas cotidianas e o senso comum de nossa sociedade ou de nosso grupo social cristalizam-se em preconceitos com os quais passamos a interpretar toda a realidade que nos cerca e todos os acontecimentos.

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ago
23
Conceito de Filosofia

Mas o que é filosofar? É buscar uma explicação que dê sentido às coisas da vida…
Este vídeo faz parte da Aula 1 de Filosofia para o Ensino Médio do Novo Telecurso . Traz os coceitos básicos para entendermos o conceito de filosofia.

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ago
22
Filosofia?Para que serve?
Este video foi postado neste blog no dia 13 de fevereiro deste ano com a Atividade 1: Para que serve a Filosofia. Resolvi postá-lo separadamente pelo valor do mesmo. Feito para a apresentação de uma oficina pedagogica, cujo o tema era útil e inútil. No video o grupo tentou demonstrar a utilidade da filosofia e com esse intuito desenvolveu o questionamento : ” Para que serve a filosofia?”
Alunos da Faculdade Jk de Taguatinga – Curso de Direito.

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ago
22
H1N1 – Dicas da Turma da Mônica

Em tempos de Gripe A, todas as dicas são bem vindas. Este vídeo é uma ótima ferramenta pedagógica para as crianças e nós adultos.

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ago
15
Audio-Livro de Filosofia
O áudio-livro é um livro em áudio, também chamado de livro falado ou ainda audiobook. Pode ser a leitura de um clássico, um romance, um artigo, um ensaio, uma aula. Um texto, publicado ou não. Na Universidade Falada, a maioria dos narradores são os próprios criadores da obra, os autores, que muitas vezes enriquecem o texto por meio de sua interpretação. Muito conhecido e difundido na Europa e nos EUA, o áudio-livro é uma forma de incentivo à cultura. O áudio-livro não substitui o livro, é apenas uma alternativa, mais um meio de acesso à cultura. Agora você poderá escutar um livro no carro, ônibus, metrô ou avião. Seja viajando, caminhando no parque, praticando exercícios físicos, ou o que mais sua imaginação permitir.

Com certeza é um ótimo recurso para o aprendizado. É bom ressaltar que a disponilidade gratuita é apenas um trecho do livro que sem dúvida alguma merece pelo menos a nossa curiosidade!
Deixei um link permanente no Blog.
O site possui alguns produtos gratuitos, como por exemplo: O ABC da Mitologia e Introdução à Filosofia.
O link abaixo é uma seleção de livros de filosofia.
Quer conhecer? Então clic aqui!

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ago
14
Introdução à Filosofia 1

Uma dica… filosofia se aprende de diversas maneiras, não existem fórmulas prontas! Então… vamos entender um pouco de filosofia ouvindo! Isso mesmo! Um audio-livro!
Todos nós, em algum momento, já sentimos o espanto diante do mistério da vida e do mundo. Certamente, você também já se fez alguma pergunta como estas :
por que estou vivo ?
por que mundo existe ?
como devo agir ?
Através de uma linguagem simples e acessível, você vai ingressar no mundo da Filosofia e vai entender como os grandes filósofos se ocuparam destas mesmas e profundas questões que fazem parte de nossas vidas.
Clic para ouvir!

Fonte: http://www.universidadefalada.com.br

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ago
13
A Grécia em 1 minuto

Este vídeo foi extraído do multimídia: O mundo de Sofia.
Em poucas palavras relata a importância da Grécia, o berço da Filosofia.

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