abr
14
Aprender com Mapa Mental: escola e empresa

Por Francisco Renaldo Costa

Quando o assunto é ferramenta de aprendizagem, todas são válidas. Quanto mais opções, melhor podemos escolher um método que se identifique com nosso jeitão de aprender melhor.

Desde que entramos na escola, nos é passado basicamente uma forma de estudar: o famoso resumo. Esse método  é ótimo para aqueles que possuem a inteligência linguística desenvolvida, os demais, encontram dificuldades.

Uma informação importante é que  nosso cérebro no processo de aprendizado, ele não guarda palavras, estas, ele as transforma em imagens. Nesse quesito o mapa mental auxilia bastante, pois o mesmo trabalha com imagens, cores, sinais, palavras-chave.

Todo mapa mental segue um estrutura padrão: ideia central, ideias principais e argumentos que sustentam essas ideias principais.  Informações estas todas inseridas  a partir de palavras-chave.

Além da sala de aula, uma aplicação eficaz para o mapa mental é a resolução de problemas dentro do ambiente corporativo.

Clic na Imagem para ampliar!

De que se trata

O mapa mental é um método de gerar e aglutinar ideias e informações que é:

• rápido de fazer e usar;

• não linear;

• tanto verbal quanto ilustrado;

• mais interessante e colorido que o texto sozinho;

• concentrado nas relações entre as ideias. Portanto, o mapa mental pode aumentar a criatividade e a energia ao atrair e envolver as pessoas que raciocinam melhor por imagens, oferecendo um método rápido e agradável de geração e assimilação de ideias que pode aumentar o entusiasmo das pessoas envolvidas.

Como proceder

1. Identificar o assunto a ser discutido.

2. Escrever o nome do assunto no meio de um quadro ou folha de papel grande.

3. Fazer um brainstorming com os principais elementos ou atributos do assunto. Ir acrescentando-os ao mapa mental como ramificações principais.

4. Para cada ramificação, fazer um brainstorming sobre suas partes componentes e acrescentá-las nas respectivas ramificações.

5. Sempre que possível, utilizar figuras, símbolos ou gráficos em vez de palavras.

6. Usar cores diferentes para cada ramificação de modo que possam ser claramente diferenciadas.

7. Se for o caso, traçar a ligação entre as ramificações e seus desmembramentos (galhos).

8. Analisar seu mapa mental para que fique completo e claro.

9. Uma vez concluído, seu mapa pode ser usado para:

• armazenar informações/ideias para consulta futura;

• comunicar o resultado aos outros;

• provocar o debate sobre questões e relações entre os elementos;

• desenvolver planos de ação lineares, isto é, ordem de prioridades, escalas de tempo e assim por diante.

Exemplo


 

 

Para que serve

O mapa mental é uma maneira divertida de envolver as pessoas na geração de ideias, captando pensamentos e demonstrando as relações e conexões entre eles; essa atividade agrada tanto às pessoas que raciocinam por imagens como às que se sentem mais à vontade com as palavras, evitando a armadilha de entrar logo num processo de pensamento linear.

Fonte: Mapas Mentais (http://www.mapasmentais.com.br/), acesso em 14 de abril de 2012.

Fonte: SMITH, Steve. Resolva o Problema. 2 ed.  São Paulo: Clio Editora,  2002. 82-83 p.

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fev
9
Dica de Filosofia: game de filosofia

A filosofia na sala de aula pode tornar-se uma brincadeira. Aliás, é no lúdico que aprendemos. Li certa vez, não me recordo a fonte que o processo de aprendizagem dividi-se: 10% ouvindo, 10% falando e 80% experiência. É assim com todas disciplinas e, consequentemente com a filosofia. Filosofia só se aprende quando está relacionada com a vida. E aqui o motivo da escolha: Blog Filosofia e Vida. Passar da teoria para a prática, este é o desafio.

Faz um tempinho que encontrei no site da revista Superinteressante uma iniciativa que ilustra o que falei até o momento. Eles produziram um Game de Filosofia, que recebeu o nome de Filosofighters.

“A ideia é simples: nove filósofos emblemáticos da história, como Karl Marx, Jean-Paul Sartre e Nicolau Maquiavel, duelam em uma luta que os idealizadores chamam de ‘batalha de ideias’. O mais legal do conteúdo é que cada personagem tem dois golpes especiais, que remetem aos conceitos trabalhados em seus estudos.

Friedrich Nietzsche, por exemplo, o famoso filósofo alemão que tratou de valores e moralidade em seus estudos sobre o ser humano, tem dois golpes especiais: ‘Deus está morto’ e ‘O Super-Homem’.

‘Deus está morto’ faz referência à fala de Nietzsche em ‘Assim Falou Zaratustra’. Para ele, a crença em Deus não tem sentido e que, sem religião, o homem pode conhecer o valor deste mundo e assumir sua própria liberdade.

Já em ‘O Super-Homem’, está ilustrado o conceito de ‘übermensch’: para o filósofo, seria aquele homem acima dos valores que regem a sociedade, acima ‘do bem e do mal’.

Se você já ama filosofia, corra e tente zerar o game! Se não gosta, corra também, porque é a sua chance de gostar e aprende muito”. (Guia do Estudante)

Para começar a jogar clic aqui

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ago
8
As vantagens do estudo da lógica

 

Há duas vantagens principais conferidas pelo estudo da lógica. Primeiro, o indivíduo com conhecimento de lógica tem mais facilidade em organizar e apresentar suas ideias. Ele distingue entre o essencial e o não essencial, usando raciocínio claro e coerente para transmitir suas conclusões às outras pessoas. O uso da lógica na pesquisa facilita a fundamentação nas conclusões das investigações, nos dados obtidos, aumentando-se assim tanto a inteligibili­dade do relatório quanto a credibilidade das conclusões. Além disso, a lógica ajuda o indivíduo a aprimorar seu raciocínio, ao refletir sobre suas ideias.

Segundo, a lógica facilita a análise das ideias apresentadas por outros. O não iniciado frequentemente se perde em argumentos complexos e, mesmo em casos mais simples, confunde as premissas e as conclusões, rejeitando ou aceitando argumentos através de reações não bem refletidas. Não questiona­mos a naturalidade nem a importância de reações emocionais em diversas situações, inclusive como elementos importantes na argumentação. Às vezes, os sentimentos, emoções e percepções subjetivas de indivíduos devem ocupar um lugar central na argumentação. Muitas vezes, porém, a maneira pela qual se resolve questões reflete uma influência excessiva e negativa do envolvimento psicológico do indivíduo, o que pode levar a posições irrefletidas e distorcidas.

O principiante de lógica frequentemente contesta ideias não fundamentais num argumento e questiona casos apresentados para servirem apenas como exemplos ilustrativos que poderiam ser perfeitamente substituídos por outros, sem afetar basicamente a estrutura do argumento. Como no jogo de xadrez, o iniciante não tem uma visão clara da estrutura do jogo e do significado dos movimentos do outro, atacaiïdo peças protegidas e deixando de enxergar os pontos fracos – fazendo o que o grão-mestre enxadrista Bobby Fischer cha­mava de “empurrar os toquinhos” -, o neófito em argumentação deixa de compreender a estrutura subjacente às afirmações dos argumentos, tratando cada afirmação como uma
ideia isolada.

O pensador com experiência em argumentação, entretanto, reduz as ideias ao seu essencial, sabendo que, muitas vezes, um discurso de meia hora pode ser resumido em 5 ou 6 frases que “captam” aquilo que o falante argu­mentou. Quem tem essa capacidade terá muito mais facilidade em debater as ideias apresentadas e, se discordar de algumas delas, saberá refutá-las ao invés de atacar cegamente o argumento todo de uma vez.

Fonte: Artigo do Livro Senso Crítico, do dia-adia às ciências humanas. David W   Carraher. Ed Cengage Learnin.

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jun
28
Paródia de Filosofia – Festa de Grego

Festa de grego, pode vir pode chegar
Misturando as idéias.
Vamo ver no que é que dá.

Da Messênia a Aques
Delfos, Tebas e Plateia
Procurando a Arché
Água, terra, fogo e ar
Pra que?
É preciso perguntar
Porque o povo quer saber
De onde é que vem o céu e o mar
Vamos lá!Vamos lá!Vamos lá!Vamos lá!

E vamos para Grécia
Vamos lá!
O povo grego só quer perguntar

Autora: Fabiana Falconi, aluna do Educandário Nossa Senhora Aparecisa/SP – para a aula de filosofia

Original: Festa – Ivete Sangalo

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mai
24
Filosofia com Filmes: A Odisséia

Nome do filme: “A Odisséia

Produção: Francis Ford Coppola

Direção: Dyson Lovell

Local de produção: São Francisco- EUA

Ano de produção: 1997

SINOPSE DO FILME:

 

              O filme retrata a história do  herói  Odisseu (Ulisses), rei de Ítaca, que luta contra o rei Agamenon e, sob sua liderança, ocupam a cidade de Tróia, numa duradoura batalha;

              Odisseu (Ulisses) se revolta com os deuses e acusa-os de o terem abandonado, recebe uma maldição de Posseidon, deus do mar, de que Odisseu não retornaria à Ítaca.

              Em suas tentativas de retorno, o destino (a maldição) o leva a ilhas desconhecida, onde experimenta muitas dificuldades, o que fará com que ele se pacifique com os deuses para que Poseidon, deus dos mares, possa permitir-lhe retornar à sua ilha, retomar o seu reino, rever sua esposa Penélope e seu filho Telêmaco, que o deixara quando recém nascido.

 

CONTEXTUALIZAÇÃO DO FILME:

 

              O período histório que o filme se reporta é o da civilização micênica  – sécs. XX ao XII  a. C., quando por volta de 1250 a. C. partem  Aquiles e Odisseu (Ulisses) – para sitiar e conquistar Tróia.

              Os mitos gregos eram preservados pela tradição e transmitidos oralmente pelos aedos e rapsodos, cantores ambulantes que davam forma poética aos relatos populares e os recitavam de cor em praça pública.

              Homero teria sido o provável autor de dois poemas épicos, as epopéias Ilíada e Odisséia, a primeira  trata da guerra de Tróia e a Odisséia relata  o retorno de Odisseu (Ulisses) a Ítaca, após a guerra de Tróia. Alguns intérpretes acham que essas obras foram elaboradas por diversos autores, em razão da diversidade de estilos dos dois poemas e de passagens indicativas de períodos históricos diferentes.

 

O QUE O FILME ABORDA:

 

              O filme mostra a função didática das epopéias na vida dos gregos, descrevendo o período da civilização micênica, transmitindo os valores da cultura por meio das histórias dos deuses e antepassados, expressando uma determinada concepção de vida.

              As ações heróicas mostram a constante intervenção dos deuses, ora para auxiliar o protegido, ora perseguir o inimigo. O herói vive na dependência dos deuses e do destino e sua virtude se manifesta pela coragem e pela força, sobretudo em batalhas. É a virtude do guerreiro belo e bom, objetivo supremo do herói.

              As forças da natureza se divinizam, transformam-se nas próprias divindades: o mar (Poseidon), o vento (Eolo), o fogo(Hefesto), o que reina no mundo dos mortos (Hades), o tempo (Moiras). O mensageiro dos deuses é Hermes que  ora traz as mensagens dos deuses a Odisseu, ora ele mesmo fala diretamente com eles.

 

 

TEMAS-PROBLEMA PARA A REFLEXÃO FILOSÓFICA:

 

-          Dentro da Mitologia grega, os deuses estão na origem de todos os poemas e sagas épicas, determinando as escolhas e a liberdade individuais. Os deuses possuem comportamentos humanos, iram-se contra as desobediências humanas e são aplacados na ira perante o arrependimento e oferecimento de sacrifícios de animais.

-          O homem não pode se colocar no lugar dos deuses ou dispensar a sua assistência. Os deuses não têm o intuito de exterminar o homem que assim aja, mas agem didaticamente castigando o homem para que se coloque em seu lugar de homem, para que possa compreender, buscar a sabedoria.

-          O amor: O desejo de Odisseu é rever sua esposa Penélope que, apesar de todas as mulheres que conhecera em suas aventuras, nunca se esqueceu de seu grande amor pela sua amada e nunca esconteu isso de nenhuma delas. Principalmente, por parte de Penélope, guardou-se para seu marido, mesmo que tivesse feito o juramento de desposar outro homem à sua partida e na dúvida se estaria ou não vivo. Esperou contra toda desesperança.

-          O herói Odisseu não suporta em seus companheiros de jornada a traição, por desejo de riqueza. A eles são negados o alimento e a confiança diante do fato de terem aberto o saco do vento enquanto o mestre dormia, esperando ali encontrarem ouro. Por causa desse desejo foram extraviados do objetivo de alcançarem a ilha de Ítaca, que já se vislumbrava e se fazia próxima. Da mesma forma, o herói não suporta aos que desejavam desposar sua esposa por desejo de poder e riqueza, matando-os todos quando da sua volta, com a ajuda de seu filho Telêmaco.

-          A ação ao seu devido tempo: O homem deve agir no tempo certo, saber aplacar sua ira ou Ter qualquer atitude  em vista de um objetivo. Deve agir com sabedoria reunindo elementos e motivos para produzir sua ação. Isso faz parte de seu aprendizado e do ato de compreender, sob o conselho dos deuses.

-          Persistência: O herói não se desvia de seu objetivo, mesmo que tenha que passar por dificuldades.

 

 

COMENTÁRIOS FINAIS:

 

- Os lugares externos são as cenas que predominam no filme;

- Odisseu (Ulisses), o herói; Penélope (sua esposa); Telêmaco (seu filho), o deus Poseidon são os personagens centrais;

- A deusa Atena (deusa da estratégia militar), Eolo (deus do vento); o cíclope (Polifemo); Circe (a feiticeira); o profeta Tirésias; a rainha Calipso; seus amigos de aventuras; sua mãe; Hector(defensor de Tróia); Agamenon , o rei de Tróia são os personagens secundários;

 

 

CONCLUSÃO:

 

              A “Odisséia” é uma obra trágica,  marcada por mortes, flagelos, feitiços, armadilhas, surpresas dos deuses do Olimpo, amor, determinação de propósitos, posicionamentos éticos. Os efeitos especiais são espetaculares. É um filme que pode ajudar muito no estudo do mundo grego e seus mitos como também introduzir aos temas vitais que a filosofia aborda no tocante aos valores, crenças, modos de compreensão da vida; a relatividade das coisas.

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abr
18
Sites de Filosofia – I

Estimados leitores e alunos de filosofia…

Na sociedade atual fica praticamente impossível pensar o processo educacional sem o auxílio da tecnologia e em particular, a internet. Fiz uma pesquisa minuciosa, a qual resultou na lista que segue abaixo.

São sites para principiantes, de fácil acesso e linguagem simples. Reconhecidamente, sites tradicionais. Numa próxima ocasião, publicarei alguns blogs que trabalham a filosofia, aliás, temos ótimas dicas! Muitos deles estão em  nossa lista de  Sites/Filosofia.

No mais que tenhamos um ótimo ano onde continuaremos nossa  busca apaixonada  pelo conhecimento. Afinal, “somos o que pensamos”.

Sistema de Busca em Filosofia

Filosofia Moderna:

http://www.geocities.com/cobra_pages/filmod.html

De Rubem Queiroz Cobra, um dos mais tradicionais sítios de filosofia em português na Internet. Possui vidas e obras bastante completas dos principais pensadores do período e resumos biográficos de personalidades importantes. Um equivalente em Filosofia Contemporânea está sendo desenvolvido

 Mundo dos Filósofos

http://www.mundodosfilosofos.com.br/

História da Filosofia, artigos, imagens, enquetes, mitologia …

 Crítica: Central de Filosofia e Cultura

http://critica.no.sapo.pt/

Página portuguesa coordenada por Desidério Murcho, tem um enfoque voltado para a filosofia analítica. Apresenta muitos textos e seções, como a publicação de trabalhos de pós-graduação, temas da filosofia, traduções, resenhas, links etc. Possui ainda seção de música e leitura e promove um grupo de debates via e-mail. Visual agradável e atualizações constantes.

 Só Filosofia

http://www.filosofia.com.br/index2.php

 Um site completo: biblioteca virtual de filosofia, enquetes, história da filosofia, rádio filosofia, dicas para sala de aula, história em quadrinhos, charges filosóficas,  frases, curiosidades de filosofia e muito mais.

  Filosofia e Idéias

http://www.reocities.com/athens/4539/

Site com visual atrativo e interativo, apresenta temas da filosofia de forma didática e simples.

 Filosofia Para Todos

http://www.filosofiaparatodos.com.br/

Contém várias seções, como de textos clássicos, artigos, eventos. Infelizmente não é mais atualizada e se encontra incompleta.

 Enciclopédia Simpózio –  

http://www.cfh.ufsc.br/~simpozio/Megahist-filos/ME-Hfil.html

História da Filosofia, pelo professor Evaldo Pauli, completa nos assuntos de que trata e muito bem organizada. Mais uma bela página do CFH da UFSC.

 Estudante de Filosofia.

http://www.estudantedefilosofia.hpg.com.br/

Várias informações sobre filosofia. Pena que seja necessário se cadastrar para acessar o conteúdo, e o site seja otimizado para Microsoft Internet Explorer.

 A Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro

http://bibvirt.futuro.usp.br/

Do Projeto Escola do Futuro da USP, conta em seu crescente acervo com vários clássicos da literatura portuguesa e brasileira. Em termos de filosofia, tem por exemplo, o livro O QUE É FILOSOFIA? , de Caio Prado Júnior, publicado pela coleção Primeiros Passos.

 Textos de Interesse Filosófico

http://cfh.ufsc.br/~wfil/textos.htm

Alguns textos clássicos e didáticos muito instrutivos, como “O que é filosofia e por que vale a pena estudá-la”, de Ewing, ou “O Valor da Filosofia”, de Bertrand Russel. Algumas cenas  de filmes  como MATRIX e A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS. Site do departamento de filosofia da UFSC.

 O Dialético – Thiago Maia

http://www.odialetico.hd1.com.br/index9.html

Vários artigos e textos de autores

 Pausa para a Filosofia

http://www.armazem.literario.nom.br/autoresarmazemliterario/eles/martinhocarloshost/filosofia/index.htm

Este site de Martinho Ross traz a edição on-line de vários livros, como o Convite a Filosofia, de Marilena Chaui.

 Consciência

http://www.consciencia.org/

“É um espaço virtual de estudo, pesquisa e ensino. Tradicional site de filosofia, ampliou o leque temático para abranger outras ciências humanas: História do Brasil, História Geral, Literatura, Antropologia, Sociologia, Linguística e áreas afins.” (do próprio site)

 

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nov
19
Aprendendo Filosofia com Jogos

Por Francisco Renaldo Costa

A filosofia para encantar e alcançar seus objetivos propostos pela LDB deve conduzir os educandos aprender a aprender para pensar por si mesmos. Não um simples pensar, afinal todos pensam, filosofia trabalha com o pensamento crítico. Acredito que esse pensar por si mesmo passa pela autonomia do educando. O desafio está em acreditar e deixar nossos alunos  serem co-autores nas aulas de filosofia.

Durante alguns anos a experiência está provando que nossos jovens são criativos. A ponte entre a filosofia e criatividade  se encontra numa verdade explicita: partir da realidade, unir a filosofia com a vida.

Relato algumas experiências que estão dando certo, todas partindo do conteúdo proposto pelo plano de ensino:

Jogos de tabuleiro: em grupo e no final todos jogam.

Super Trunfo: o tradicional jogo de cartas pode ser confeccionado em grupo. Por exemplo, Super Trunfo Mitológico.

Gincana: a produção das perguntas pode ser feita pelos alunos, ou se viável, pelo professor. Perguntas nos envelopes, criatividade para elaborar as etapas (corrida de bastão, bexigas etc) organiza-se as equipes e é só começar.

Hotpotatoes: programa que contém um pacote de seis ferramentas educacionais: Quiz, Palavra Cruzada… configura-se e com opção de salvar como página da web, coloca-se em um blog ou site da escola e resolve-se on-line.

Quiz Your Friends: On-line. As respostas vão direto para o e-mail do professor.

Blog: Recurso que aproxima professores e alunos. Espaço para reflexão e resolução de atividades on-line.

São dicas simples que fazem a diferença em sala de aula!

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nov
3
Palavra Cruzada de Filosofia

Ótima dica para deixar as aulas de filosofia mais atrativas, sem deixar de lado o conteúdo, é o programa Hot Potatoes ( podem baixar é gratuito).  Logo de início você pode escolher o idioma do programa, detalhe que facilita. É um pacote de ferramentas  onde o professor escolhe a forma de trabalhar: Quiz, Palavra Cruzada, entre outros. No final é só configurar – estilo, cores, tempo para resolução… -  salvar como página da web  e pronto.  Pode-se usar para revisão de conteúdo, por exemplo. Os alunos  interagem bastante, visto que, é uma construção deles; quando todas as questões estão prontas é só começar a brincadeira. O importante é sempre desafiar e motivá-los,  faça uma espécie de mini-gincana com o material produzido. Deixe o material on-line no site da escola ou em seu blog para estudo. Fica a dica!

Fiz uma palavra cruzada utilizando o programa. Para vocês testarem seus conhecimentos em filosofia. Em breve postarei alguns  trabalhos dos meus alunos.

Para solucionar  é só clicar na imagem abaixo.

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ago
12
O que é Mitologia? Que tal Percy Jackson?

Mitologia  é uma maneira de explicar o mundo, por meio de narrativas míticas, possuindo dentre outras funções,  afugentar nossos medos, sejam dos fenômenos naturais, como em séculos distantes,  como também da violêcia, nos dias atuais. O recurso utilizado está  “fora do ser humano”,  já que é com a  ajuda de deuses e entes sobrenaturais que passamos a entender o mundo que nos cerca e a nós mesmos.

Baseado no primeiro de uma série de romances de sucesso, PERCY JACKSON – O LADRÃO DE RAIOS é ambientado no mundo atual, onde os doze deuses do Olimpo (instalados 600 andares acima do planeta, no edifício Empire State Building, em Nova York) estão vivos e criando uma nova raça de jovens heróis mitológicos que são semideuses – metade mortais, metade imortais. Zeus suspeita que Percy, filho adolescente de Poseidon, tenha roubado seu raio, a arma mais poderosa do universo. Para provar sua inocência e evitar uma guerra devastadora entre os deuses, Percy embarca numa odisséia transcontinental com o objetivo de encontrar o verdadeiro ladrão. Ao longo do caminho, ele enfrenta inimigos cruéis decididos a detê-lo, e salva sua mãe das garras assassinas de outro deus grego, Hades.

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jul
9
FGV – Cursos gratuitos

Para quem busca constante aperfeiçoamento, essencial para o sucesso profissional, a FGV, oferece curso gratuitos! Nos dias atuais não existem desculpas para uma constante reciclagem de idéias. Mude, pense diferente, ouse, organize-se., seja feliz!

  A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

Para ter acesso ao que o FGV Online oferece a você nesse Consórcio, veja as opções abaixo.

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga horária de 5h

 Balanced Scorecard (leia mais…)

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abr
21
Dica de livro (apostila): Filosofia para adolescentes

Filosofia Para Adolescentes

Nota do autor (Prof. Antonio Jaques de Matos) : Na função de professor de adolescentes, procurei organizar um conjunto de aulas mais próximas da curiosidade deles e da necessidade que o professor tem de transmitir noções de filosofia, a partir de algumas experiências já vividas em sala de aula.

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fev
20
Filosofia e Séries de TV

Professor de filosofia do que seria, na França, o ensino médio, Thibaut de Saint Maurice percebeu, numa tarde cinzenta de inverno, que as explicações sobre o “raciocínio experimental” eram incapazes de alterar, minimamente que fosse, o olhar de seus alunos. Estavam todos alheios ao que dizia. Foi então que, tal e qual reviravolta num roteiro, ele lembrou-se do doutor House, o médico que dá nome a uma das séries mais vistas no mundo.

“Ao escrever no quadro-negro, para ninguém, lembrei do House tentando explicar aos colegas, no hospital, a pertinência de suas hipóteses”, diz. “Perguntei aos alunos se conheciam o House. Até os que olhavam pela janela se voltaram para mim. Começamos a falar sobre a descoberta dos diagnósticos pelo personagem e, então, toda aquela história de ‘diálogo entre razão e experimento’ ganhou sentido.”

Nascia assim “Philosophie en Séries” (“Filosofia em Séries”), publicado na França, sem tradução no Brasil. Se são muitos os subprodutos que as séries procriam, poucos são os que se mostram tão inventivos e, digamos, filosóficos.

“A riqueza das séries é inexplorada”, diz o autor, em entrevista à Folha. “Todas juntas, são um formidável espelho da vida contemporânea e constituem um grande reservatório de experiências e de situações com as quais muita gente se identifica.” Por isso, sentado em frente à TV, Maurice resolveu filosofar e, de posse de um livro de Kant, acabou por pensar em Jack Bauer, “antikantiano” por excelência.

O autor está convicto de que séries como “Nip/Tuck”, “A Sete Palmos” e “Dexter”, diversão à parte, giram em torno de questionamentos sobre os valores sociais e a maneira de se ver o mundo. A obsessão estética, a morte e o senso de justiça numa sociedade que se sente refém da violência são, na visão de Maurice, o estofo desses programas.

Jack Bauer, por sua vez, seria o típico herói pós-moderno. “Seu heroísmo não repousa sobre uma virtude essencial, uma fé religiosa ou sobre valores universais. Seu heroísmo é o da eficácia. Sua moral é a utilitarista. A violência que ele pratica é vista como um preço a ser pago em nome da eficácia.”

Já House encarnaria a figura moderna de um Sócrates obcecado pela busca pela verdade. “O sucesso da figura de House é extremamente revelador de uma sociedade que não se importa mais com a verdade”, diz, dialético.

filosofia e sériesfilo e seéries 2

Fonte: Da Folha On Line -Ilustrada – 14/02/201007h47

Por  ANA PAULA SOUSA da Folha de S.Paulo

O Livro: PHILOSOPHIE EN SÉRIES
Autor: Thibaut de Saint Maurice
Editora: Ellipses (176 págs.; importado)
Quanto: 11,88 euros (cerca de R$ 30 mais taxas em www.amazon.fr)

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