fev
28
A Verdade e a Parábola

Por Francisco Renaldo

torá

Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.

 E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.

 Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.

 Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.

 — Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.

 — Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.

 — Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.

(Conto Judaico)

Um comentário: As palavras transformam vidas. O ser humano no decorrer de sua história sempre procurou dar conta da realidade, somos assim, queremos o mundo em que vivemos bem organizado, seja dentro ou fora de nós.  Parábolas pertencem ao   imaginário, residem precisamente onde precisam estar! A Verdade e a Parábola é útil ( se é que precisa ser)  em nossas reuniões corporativas, sala de aula e quem sabe até familiar, pois trata-se de valores e, este deve marcar presença na vida do ser humano como num todo, “pois os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.”

 

 

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fev
27
Desiderata, um fragmento sobre a felicidade!

DESIDERATA – Do Latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração.

desiderata

Siga tranqüilamente entre a inquietude e a pressa, lembrando-se de que há sempre paz no silêncio.
Tanto quanto possível sem se humilhar, mantenha boas relações com todas as pessoas.
Fale a sua verdade mansa e claramente e ouça a dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes, pois eles têm também sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas; elas afligem o nosso espírito.
Se você se comparar com os outros, você se tornará presunçoso e magoado, pois sempre haverá alguém superior e alguém inferior a você.
Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui! E mesmo sem você perceber, a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.
Desfrute de suas realizações, bem como de seus planos.
Mantenha-se interessado em sua carreira, ainda que humilde, pois ela é um ganho real na fortuna cambiante do tempo.
Tenha cautela nos negócios, pois o mundo está cheio de astúcias; mas não se torne um cético, porque a virtude sempre existirá.
Muita gente luta por altos ideais, e em toda a parte a vida está cheia de heroísmos.
Seja você mesmo.
Principalmente não simule afeição, nem seja descrente do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os arroubos inovadores da juventude.
Alimente a força do espírito que o protegerá no infortúnio inesperado, e não se desespere com perigos imaginários.
Muitos temores nascem do cansaço e da solidão; e, a despeito de uma disciplina mais rigorosa, seja gentil para consigo mesmo.
Portanto, esteja em paz com Deus, como quer que você O conceba.
E quaisquer que sejam os seus problemas, trabalhos e aspirações, na fatigante confusão da vida, mantenha-se em paz com sua alma.
Apesar de todas as falsidades, fadigas e desencantos, o mundo ainda é bonito.
Seja prudente! Faça tudo para ser feliz!
E jamais desesperes, porquanto sejas quem seja e estejas onde estiveres, ninguém te pode furtar o privilégio da imortalidade nem te arredar do Esquema de Deus. 

Manuscrito encontrado na velha igreja de São Paulo em Beltimore, datado de 1692.

Contudo a origem mais aceita relata que  Desiderata é um poema em prosa escrito em 1927 pelo escritor norte americano Max Ehrmann, 1872 – 1945. Em 1956 o pároco da igreja de São Paulo de Baltimore, reproduziu o texto e distribuiu entre seus fiéis.

Obrigado, Márcia  pela gentileza de autorizar a publicação desse escrito  que nos surpreende e muito no contexto atual!

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fev
26
Salariômetro

saalrio

Esta é uma boa idéia do Governo do Estado de São Paulo. Se você quer  saber o salário médio de admissão de algum cargo que  está procurando, é só  preencher o formulário do site e ele lhe dá o salario médio conforme o perfil (masculino, feminino…) e região.

 O Salariômetro ( Termômetro Nacional do Emprego) calculará o salário médio dos admitidos nos últimos seis meses no mercado de trabalho formal, com carteira assinada. Boa ferramenta  para procurar emprego, ou até mesmo para servir de parâmetro para iniciar uma nova carreira, mas lembre-se, o sucesso profissional é exclusivamente pessoal!

O serviço é gratuito.

Então comece a sua pesquisa :    http://www.salariometro.sp.gov.br/

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fev
21
Líderes Filósofos e “o destino reside no caráter”

filosofo e paternum

Dov Seidman ,o guru da virtude empresarial acredita que a filosofia deve ser disciplina obrigatória nos negócios e que as empresas deverão ter um “ginásio ético”, no qual se devem exercitar todos os dias. Chama-se Dov Seidman, cresceu em Israel, vive na Califórnia, estudou Filosofia e Direito e é fundador da LRN. A história de alguém que acredita que é a ética que pode mudar o mundo…

De acordo com Seidman, e no meio de crises climáticas e financeiras, hábitos de consumo globais e outros desafios magistrais que caracterizam o século XXI, é necessário encontrar uma nova “killer app”. E, para o consultor, a resposta está na filosofia.

Na rubrica mensal que assina na revista BusinessWeek, Seidman afirma que a filosofia nos ajuda a abordar, literalmente, os desafios existenciais com os quais o mundo da actualidade se confronta, especialmente nos cenários empresariais.

Os filósofos, como é sabido, exploram as mais profundas e vastas questões da vida – por que existimos, de que forma é que a sociedade se deve organizar, como é que as instituições se devem relacionar com esta e o propósito da iniciativa humana. E Seidman cita o livro de Adam Smith, “A Riqueza das Nações”, que serve como a plataforma intelectual para o capitalismo e que lança os fundamentos para a organização dos mercados e para a forma como as pessoas se devem comportar nesses mesmos mercados. Sublinhando o facto de que Adam Smith não era um economista, mas um filósofo – que, na altura em que escreveu a famosa obra, era presidente do Departamento de Filosofia Moral na Universidade de Glasgow – Seidman relembra que o trabalho de Smith, tal como o de outros filósofos, tentava criar uma nova estrutura de compreensão do mundo, abordando a forma como nós, enquanto humanos, procuramos um alinhamento nos nossos relacionamentos e também entre interesses concorrentes.

Para Seidman, a abordagem filosófica de Adam Smith é cada vez mais relevante à luz das crises enfrentadas pelas nossas organizações e países. É que, de acordo com a sua visão, as crises que afectam o crédito, o clima ou o consumo já não podem ser resolvidas somente através de competências especializadas. Ou seja, a interdependência existente entre todas estas questões dá origem a que todas elas se influenciem entre si e, tal como a abordagem filosófica faz, a ideia é ligar todos os pontos existentes entre os interesses em conflito numa tentativa de criar sinergias fortes entre os mesmos. E relacionar estes interesses opostos exige um olhar filosófico que os especialistas da actualidade ignoram vezes demais: e que reside nas crenças principais de cada um, na ética e no carácter.

Tal como os filósofos, tanto os indivíduos como as organizações precisam de manter vivos e em acção os valores, a ética, o carácter e toda a condição humana que os define em todas as alturas em que é necessário tomar decisões. E Seidman cita o filósofo grego Heraclito que, há mais de 2500 anos já afirmava que “o carácter é o destino”.

Para o consultor, a boa notícia é que são muitas as empresas que já estão a colocar em prática esta filosofia, criando um conceito de alinhamento em termos de visão do mundo, seja com um colega, com um parceiro de negócio ou com qualquer outro stakeholder. Estas organizações promovem já a noção de que a sua missão se estende para além do lucro, procurando novas estruturas – seja em que sector de actividade for – para melhorar a sua existência e a dos que as rodeiam. “No nosso mundo ligado e transparente, no qual qualquer pessoa pode facilmente ter acesso às nossas operações, tornou-se já claro que as empresas, e até as nações, têm carácter – e que o seu carácter é o seu destino”, sublinha.
No trabalho que mantém com as grandes empresas, Seidman afirma que as questões da integridade, da verdade e da transparência estão a ser cada vez mais consideradas como uma prioridade. Ao longo dos tempos, as empresas e os líderes sempre se esforçaram por passar uma mensagem que defendesse algum tipo de valores. Contudo, nos anos 80 e 90, se recordarmos as declarações dos grandes líderes de negócios, todas as suas preocupações sobre os valores que pretendiam transmitir eram de ordem prática: a excelência, a qualidade, o serviço ou a eficiência dos custos.

De acordo com o especialista, estamos a assistir, neste século XXI, a uma mudança significativa desses “valores”: cada vez mais a integridade e a confiança são os verdadeiros valores apregoados pelas empresas e da ordem prática das coisas passou-se para a ordem social, ambiental e, mais recentemente, humanista. Seidman dá alguns exemplos práticos desta viragem: a Dow Chemical paassou a ser a “empresa do elemento humano”, a Chevron “a companhia da energia humana” enquanto que a Toyota está a “humanizar os transportes”.
Esperemos é que, tal como a filosofia, esta mudança não sirva apenas para ser considerada como uma bonita teoria, mas antes como uma (boa) prática.

Leia o restante do artigo no Portal  Ver, valores, ética e Responsabilidade

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fev
21
Fábula da convivência

Por Francisco Renaldo

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Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições. Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito… Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros. Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!

É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!

 É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!

É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!

É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

 (Autor desconhecido)

*Um comentário: Penso que não dá mais para imaginarmos o ser  humano como um predador, lutando sozinho… olhando apenas para si mesmo, com uma certa dose de egoísmo, temos a necessidade de re-pensarmos nossas atitudes. Ninguém é feliz sozinho… sucesso não ocorre por acaso, sempre trazemos alguém conosco. É como a carreira profissional, crescemos quando levamos em consideração o outro. Está na hora de re-educarmos nossas atitudes… educar para a sensibilidade. Uma educação que nos mostre que além de nós existe o outro com quem aprendemos a ser o que somos!

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fev
20
Filosofia e Séries de TV

Professor de filosofia do que seria, na França, o ensino médio, Thibaut de Saint Maurice percebeu, numa tarde cinzenta de inverno, que as explicações sobre o “raciocínio experimental” eram incapazes de alterar, minimamente que fosse, o olhar de seus alunos. Estavam todos alheios ao que dizia. Foi então que, tal e qual reviravolta num roteiro, ele lembrou-se do doutor House, o médico que dá nome a uma das séries mais vistas no mundo.

“Ao escrever no quadro-negro, para ninguém, lembrei do House tentando explicar aos colegas, no hospital, a pertinência de suas hipóteses”, diz. “Perguntei aos alunos se conheciam o House. Até os que olhavam pela janela se voltaram para mim. Começamos a falar sobre a descoberta dos diagnósticos pelo personagem e, então, toda aquela história de ‘diálogo entre razão e experimento’ ganhou sentido.”

Nascia assim “Philosophie en Séries” (“Filosofia em Séries”), publicado na França, sem tradução no Brasil. Se são muitos os subprodutos que as séries procriam, poucos são os que se mostram tão inventivos e, digamos, filosóficos.

“A riqueza das séries é inexplorada”, diz o autor, em entrevista à Folha. “Todas juntas, são um formidável espelho da vida contemporânea e constituem um grande reservatório de experiências e de situações com as quais muita gente se identifica.” Por isso, sentado em frente à TV, Maurice resolveu filosofar e, de posse de um livro de Kant, acabou por pensar em Jack Bauer, “antikantiano” por excelência.

O autor está convicto de que séries como “Nip/Tuck”, “A Sete Palmos” e “Dexter”, diversão à parte, giram em torno de questionamentos sobre os valores sociais e a maneira de se ver o mundo. A obsessão estética, a morte e o senso de justiça numa sociedade que se sente refém da violência são, na visão de Maurice, o estofo desses programas.

Jack Bauer, por sua vez, seria o típico herói pós-moderno. “Seu heroísmo não repousa sobre uma virtude essencial, uma fé religiosa ou sobre valores universais. Seu heroísmo é o da eficácia. Sua moral é a utilitarista. A violência que ele pratica é vista como um preço a ser pago em nome da eficácia.”

Já House encarnaria a figura moderna de um Sócrates obcecado pela busca pela verdade. “O sucesso da figura de House é extremamente revelador de uma sociedade que não se importa mais com a verdade”, diz, dialético.

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Fonte: Da Folha On Line -Ilustrada – 14/02/201007h47

Por  ANA PAULA SOUSA da Folha de S.Paulo

O Livro: PHILOSOPHIE EN SÉRIES
Autor: Thibaut de Saint Maurice
Editora: Ellipses (176 págs.; importado)
Quanto: 11,88 euros (cerca de R$ 30 mais taxas em www.amazon.fr)

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fev
17
Habilidades e Competências em Filosofia

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Por Francisco Renaldo

A filosofia no Brasil segue alguns objetivos, juntamente com habilidades e competências específicas. Todo professor deveria organizar seu Plano de Ensino levando em consideração:

OBJETIVOS GERAIS

 De acordo com os PCNs e sujeito a mudança após a verificação do Projeto Político Pedagógico da Escola, são os seguintes objetivos gerais:

 * Preparar para o exercício consciente da cidadania.

 * Oferecer subsídios que possam favorecer uma formação humanística básica.

 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE FILOSOFIA CONFORME LDB ATUALIZADA E CONTEXTUALIZADA  NOS PCNS

 Representação e Comunicação

 Ler textos filosóficos de modo significativo.

Ler, de modo filosófico, textos de diferentes estruturas e registros.

Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo.

Debater, tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição face a argumentos mais conscientes.

 Investigação e Compreensão

 Articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas Ciências Naturais e Humanas, nas Artes e em outras produções culturais.

 Contextualização Sociocultural

 Contextualizar conhecimentos filosóficos, tanto no plano de sua origem específica, quanto em outros planos: o pessoal-biográfico; o entorno sócio-político, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico-tecnológica.

Algumas ESTRATÉGIAS :

Partir sempre de um texto e um contexto  significativo. Lembrando que o aprendizado de desenvolve de uma maneira mais eficaz quando está inserido no mundo real, da experiência pessoal e coletiva; provocar sempre o diálogo investigativo; teatro; música; contos; filme;  produção de texto; literatura brasileira e estrangeira; debates; dinâmicas; internet e recursos didáticos disponíveis na escola.

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fev
17
Por que estudar filosofia?

filósofos

Por Francisco Renaldo

  Desde que estudar filosofia não resulte diretamente em uma capacidade de um programa de computador, gerir uma empresa, ou diagnosticar e tratar uma doença, talvez se possa perguntar por que vale a pena estudá-la, já que  é tão ampla? A resposta é simples. Embora o estudo da filosofia não forneça  um determinado conjunto de “competências para um comércio”, os benefícios ao longo da vida que ela insere são praticamente ilimitadas.

 Aqui estão apenas alguns exemplos de como o  estudo da filosofia aumenta algumas  habilidades:

* Para pensar, falar e escrever de forma clara e crítica,

* Para se comunicar de forma eficaz,

* A forma original, soluções criativas para os problemas,

* Para desenvolver argumentos sólidos para um pontos de vista,

* Para apreciar uma vista diferente do seu,

* Para analisar  material complexo, e

* Para investigar questões difíceis de uma forma sistemática.

 Percebe-se então que a partir desta breve lista,  aqueles que estudam filosofia desenvolvem habilidades que são essenciais não só para  qualquer vocação, mas infunde qualidades vitais para o crescimento como pessoa.

 Além disso, para muitos , tais qualidades,  produzem benefícios práticos também. Por exemplo, porque a filosofia estuda uma melhora de habilidades analíticas, que proporciona uma maior probabilidade de sucesso em testes padronizados, onde o principal fundamento é a lógica, por exemplo,  concurso  públicos e vestibulares. Pensemos a forma que está atualmente elaborada as provas da Fuvest e do Enem, são raciocínio lógico e crítico.

 Finalmente, estudar filosofia é  intrinsecamente útil, uma vez que muitos dos problemas com que os filósofos se debruçam são fundamentais para a existência humana. Existe um Deus? Que é a verdade? O que podemos saber? O que é beleza? Lutando com questões como estas e aprender a história das respostas que lhes enriquece a vida de modo que nenhuma outra disciplina o pode fazer.

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fev
17
O Senso Comum

senso cumum 2

Crédito da Charge: Normalidade I - Quino  e site Só Filosofia

Senso comum

             “Chamamos senso comum ao conhecimento adquirido por tradição, herdado dos antepassados e ao qual acrescentamos os resultados da experiência vivida na coletividade a que pertencemos. Trata-se de um conjunto de idéias que nos permite interpretar a realidade, bem como um corpo de valores que nos ajuda a avaliar, julgar e portanto agir.

            O senso comum não é refletido e se encontra misturado a crenças e preconceitos. É um conhecimento ingênuo, fragmentário e conservador. Com isso não queremos desmerecer a forma de pensar do homem comum, mas apenas enfatizar que o primeiro estágio de conhecimento precisa ser superado em direção a abordagem crítica e coerente, características estas que não precisam ser necessariamente atributos  de formas mais requintadas de conhecer, tais como a ciência ou a filosofia. Em outras palavras, o senso comum precisa ser transformado em bom senso, este entendimento como a elaboração coerente do saber e como explicação das intenções conscientes dos indivíduos livres.

             Qualquer pessoa, não sendo vítima de doutrinação e dominação, e se for estimulada na capacidade de compreender e criticar, torna-se capaz de juízos sábios.”

 Texto baseado no Livro Convite a Filosofia de Marilena Chauí

*P.S.: O senso comum de todo não é ruim. É a primeira forma que vemos o mundo, sem as explicações científicas e atitude crítica. Acredito que o senso comum é a base do conhecimento. Concordo com Rubem Alvez quando ele afirma em A Filosofia da Ciência que a ciência virou um mito, ou seja, inquestionável, e como sabemos todo mito é perigoso, pois impede o pensamento e constrói comportamentos. O que é o senso comum nesta perspectiva? Nada mais é do que a ciência refinada.  A aprendizagem da ciência é um processo de desenvolvimento progressivo do senso comum.

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fev
16
Para onde ir?

seso comum

Fonte: Normalidade II - Quino e site Só Filosofia

“Quem não sabe encontrar o caminho ideal vive para ’seu’ de um modo mais leviano e insolente que um homem sem ideal.” Nietzsche

“Gato, qual o caminho correto? … Para quem não sabe onde quer ir, então qualquer caminho serve! “ (Lewis Carroll).

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fev
15
Auguste Rodin nos dias atuais?!

o cliccador

 Crédito da Charge: Só Filosofia

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fev
15
Dica de leitura: Gestão com Pessoas

O livro  é a mais moderna e atualizada obra sobre a administração das pessoas nas organizações. Trata-se de um livro inovador que mostra os novos horizontes e tendências que se abrem no novo milênio. Apresenta mais de 500 citações de empresas de primeira linha para oferecer exemplos de casos bem-sucedidos e aplicações práticas dos conceitos apresentados. O livro contém casos de apoio para discussão de conceitos específicos, exemplos de aplicações empresariais, apreciações críticas, exercícios e questões para revisão.(Apresentação do livro in Submarino)

A ferramenta do Google livros, permiti-nos uma visualização limitada, mas sufiente para começarmos a entender o mundo da Gestão de Pessoas! Boa leitura!

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