out
1
Exercício para ser feliz no trabalho!

Nos dias de hoje a felicidade é tema central no mundo corporativo. Mas sempre existe aquele que ainda não está feliz completamente em seu trabalho. Hum… você está fora de moda! Então” seus problemas acabaram”, aliás, o seu problema é o meu problema. Afinal, stress no ambiente de trabalho não dá!.  A resposta está no  Taiiiiiiiiiii Chii. É uma ótima receita para aliviar tensão….  como aquecimento:

tai_chi[3]

Faça assim para aliviar sua dor no pescoço e no ombro.

pescoco[3]

Wa..wa.. aaa

wa[3]

Mexa-se para direita e depois para a esquerda.

mexa-se[3]

Depois mexa-se para esquerda depois para a direita.

mexa-se2[3]

Apenas faça assim. Não se force a fazer um 360° com a cabeça, 180° você fará. Abaixe-se um pouco como se fosse um perturbado. Repita algumas vezes até ficar cansado.

360[3]

Pegue alguma coisa da sua mesa e bata na cabeça com força. Se você continuar com sono bata com mais força!

bater[3]

Depois disso, mexa seus pés e balance o corpo desta forma. Faça como se ninguém ligasse e não esqueça de sorrir.

bcorpo[3]

Mova seus pés e corpo dessa maneira… Faça como se não houvesse problema nenhum.

pes[3]

E agora, com mais vontade! Não ligue para o que os outros dizem.

avontade[3]

Mande embora todo o seu estresse!

estress[3]

Se o seu chefe perguntar o que você está fazendo, mova a cabeça devagar desse jeito e diga a ele que você está morrendo de tanto trabalhar.

chefe[3]

Para você leitor  do Filosofia e Vida, seja  feliz  sempre. Busque  ferramentas  para tornar-se cada vez mais humano, apaixone-se por pessoas e com o tempo passará a entende-las melhor. A jornada dessa paixão deve começar por você mesmo. Valorize-se, conheça a si mesmo, encontre seus pontos fracos e fortes, atualize-se,  seja mais família, cultive  a espiritualidade, por fim, entenda que a felicidade está nas pequenas coisas, no ordinário da vida e não apenas no extraordinário.

Que este blog possa contribuir um pouquinho para  a elaboração e realização deste  grande projeto de vida: a sua felicidade!

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set
7
O Carpinteiro

Para pensar…

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set
5
Empego X Internet

79,2% conhece alguém que conquistou um emprego pela Internet

De acordo com pesquisa da Curriculum, aumento número de pessoas que enxergam na web uma boa oportunidade de encontrar vagas de trabalho

As ferramentas da web podem ser grandes aliadas do RH na hora de divulgar vagas. Uma pesquisa realizada pela Curriculum apontou que 68,4% dos entrevistados consideram boa a experiência de procurar emprego pela internet e utilizam frequentemente o meio virtual para procurar uma oportunidade. O estudo ouviu 5.300 pessoas com idade entre 20 e 40 anos e com ensino superior completo.

Outro dado levantado é que, entre aqueles que qualificaram como boa a procura de posto de trabalho pela internet, 38,1% conseguiram preencher a vaga. Daquele mesmo grupo, 79,2% já ouviram falar de alguém que conquistou uma colocação no mercado por meio da web.

Diante deste resultado, o presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri, afirma que a internet está se consolidando cada dia mais. “O candidato teve medo de perder o trabalho e conscientizou-se de que a Internet pode ser uma grande aliada para manter a empregabilidade. Isso se traduz na tecnologia trabalhando a favor das pessoas.”

Também hoje foi divulgado que, segundo um estudo da Associação Comercial de São Paulo, apenas 17% das empresas paulistanas têm cadastros ativos em redes sociais. Foram entrevistados 500 gestores de micro e pequenas empresas, de modo que se percebe que o uso dos recursos da web 2.0 ainda não é uma prática tão comum.

Fonte: Você RH

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abr
17
A influência dos filósofos na administração

filosofiafoto_consultoria2

   Por Charlyton Vasconcelos

Os filósofos buscam constantemente soluções para os problemas que o correm em seu meio podendo ser externo ou até mesmo interno. Eles buscaram em sua época o que as organizações buscam constantemente: planejamento, organização das tarefas, direção e controle, porém vemos que em um período tão desglobalizado, houve mais resultados positivos do que muitas empresas que existem hoje em dia.

Merece referências a influência dos filósofos gregos, como Platão (429 a.C. 347 a.C.) discípulo de Sócrates, e Aristóteles (384 a.C. 322 a.C.), discípulo de Platão. Ambos deixaram contribuições para o pensamento administrativo do Século XX. Platão preocupou-se com os problemas de natureza política e social relacionados ao desenvolvimento do povo grego. Aristóteles impulsionou o pensamento da Filosofia e no seu livro Política estudou a organização do Estado.

Outros filósofos deixaram importantes contribuições para a formação do pensamento administrativo: Nicolau Maquiavel (1469 – 1527) historiador e filósofo político italiano, seu livro mais famoso, O Príncipe (escrito em 1513 e publicado em 1532) refere-se à forma de como um governante deve se comportar. Segundo Maximiano (2000, p.146), Maquiavel pode ser entendido “como um analista do poder e do comportamento dos dirigentes em organizações complexas”. Certos princípios simplificados que sofreram popularização estão associados a Maquiavel (observa-se o adjetivo maquiavélico):

- “Se tiver que fazer o mal, o príncipe deve fazê-lo de uma só vez. O bem deve fazê-lo aos poucos”.

- “O príncipe terá uma só palavra. No entanto, deverá mudá-la sempre que for necessário”.

- “O príncipe deve preferir ser temido do que amado.”

Francis Bacon (1561 – 1626) filósofo e estadista inglês, considerado um dos pioneiros do pensamento científico moderno, fundador da Lógica Moderna baseada no método experimental e indutivo (do específico para o geral). Segundo Chiavenato (1983, p.22) com Bacon é que encontra-se a preocupação com a separação experimental do que é essencial em relação ao que é acidental. Antecipou-se ao princípio da Administração “prevalência do principal sobre o acessório”.

René Descartes (1596 – 1650) filósofo, matemático e físico francês, considerado fundador da Filosofia Moderna, celebrizado pela sua obra “O Discurso do Método”, em que descreve os principais preceitos do seu método filosófico, hoje denominado “método cartesiano” cujos princípios são:

- Princípio da Dúvida Sistemática ou da Evidência – não é verdadeiro até que se saiba com evidência, ou seja, como realmente verdadeiro.

- Princípio da Análise ou da Decomposição – dividir e decompor cada parte de um problema para analisar as suas partes separadamente.

- Princípio da Síntese ou da Composição – processo racional que consiste no ordenamento dos pensamentos, dos mais fáceis e simples para os mais difíceis e complexos.

- Princípio da Enumeração ou da Verificação – em tudo fazer recontagens, verificações e revisões de modo a tornar-se seguro de não ter havido qualquer omissão durante o processo de raciocínio (checklist).

Thomas Hobes (1588 – 1679) filósofo e teórico político inglês, segundo o qual o homem primitivo era um ser anti-social por definição, atirando-se uns contra os outros pelo desejo de poder, riquezas e propriedades – “o homem é o lobo do próprio homem”. O Estado surge como a resultante da questão, que, de forma absoluta, impõe a ordem e organiza a vida social.

Karl Marx (1818 – 1883) e Friedrich Engels (1820 – 1895) propuseram uma teoria da origem econômica do Estado. Chiavenato (1983, p.23) escreve que, de acordo com Marx e Engels a dominação econômica do homem pelo homem é a geradora do poder político do Estado, que vem a ser uma ordem coativa imposta por uma classe social exploradora. No Manifesto Comunista, ainda segundo Chiavenato, Marx e Engels afirmam que a história da humanidade sempre foi a história da luta de classes, resumidamente, entre exploradores e explorados.

Adam Smith (1723 – 1790) filósofo e economista escocês, considerado como criador da Escola Clássica da Economia, em 1776 publica a sua obra “Uma investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações”, mais conhecido como A Riqueza das Nações, já abordava o princípio da especialização dos operários e o princípio da divisão do trabalho em uma manufatura de agulhas para destacar a necessidade da racionalização da produção. Conforme Chiavenato (1983, p.30), para Adam Smith, a origem da riqueza das nações reside na divisão do trabalho e na especialização das tarefas, preconizando o estudo dos tempos e movimentos, pensamento que, mais tarde, Frederick Winslow Taylor e o casal Frank e Lilian Gilbreth viriam a desenvolver, fundamentando a Administração Científica.

Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, freqüentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo. (“Adam Smith, A Riqueza das Nações, Livro IV, capítulo 2”).

David Ricardo (1772 – 1823) economista britânico, em sua obra “Princípios de Economia Política e Tributação”, publicada em 1817, tratava de teorias cujas bases residiam nos seus estudos sobre a distribuição da riqueza a longo prazo. Segundo David Ricardo o crescimento da população tenderia a provocar a escassez de terras produtivas. Tal Como Adam Smith, Ricardo admitia que a qualidade do trabalho contribuía para o valor de um bem. O trabalho era visto como uma mercadoria. Uma importante contribuição sua foi o princípio dos rendimentos decrescentes, devido à renda das terras. Tentou deduzir uma teoria do valor a partir da aplicação do trabalho. Ricardo tornou-se o clássico por excelência da Economia, apesar de se inspirar em grande parte da sua análise na obra de Adam Smith acabou por criticá-lo. Alterou o conceito de valor de uso de Adam Smith definindo-o como a Utilidade, ou seja, a capacidade do produto satisfazer as nossas necessidades. Como contribuições para a formação do pensamento administrativo, resumidamente, é possível destacar: suas posições a respeito do custo do trabalho e sobre os preços e mercados.

John Stuart Mill (1806 – 1873) filósofo e economista britânico publicou “Princípios de Economia Política” onde, segundo Chiavenato (1983, p.31) apresenta um conceito de controle objetivando evitar furtos nas empresas. Acrescenta duas qualidades importantes, a fidelidade e o zelo.

A partir do Séc. XX poderemos verificar no pensamento de Peter Drucker a crescente preocupação com as novas formas de atuação do administrador enquanto individuo e da administração enquanto prática para que tal indivíduo alcance e desenvolva a felicidade, zelo, controle do trabalho, utilidade do valor, a ordem, a organização, e outros aspectos já evidenciados pelos filósofos clássicos diante de um mundo tão complexo como o que vivenciamos hoje, chamado de mundo globalizado.

Fonte:  Administradores.com - Acesso em 17/04/10

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abr
17
O que é gestão de talentos?

Por Francisco Renaldo Costa

Gestão de Talentos é um conjunto complexo de processos integrados que fornecem um benefício “óbvio” e fundamental para qualquer organização: o desenvolvimento  das potencialidades de seus colaboradores.

Será que os colaboradores de sua empresa estão no auge de seu desenvolvimento, ou pelo menos, em curso? Aliás, eles conhecem suas potencialidades?

Toda equipe deseja contar com as melhores pessoas para executar em um nível mais elevado seu papel. Organizações e líderes sabem que o nível de desempenho dos negócios é impulsionado pelo talento.

A Gestão de Talentos justifica-se porque o fator essencial de qualquer organização é o talento. A qualidade de seus colaboradores é o seu verdadeiro diferencial competitivo. Onde as pessoas são a diferença a Gestão de Talentos é a estratégia.

A Era do Talento

guerra do talento

Em 1997, um estudo ( que transformou-se em livro, veja acima) da McKinsey cunhou o termo: a guerra por talentos.

Agora, no novo milênio, nós nos encontramos na era do talento. Durante a época agrícola, a economia era baseada na terra, em bens verdadeiramente físicos e tangíveis. A idade industrial seguiu com uma economia de produção orientada. Desempenho de negócios foi obtido através da utilização mais eficaz das fábricas e redes de distribuição.

modelos de gestão

A era do conhecimento mudou a base do valor econômico de ativos de informação através de comunicação integrada e tecnologia da informação. Agora, a batalha competitiva é a busca pelas melhores pessoas, porque eles são os criadores do verdadeiro valor.

Neste novo modelo, o RH passa a ser o facilitador estratégico dos processos de gestão de talentos que capacitam gestores e trabalhadores, criando valor aos negócios.

Com essa visão, Gestão de Talentos pode ser definida como a implementação de estratégias integradas ou sistemas destinados a melhorar os processos de recrutamento, desenvolver e reter pessoas com as habilidades necessárias e a aptidão para satisfazer necessidades atuais e futuras da organização.

Curiosamente  é definida como a gestão de desempenho, remuneração variável, ou aquisição de talentos. Sendo também muitas vezes confundido com o desenvolvimento da liderança. Embora o desenvolvimento da liderança seja função crucial de sua organização, focalizando-a exclusivamente é um legado do século passado. Na era do talento requer uma visão ampla e holística. Um negócio de alto desempenho depende de uma ampla gama de talentos.

Porque Gestão de Talentos?

O custo da força de trabalho é a maior categoria de gasto para a maioria das organizações. Automação e análise de processos de recrutamento e contratação de trabalhadores prevê a visibilidade imediata e insights que você precisa para melhorar significativamente sua linha de fundo.

O futuro deste novo modelo de gestão está vinculado em soluções concebidas a partir do “solo” para fornecer funcionalidade de negócios centrada em uma plataforma unificada de gestão de talentos. Decisões que são tomadas verticalmente, sem prévia consulta do “chão de fábrica/empresa” estão fadadas ao fracasso, pois é evidente que não correspoderão à realidade. Cabe aqui ressaltar a interação  dos diversos setores de sua empresa.

Como quase todos os fatores competitivos de negócio tornaram-se commodities, o talento é o que conduz finalmente o sucesso do negócio e cria valor. As organizações dependem de soluções e serviços  para avaliar, adquirir, desenvolver e alinhar talento com os objetivos de negócio, reduzindo significativamente os custos do processo, melhorando a qualidade de contratar, reduzindo riscos e alcançar níveis mais elevados de desempenho.

Hoje em dia, corremos o risco de transformar a Gestão de Talentos exclusivamente em estratégias de mensuração de talentos. Vale lembrar que estamos falando de seres humanos. A visão, por sua vez, fundamenta-se nas habilidades e competências de seus colabores.

 Conheça-os, converse, partilhe, aproxime-se. Desenvolva um processo empático. Ser humano só desenvolve-se quando é visto como ser humano e não apenas como mais uma engrenagem do processo.

A Gestão de Talentos é capaz de gerir talentos quando se desenvolve na empresa uma Gestão de Relacionamentos! Este por sua vez, é construído no cotidiano da organização.

*Crédito da figura Cenário Ambiental dos Modelos de Gestão:  Serpro

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abr
11
Tudo Flui…

Por Francisco Renaldo

“Nada do que foi será/De novo do jeito que já foi um dia/Tudo passa/Tudo sempre passará…” (Lulu Santos)

 Como afirma Heráclito (filósofo pré-socrático aprox. 540 a.C. – 470 a.C.) “O homem não entra duas vezes no mesmo rio, da segunda vez á não é o mesmo homem e nem o mesmo rio” , na verdade “tudo flui”. Significa então que tudo é devir, movimento, mudança. E nós… cidadãos do século XXI estamos preparados para estas mudanças? Ou melhor, entendemos o que se passa em nossa sociedade veementemente tecnológica? 

 Precisamos adaptar-nos, mudar nossos paradigmas, compreender  o devir tecnológico  para  elaborarmos estratégias  (diga-se aqui, em todas as áreas do ser humano: profissional, familiar, espiritual, relações…) que melhor nos realize como pessoas e não como máquinas, auxiliando-nos na busca da felicidade que é tornar-se cada vez mais humano!

Quando  olhamos para a história da humanidade e  comparamos a sociedade contemporânea com a tradicional, percebemos que a mudança é um eixo norteador. A primeira, muda lentamente, o que permite às novas gerações a adaptação segura à herança recebida. A nossa,  a extrema rapidez das mudanças, ultimamente tem nos deixados atordoados.

As crenças  antes  solidificadas perderam sua força. Por sua vez, as decisões importantes encontram o caminho das possibilidades, outrora não conhecido por nós. A “verdade absoluta” deu lugar ao relativo.

Vivemos em um  período privilegiado:  de quebra de paradigma ( parâmetros que orientam a compreensão de mundo e de nós mesmos, estruturando assim uma “visão de mundo”). De uma maneira simples podemos afirmar que os paradigmas são como os nossos óculos… é a forma que enxergamos.

Se ontem as empresas eram máquinas e as pessoas engrenagens, hoje, as empresas são um sistema dinâmico/integrado e as pessoas seu principal patrimônio. Ontem não se mexia em time que está ganhando, hoje, devemos estar sempre abertos e rever nossos produtos, serviços e formas de agir. 

É o momento de perguntar: que óculos você usa como ferramenta para alcançar seus objetivos?

Você está preparado para as mudanças que ocorrem a todo instante? 

Você escolhe a Gabriela que  diz  ”eu nasci assim, eu vivi assim“… ou Heráclito :tudo flui, tudo muda.

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abr
11
Alain de Botton: Uma filosofia de sucesso mais bondosa e delicada

Clique em View Subtitles e escolha o idioma da  legenda!

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abr
10
Banein… ideias e investimentos

É com satisfação que informamos que o Blog Filosofia e Vida foi convidado a participar como colaborador do Banein.com, um projeto ousado idealizado pelo consultor de empresas Leonardo Siqueira.

 Banein é “uma comunidade dinâmica e interativa, agrupando a todos em um só local, unindo ideia e capital”.

Um pouco de história:

“Reflexões Corporativas.

Com este título, nasceu um Blog na intenção de conciliar a filosofia, com o mundo dos negócios e empresas.
Algum tempo depois, os resultados foram se amplificando, as participações se intensificando e nosso conteúdo se aprimorando.
Mas ainda não era o bastante…

Escrevendo sobre empresas, profissionais e aspectos relacionados a negócios, o Blog cresceu, atingiu outros profissionais, recebeu novas propostas e estruturou um novo projeto.

Surgiu assim o Banein, um Blog com objetivos precisos e estratégias traçadas.

Como oferecer para as empresas e profissionais, mais que conteúdo de qualidade, benefícios que o possibilitem crescer e fortalecer seu negócio?

Com uma proposta séria e com o objetivo de levar conteúdo de qualidade, formamos parcerias com empresas, profissionais e Blogs de reconhecida qualidade.”

Ao Banein e colaboradores sucesso nessa nova etapa! 

E vocês  leitores do Filosofia e Vida, sintam-se convidados a visitar-nos sempre que puderem, acessem, conheçam e se apaixonem por esse novo conceito.

Banein - Ideias e Investimentos

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abr
4
Filosofia em alta no ambiente corporativo

luzfilosofos

A ascensão do filósofo Luiz Carlos Trabucco Cappi à presidência do Bradesco sugere a valorização da Filosofia no mundo corporativo. Ele não é único executivo brasileiro a ter essa formação, seja em nível de graduação, mestrado ou por meio de cursos complementares. A questão, portanto, é saber o que mudou no mercado empresarial para trazer um conhecimento normalmente restrito ao ambiente acadêmico para o pragmatismo das empresas.

 A coordenadora de projetos da Fundação Itaú Social, Isabel Cristina Santana, é outra filósofa atuante em uma área corporativa. Na sua avaliação, uma das principais contribuições dos filósofos para as empresas é a forma de pensar, própria dessa carreira, que valoriza a reflexão aprofundada dos conceitos e das situações, o que permite ter uma visão mais abrangente da realidade. Segundo ela, é atributo da Filosofia pensar coisas complexas e estabelecer relações entre fatos e conceitos. Por isso, esses profissionais têm condições de ajudar as companhias a burilarem a arte de pensar. O que é muito útil, porque “as complexidades do mundo só aumentam”, lembra Isabel.

 Para ela, o que as empresas deveriam aproveitar melhor de seus funcionários filósofos – ou do conhecimento filosófico em geral – é a metodologia de investigação filosófica. “Essa metodologia envolve aspectos que muitas vezes faltam às empresas, como visão crítica, criatividade, busca de sentido e coerência de raciocínio”, explica.

 No entanto, Isabel não acredita que a ascensão dos profissionais advenha unicamente de sua formação em Filosofia, mas de um conjunto de atributos desenvolvidos ao longo da carreira. A mesma orientação segue o diretor de marketing e novos negócios da rede de drogarias Drogão, Nelson Luiz Guimarães de Paula, formado em Filosofia e Marketing e Comunicação. “Não acho relevante só a formação. Hoje há milhões de engenheiros que trabalham em Marketing, médicos em áreas promocionais e matemáticos que são vendedores de sucesso”, observa.

 Na avaliação de De Paula, a entrada dos filósofos no mercado corporativo advém de um processo natural da sociedade. “O filósofo contemporâneo está imerso no mundo corporativo; não é possível separar o pensamento acadêmico do mundo real”, diz e completa: “acredito no pensamento dentro do mundo, inserido no contexto”.

 Analisando a possibilidade de maior empregabilidade para filósofos no ambiente corporativo, o professor da PUC de SP, Eduardo Cruz, acredita haver uma mudança de paradigma operada no ambiente organizacional a partir dos anos 1990. Em sua avaliação, a chamada era da informação, instaurada a partir do início da década passada, fez com que as empresas demandassem profissionais mais pró-ativos, inteligentes, com habilidades mais sofisticadas e que precisam ser motivados. “A motivação não vem só do salário, mas inclui aspectos subjetivos e por isso a Filosofia entrou no vocabulário de gestão”, acredita.

Em um breve histórico, o professor explica que o processo de industrialização clássico do século XX perdurou até os anos 1950, quando as pessoas eram tratadas quase como robôs dentro das empresas. No período entre 1950 até 1990, houve a aplicação da visão Neoclássica ao trabalho e os colaboradores foram compreendidos como recursos organizacionais, o que ainda não incluía uma valorização da subjetividade, como passou a ocorrer no final do século passado.

 Na visão de Cruz, entretanto, não só a Filosofia é valorizada, mas todas as humanidades. Ele cita Psicologia, Arte e até Física, que embora seja uma disciplina exata confere a seus estudantes uma flexibilidade de pensamento que pode fazer diferença no dia-a-dia das empresas. “Hoje a empresa não quer mais um técnico titulado, mas alguém que tenha facilidade para transitar em várias áreas e pensar de maneira própria”, resume.

Para ele as principais contribuições que a Filosofia pode aportar ao mundo corporativo são uma compreensão maior da Ética, que pode contribuir para uma discussão ampla das decisões das empresas, e o raciocínio rigoroso desenvolvido por esses profissionais. “Quem estuda filosofia está atento a descobrir as lacunas do pensamento e encontrar respostas”, diz.

O filósofo e escritor Paulo Ghirardelli Jr., autor de vários livros, cujos mais recentes são “Folosofia e História da Educação no Brasil”, pela editora Manole, e “O Que é Filosofia Contemporânea”, pela Brasiliense, é ainda mais radical em avaliar a contribuição dos filósofos para companhias. Segundo ele, o filósofo autêntico é um bom administrador, bom negociador e bom homem prático porque, ao lidar com problemas do dia-a-dia, sabe aplicar os resultados das pesquisas em metafísica, epistemologia, ética, estética, pedagogia e política à vida cotidiana. “Caso não saiba, não é filósofo”, atesta. E pondera: “Caso saiba demais, também não é”.

 Giraldelli ressalta, entretanto, que a Filosofia não é uma profissão, mas uma condição de vida, uma vez que os filósofos são pessoas que investigam o que há a seu redor, e que, em geral, colocam perguntas para aquilo que parece ser o banal e, assim, “desbanalizam o banal”. É por essa condição que ele acredita que muitos profissionais, ao descobrirem o saber filosófico, podem tirar da mesmice vários outros saberes profissionais.

No caso específico das áreas de RH, Ghiraldelli acredita que os filósofos têm muito a contribuir, pois tem um conhecimento melhor das vocações e dos desejos das pessoas. Em sua avaliação a Psicologia, que é a profissão geralmente demandada por essa área, se prende demasiadamente a questões particulares de cada pessoa, enquanto a Filosofia tem condições de inserir os profissionais que passam pelo RH no campo social, humano, existencial e, com isso, avaliar melhor suas potencialidades.

Já para o especialista em treinamento e educação para empresa Luiz Carlos Moreno, a Filosofia contribui amplamente para o desenvolvimento pessoal, o que também se traduz profissionalmente. “Administrar organizações é muito mais do que saber aplicar regras e técnicas; é ser capaz de pensar, decidir e agir”, comenta. Na sua avaliação, o estudo filosófico tem a intenção de ampliar incessantemente a compreensão da realidade no sentido de aprendê-la na sua amplitude, buscando conceitos e classificações.

Embora considere muito pessoal a recomendação de leituras, Moreno sugere alguns livros como essenciais na biblioteca de executivos que tenham interesse por Filosofia. Entre os pensadores ocidentais destaca “O Banquete”, de Platão; “Ética a Nicômano”, de Aristóteles e “Além do Bem e do Mal”, de Nietzsche. Entre as obras orientais, ele sugere: “Os Anacletos”, de Confúcio; “Tao Te King”, de Lao-Tse e “A Arte da Guerra”, de Sun-Tsu.

Fonte: Canal RH

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abr
2
Modelos de Gestão

modelos de gestão
Fonte: Serpro

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abr
2
Negócios ou família?

 

projetoseplanosdenegociosfamilia

Vamos imaginar apenas o melhor. Que sua competência é reconhecida por todos na empresa e sua carreira vai muito bem, obrigado. Agora, a parte chata. Será que sua performance em casa é tão boa quanto no escritório? Stephen Covey, um dos badalados gurus de administração, elaborou este teste para ajudá-lo a responder a essa pergunta. Ele fez uma adaptação dos princípios de seu livro Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficazes (editora Best Seller), que já vendeu mais de 10 milhões de cópias mundo afora.
Faça o teste em Você S/A

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mar
29
Parábolas de Gestão II

vaquinha-precipicio

Um sábio passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita.

Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar. A casa era de madeira, faltava calçamento e os moradores, um casal e três filhos, trajavam roupas rasgadas e sujas.

Ele se aproximou do pai daquela família e lhe perguntou:

“Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Então, como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?”

O senhor calmamente lhe respondeu:

“Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e com a outra parte nós produzimos queijo, coalhada e outros produtos para nosso consumo. Assim, vamos sobrevivendo”.

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e partiu. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:

“Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e a empurre, jogando-a lá embaixo”.

O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.

Assim fez e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela pobre família tivera que vender o sítio para sobreviver.

Chegando no local, foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos, ao que o caseiro respondeu:

“Continuam morando aqui”.

Espantado, ao encontrar os familiares, viu que se tratava das mesmas pessoas que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono:

“Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?”

E o senhor entusiasmado lhe respondeu:

“Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daquele dia em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora”.

 Autor Desconhecido

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