mai
3
Bem-te-quero
“Somos formados e moldados pelos nossos pensamentos. Aqueles cujas mentes são construídas sobre pensamentos altruístas espalham alegria através de suas palavras e ações. A alegria os segue como uma sombra e nunca os abandona.” Buda

 

Ações altruístas enchem o universo de energia positiva. Lance um bom desejo ao vento, doe-se um pouco todo dia, e veja o que acontece. Abaixo você pode ver algumas sugestões, mas crie a sua própria lista, olhe para dentro de si próprio por algum tempo e descubra o que pode doar para os outros.

Algumas maneiras de doar-se um pouco todo dia
 
 • Coloque-se no lugar do outro 

• Elogie 

• Conte uma estória 

• Escute o que os outros têm a dizer

• Diga às pessoas o quanto você as ama e estima

• Pratique reciclagem 

• Grave um CD e presenteie um amigo

• Olhe nos olhos das pessoas

• Diga bom-dia

• Dê um presente que você mesmo tenha feito  

• Admita que você nem sempre tem razão

• Mande e-mails exclusivos

• Distribua abraços

• Perdoe-se

• Segure a porta para alguém

• Aceite um elogio

• Divida bons pensamentos e boas notícias

• Dê um beijo

• Empreste seus livros

• Sorria

(imagem via Ginny Hogan)

Kenia Cris Kenia Cris é mineira de Belo Horizonte, pedagoga , amiga da filosofia e professora.

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fev
4
O amor no mundo contemporâneo

divorcio3      

Na sociedade contemporânea, fala-se muito sobre sexo e quase nada sobre o amor. Talvez porque o amor, sendo um enigma, não se deixa decifrar, repelindo toda tentativa de classificação ou definição. Ao contrário, a literatura nunca deixou de falar do amor e encontramos na poesia a metáfora como possibilidade de compreensão melhor do amor.

(leia mais…)

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abr
21
O que é o Amor?
  Por Francisco Renaldo Costa
DICIONÁRIO DE FILOSOFIA…
Este termo remete para uma pluralidade de sentimentos que diferem tanto pelo seu objeto (amor maternal, amor da pátria…) como pela sua finalidade (do desejo sexual ao «amor puro» dos teólogos que, totalmente desinteressado, visa o próprio Deus). Tentando um ponto comum, poderíamos encontrá-lo numa tendência de se unir com o outro, isto é, de o possuir de modo contínuo, ou formar um todo com ele (ex.: “amor a Deus”) — ou no facto de levar o sujeito para um «objeto» considerado como «bom».

Freud (cfr. Eros) mostra que a sexualidade está no fundo de todas estas manifestações, mas com isso ele não faz mais do que retomar uma tradição filosófica: já Empédocles via no amor sexual (ou «concórdia») o princípio de união momentânea dos elementos do Mundo; no Banquete Platão (para quem o amor é aspiração ao belo e ao bom, isto é, ao absoluto; o amor é por excelência o motor da filosofia, definida à partida como «amor à sabedoria») assinala-a como o ponto de partida das formas mais intelectualizadas ou místicas do amor; os escolásticos vão isolá-la sob a designação de «amor de concupiscência» para o opor ao «amor de benevolência» o único que, a seus olhos, tem um alcance moral.
Afirmando que o amor é a principal motivação da filosofia (O Banquete), Platão descobre o lugar central deste conceito. Mas convém distinguir cuidadosamente o amor egoísta e possessivo que persegue o outro como um objecto a devorar (“o amante ama o amado como o lobo ama o cordeiro”, escreve Platão) e o amor autêntico que liberta do sofrimento e do
desejo e conduz a alma ao banquete divino. Pois o amor verdadeiro – rapidamente saciado pelos alimentos sensíveis – só pode ser satisfeito pela contemplação, para além do belo, do verdadeiro e do bem.
A tradição filosófica retomará de um modo geral esta oposição entre o amor e o egoísmo (cf. Leibniz: «Amar é regozijar-se com a felicidade de outrem»), entre o amor-paixão (egoísta) e o amor-acção (altruísta) — desde os
estóicos que condenam sem apelo o amor-paixão, a Kant que (distinguindo duas formas de amor: o amor patológico, ligado à nossa sensibilidade e interesse, e o amor prático, preocupação verdadeira e desinteressada pelo bem do outro) demonstra que só o “amor prático” é moralmente aceitável, enquanto o “amor patológico” (impossível de controlar) é desatino e desprezo pelo outro. Todavia é possível pôr em causa esta dicotomia e defender “que existe entre a consciência moral e a consciência amorosa uma afinidade secreta” (Alain Finkiekraut, La Sagesse de l’amour)”.
(texto construído a partir do Dicionário Prático de Filosofia e do Dicionário de Filosofia de G. Durozoi e A. Roussel)
 
O AMOR SEGUNDO DRUMMOND…

Fonte do vídeo: Youtube

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