set
7
Horário Político – Um pouco de comédia

Nessa época de horário eleitoral… só rindo, na verdade o candidato apresentado é produto dos marqueteiros!

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ago
4
A lista dos parlamentares processados, por partido

PMDB (32)

Aníbal Gomes (PMDB-CE)
Inquérito 1396 – de natureza não informada.
Ação Penal 347 – crime de lavagem ou ocultação de bens.

Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Ação Penal 481 – estelionato, captação ilícita de votos e formação de quadrilha ou bando. É resultado do Inquérito 2197, que em março de 2005, foi instaurado para apurar a troca de votos por laqueaduras de trompas – Redistribuído em 15/09/2009

Camilo Cola (PMDB-ES)
Inquérito 2836 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Carlos Alberto Canuto (PMDB-AL)
Inquérito 2758 – corre em segredo de Justiça. Crime contra a liberdade pessoal (ameaça) e crimes eleitorais

Carlos Bezerra (PMDB-MT)
Inquérito 2500 – peculato
Inquérito 2755 – peculato, corrupção passiva e ativa

Edison Lobão Filho (PMDB-MA)
Ação Penal 496 – crime contra as telecomunicações

Edson Ezequiel (PMDB-RJ)
Inquérito 2300 – peculato, emprego irregular de verbas públicas e corrupção passiva. O processo corre em segredo de Justiça

Eliseu Padilha (PMDB-RS)
Inquérito 2097 – crime contra a administração pública/ corrupção passiva.

Flaviano Melo (PMDB-AC)
Ação Penal 435 – crime contra o sistema financeiro nacional e peculato

Geraldo Pudim (PMDB-RJ)
Inquérito 2601 – crimes eleitorais
Inquérito 2704 – boca de urna.

Gilvam Borges (PMDB-AP)
Inquérito 2674 – crimes contra a honra
Inquérito 2779 – Injúria difamação

Jackson Barreto (PMDB-SE)
Ação Penal 357 – peculato
Ação Penal 376 – peculato – redistribuído em 15/09/2009
Ação Penal 377 – peculato
Ação Penal 431 – peculato – redistribuído em 15/09/2009
Ação Penal 488 – peculato.
Ação Penal 372 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral
Inquérito 2247 – crimes de imprensa – PGR manifestou-se pela rejeição da queixa. Caso ainda será julgado pelos ministros
Inquérito 2629 – crimes eleitorais (boca de urna)

Jader Barbalho (PMDB-PA)
Ação Penal 336 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas
Ação Penal 339 – crimes contra o sistema financeiro nacional
Ação Penal 397 – estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro
Ação Penal 498 – peculato
Ação Penal 398 – peculato.
Ação Penal 374 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas
Inquérito 2051 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral.
Inquérito 2760 – formação de quadrilha, crime contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 1332 – crime contra a administração pública

João Magalhães (PMDB-MG)
Inquérito 2427 – crime contra a Lei de Licitações

Jurandil Santos (PMDB-AP)
Inquérito 2709 – crime contra a Lei de Licitações

Laerte Bessa (PMDB-DF)
Inquérito 2661 – peculato (aguardando recebimento da denúncia)

Leomar Quintanilha (PMDB-TO)
Inquérito 2274 – formação de quadrilha ou bando, crimes contra ordem tributária, crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores

Leonardo Quintão (PMDB-MG)
Inquérito 2792 – crimes eleitorais

Luiz Bittencourt (PMDB-GO)
Inquérito 2835 – Peculato

Marcelo Castro (PMDB-PI)
Inquérito 2332 – crime contra a honra, injúria

Michel Temer (PMDB-SP)
Inquérito 2747 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético

Natan Donadon (PMDB-RO)
Ação Penal 396 – peculato e crime contra a Lei de Licitações
Inquérito 2494 – crimes eleitorais.

Nelson Bornier (PMDB-RJ)
Inquérito 2137 – crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2168 – crime contra a lei de Licitações
Inquérito 2177 – crime da lei de licitações
Inquérito 2655 – crimes de responsabilidade, crime contra a Lei de Licitações

Olavo Calheiros (PMDB-AL)
Inquérito 2426 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético
Inquérito 2695 – crime de competência

Osvaldo Reis (PMDB-TO)
Inquérito 2274 – formação de quadrilha ou bando, crimes contra a ordem tributária, crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores. Corre em segredo de justiça.

Romero Jucá (PMDB-RR)
Inquérito 2663 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Solange Almeida (PMDB-RJ)
Inquérito 2664 – crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2726 – crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2834 – crimes praticado contra a administração pública. Emprego irregular de verbas ou rendas públicas

Valdir Raupp (PMDB-RO)
Ação Penal 358 – peculato
Inquérito 2027 – crimes contra o sistema financeiro nacional
Inquérito 2442 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral
Ação Penal 383 – crimes contra o sistema financeiro nacional

Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG)
Inquérito 2628 – apropriação indébita previdenciária, crimes contra a ordem tributária (IRPF)
Inquérito 2634 – apropriação indébita previdenciária, crimes contra a ordem tributária (IRPF)
Inquérito 2800 – apropriação indébita previdenciária, sonegação de contribuição previdenciária

Wladimir Costa (PMDB-PA)
Ação Penal 415 – crimes de imprensa/ crimes contra a honra
Ação penal 474 – crimes de imprensa/ crimes contra a honra
Inquérito 2312 – não tem a natureza informada e corre em sigilo.

Zé Gerardo (PMDB-CE)
Ação Penal 403 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito (prestação de contas do mandato)
Ação Penal 409 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 434 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2307 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2336 – crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2645 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético (c/ parecer da PGR pela extinção da punição)
Inquérito 2847 – crimes de lavagem ou ocultação de bens
Inquérito 2846 – crimes de lavagem ou ocultação de bens

DEM (22)

Abelardo Lupion (DEM-PR)
Ação Penal 425 – crime eleitoral

Alberto Fraga (DEM-DF)
Inquérito 2845 – crime contra a honra

Alceni Guerra (DEM-PR)
Ação Penal 433 – crime da Lei de Licitações
Ação Penal 436 – crime contra a fé pública/ falsificação de documento público
Ação Penal 451 – crimes da Lei de Licitações, durante mandato como prefeito

Bispo Gê Tenuta (DEM-SP)
Inquérito 2639 – improbidade administrativa

Cassio Taniguchi (DEM-PR)
Ação Penal 445 – crimes da Lei de Licitações.
Ação Penal 503 – crimes de responsabilidade, por conta de gestão à frente de prefeitura
Inquérito 1814 – improbidade administrativa.
Inquérito 1957 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2850 – crime da Lei de Licitações
Está licenciado. É secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do governo do Distrito Federal

Clóvis Fecury (DEM-MA)
Inquérito 2058 – crime contra a ordem tributária, por falta de recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
Inquérito 2447 – crime contra o meio ambiente

Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Inquérito 2610 – por captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral. A apuração tramita em segredo de Justiça

Fernando de Fabinho (DEM-BA)
Inquérito 2656 – crimes eleitorais (transporte em dia de eleição)
Inquérito2684 – crime de responsabilidade

Francisco Rodrigues (DEM-RR)
Inquérito 2459 – por crimes contra a administração pública em geral
Inquérito 2250 – por crime contra a Lei de Licitações. Corre em segredo de Justiça.

Jairo Ataíde (DEM-MG)
Ação Penal 432 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 450 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 467 – crime de responsabilidade (com relação à lei de Licitações). Teve os autos baixados à 2ª Vara criminal da Comarca de Montes Claros, mas, em março de 2009, com a reassunção do parlamentar, retornou ao STF e permanece ativa

Jayme Campos (DEM-MT)
Inquérito 2799 – formação de quadrilha ou bando, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e crime contra a Lei de Licitações
Ação Penal 460 – uso de documento falso
Inquérito 2804 – crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura
Inquérito 2830 – crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura como emprego irregular de verbas ou renda pública.

Jerônimo Reis (DEM-SE)
Inquérito 2614- crime de responsabilidade/crime da lei de Licitações
Inquérito 2633 – crimes contra a honra/crimes de imprensa.

Jorginho Maluly (DEM-SP)
Inquérito 2761- peculato e crime da lei de licitações. Este corre em segredo de Justiça.

Júlio César (DEM-PI)
Inquérito 2239 – formação de quadrilha ou bando e peculato
(O inquérito foi arquivado no dia 19 de abril de 2010, por determinação do ministro Eros Grau).

Lira Maia (DEM-PA)
Ação Penal 484 – crime de responsabilidade durante gestão em prefeitura. Inquérito 2578 – crime de responsabilidade, durante mandato como prefeito
Ação Penal 517 – crime de responsabilidade, durante mandato de prefeito
Ação Penal 518 – crime de responsabilidade, durante mandato de prefeito
Inquérito 2742 – crime de responsabilidade, durante mandato como prefeito.

Luciano Pizzatto (DEM-PR)
Ação Penal 490 – apropriação indébita previdenciária

Márcio Junqueira (DEM-RR)
Inquérito 2703 – furto qualificado, estelionato

Nilmar Ruiz (DEM-TO)
Inquérito 2732 – crime da Lei de Licitações.

Paulo Magalhães (DEM-BA)
Inquérito 2311 – lesões corporais (com parecer da PGR pelo arquivamento)

Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Inquérito 2646 – Crimes de responsabilidade durante gestão como prefeita

Vitor Penido (DEM-MG)
Inquéritos 2483 – crime contra a Lei de Licitações
Inquérito 2482 – crime contra a Lei de Licitações

PSDB (17)

Alfredo Kaefer (PSDB-PR)
Inquérito 2833 – crimes eleitorais (captação ilícita de votos)

Bonifácio Andrada (PSDB-MG)
Inquérito 2757 – sonegação de contribuição previdenciária
Inquérito 2662 – apropriação indébita previdenciária (corre em segredo de justiça)
Inquérito 2670 – está sob segredo de Justiça. Sem assunto definido

Cícero Lucena (PSDB-PB)
Ação Penal 493 – crimes na Lei de Licitações. O processo corre em segredo de Justiça
Inquérito 2527- crimes na Lei de Licitações. O procedimento corre em segredo de Justiça

Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Inquérito 2280 – peculato e lavagem ou ocultação de bens

Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Inquéritos 2721 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético
Inquérito 2445 – crimes da Lei de Licitações

Emanuel Fernandes (PSDB-SP)
Inquérito 2588 – crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Inquérito 2266 – sem assunto especificado. Corre em segredo de justiça

Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Inquérito 2099 – peculato

Marconi Perillo (PSDB-GO)
Inquérito 2504 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2481 – Concussão, corrupção passiva, prevaricação, tráfico de influência, corrupção ativa e crimes de abuso de autoridade
Inquérito 2751 – investigação penal

Manoel Salviano (PSDB-CE)
Inquérito 2477 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito

Mário Couto (PSDB-PA)
Ação Penal 440 – crime eleitoral/ Desobediência às determinações da Justiça Eleitoral
Inquérito 2539 – desobediência às determinações da Justiça Eleitoral

Professora Raquel Teixeira (PSDB-GO)
Inquérito 2848 – crimes da Lei de licitações

Renato Amary (PSDB-SP)
Inquérito 2723 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral

Roberto Rocha (PSDB-MA)
Inquérito 2693 – documento falso/crimes contra a ordem tributária.

Rômulo Gouveia (PSDB-PB)
Ação Penal 492 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Silvio Lopes (PSDB-RJ)
Inquérito 2641 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Inquérito 2837 – investigação penal por prerrogativa de função
Inquérito 2855 – crimes na Lei de Licitações

Urzeni da Rocha (PSDB-RR)
Inquérito 2464 – peculato, formação de quadrilha
Inquérito 2489 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2766 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético/crimes contra a flora
Inquérito 2744 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético; autuado em 2008.

PP (17)

Aline Corrêa (PP-SP)
Inquérito 2786 – formação de quadrilha ou bando, lavagem ou ocultação de bens, valores ou direitos e falsificação de documento público

Beto Mansur (PP-SP)
Inquérito 2496 – crime contra a liberdade pessoal. Redução de pessoa a condição análoga à de escravo.
Inquérito2519 – crimes praticados pro funcionários públicos contra a administração em geral.
Inquérito 2616 – crimes de responsabilidade, prefeito.
Inquérito2688 – crimes de responsabilidade, crimes contra a Lei de Licitações

Celso Russomanno (PP-SP)
Ação Penal 427 – por crime contra o patrimônio/dano – redistribuído em 15/09/2009
Inquérito 1645 – crimes eleitorais – reautuado como ação penal em 13/10/2008
Ação Penal 504 – peculato/crime contra a administração pública.

Ciro Nogueira (PP-PI)
Inquérito 2613 – por crimes eleitorais.

Eliene Lima (PP-MT)
Inquérito 2599 – crimes eleitorais/ uso de documento falso – teve parecer pela condenação e autuação de ação penal, em 26/11/2007
Inquérito 2667 – crimes eleitorais/ uso de documento falso.
Inquérito 2678 – por captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral.
Inquérito 2772 – crimes contra a ordem tributária – (encaminhado ao Tribunal Regional Federal 1º região)

José Linhares (PP-CE)
Inquérito 2720 – o site da corte descreve o assunto da ação como “investigação penal contra parlamentares”

José Otávio Germano (PP-RS)
Inquérito 2808 – crime de competência de prerrogativa de função. O procedimento corre em segredo de Justiça
Inquérito 2842 – peculato

Lázaro Botelho (PP-TO)
Ação Penal 472 – crimes eleitorais – calúnia/difamação

Márcio Reinaldo (PP-MG)
Inquérito 2730 – denunciação caluniosa

Neudo Campos (PP-RR)
Ação Penal 468 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Ação Penal 456 – formação de quadrilha ou bando e peculato.
Ação Penal 453 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 485 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 457 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Ação Penal 459 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 452 – crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 468 – formação de quadrilha. Peculato
Ação Penal 500 – crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 505 – peculato
Ação Penal 506 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Inquérito 2464 – crime contra a administração pública. Peculato.
Inquérito 2489 – crime contra a administração pública. Peculato.
Inquérito 2627 – crime contra a administração pública. Peculato
Inquérito 2647 – crimes de Responsabilidade e contra a Lei de Licitações.
Inquérito 2715 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral.
Inquérito 2710 – crimes contra a Lei de Licitações.
Inquérito 2735 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2743 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2746 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2823 – crimes contra a administração em geral e peculato

Paulo Maluf (PP-SP)
Ação Penal 458 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 461 – formação de quadrilha ou bando, crime contra o sistema financeiro nacional, crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e competência. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 477 – crimes contra o sistema financeiro nacional/competência.
Ação Penal 483 – crime contra o sistema financeiro nacional/competência.
Inquérito 2471 – crime contra o sistema financeiro nacional/competência.
Inquérito 2791 – crimes contra a ordem tributária

Pedro Henry (PP-MT)
Ação Penal 470 (mensalão) – formação de quadrilha, crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores.

Rebecca Garcia (PP-AM)
Inquérito 2691 – falsidade ideológica

Ricardo Barros (PP-PR)
Inquérito 1164 – crimes contra a ordem tributária (sonegação fiscal). Os autos estão sobrestados no STF.

Roberto Balestra (licenciado) (PP-GO)
Inquérito 2484 – crimes eleitorais.
Está licenciado. É secretário de governo em Goiás.

Roberto Britto (PP-BA)
Ação Penal 512 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Vadão Gomes (PP-SP)
Ação Penal 364 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas. O processo corre em segredo de Justiça
Inquérito 2305 – apropriação indébita previdenciária e crimes contra a ordem tributária

PR (15)

Aelton Freitas (PR-MG)
Ação Penal 341 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito

Edmar Moreira (PR-MG)
Inquérito 2584 – crimes contra o patrimônio/ apropriação indébita previdenciária – plenário recusou a denúncia. Ainda deve seguir para arquivamento, embora acusação ainda possa recorrer.
Inquérito 2797 – crimes contra a ordem tributária. Este procedimento corre em segredo de Justiça

Expedito Júnior (PR-RO)
Inquérito 2828 – natureza não informada

Giacobo (PR-PR)
Ação Penal 345 – crime contra a ordem tributária
Ação Penal 395 – calúnia e difamação.
Ação Penal 433 – crime contra a Lei de Licitações
Ação Penal 480 – por apropriação indébita
Inquérito 2712 – crime contra a ordem tributária

João Carlos Bacelar (PR-BA)
Inquérito 2793 – crime de desacato

João Ribeiro (PR-TO)
Inquérito 2131 – Redução a condição análoga à de escravo
Ação Penal 399 – peculato
Inquérito 2274 – formação de quadrilha ou bando, crime contra a ordem tributária nacional e lavagem de bens, direitos ou valores

José Edmar (PR-DF)
Ação Penal 507 – crimes contra meio ambiente e patrimônio genético
Ação Penal 511 – crime de injúria
Inquérito 2775 – crime de ameaça, estelionato, formação de quadrilha, concussão, corrupção passiva, abuso de autoridade, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e parcelamento irregular de solo urbano
Ação Penal 513 – crime no sistema nacional de armas

Léo Alcântara (PR-CE)
Inquérito 2689 – crimes contra o sistema financeiro nacional. O procedimento corre em segredo de Justiça

Maurício Trindade (PR-BA)
Ação Penal 510 – tráfico de influência

Nelson Goetten (PR-SC)
Inquérito 2765 – estelionato, falsidade ideológica
Ação Penal 466 – crimes de responsabilidade
Ação Penal 479 – crime de responsabilidade

Sandro Mabel (PR-GO)
Ação Penal 352 (sigilosa) – crime contra a ordem tributária
Inquérito 2291 – crime contra a ordem tributária. Corre em segredo de Justiça.

Tonha Magalhães (PR-BA)
Inquérito 2677 – crimes da Lei de Licitações
Inquérito 2805 – crimes de responsabilidade – autuada em 23/03/2009

Valdemar Costa Neto (PR-SP)
Ação Penal 470 (mensalão) – formação de quadrilha ou bando, crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2510 – sem assunto especificado. Corre em segredo de justiça
Inquérito 2722 – crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores e crimes eleitorais

Wellington Roberto (PR-PB)
Inquérito 2612 – falsidade ideológica e crimes contra o sistema financeiro nacional

Zé Vieira (PR-MA)
Inquérito 2841 – crimes de responsabilidade

Fonte:  Congresso em Foco/UOL   Atualizada em 20/05/2010 – 12h20

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jul
8
Entre o Bem e o Mal?

 Grandes poderes trazem grandes responsabilidades!

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abr
15
Palestra Sobre Ética – Uma Proposta Pedagógica

 Por Breno de Magalhães Bastos

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Há um ano e meio, ministrei uma série de palestras numa escola pública de ensino médio no Rio de Janeiro, segundo o convite de sua direção. A proposta era ética e cidadania. Depois de muito pensar em como eu poderia fazer a discurssão e montar o plano de aula, o trabalho foi desenvolvido com sucesso.

Tomei por base o mito platônico Anel de Giges, encontrado no diálogo República. Trata-se de um mito pequeno, mas de fecunda reflexão sobre o bem e o mal. Sentamos em círculo, lemos e discutimos o texto com o auxílio de algumas perguntas para reflexão que havia preparado com antecedência.

Também executei o episódio 10 da quarta temporada do seriado One Tree Hill, que aqui no Brasil é chamado Lances da Vida. O episódio, em português, se chama Canções Para Amar e Morrer. Surpreendentemente, esse espisódio se adequa às propostas do Anel de Giges, conduzindo a reflexão para os motivos geradores da moralidade. Nesse sentido, também usei, como subsídio, a interpretação que Comte-Sponville faz do mito platônico no livro Viver, sempre articulando com o recurso áudio-visual do seriado.

Forneço os links para download do episódio de One Tree Hill, do Anel de Giges e o texto de Comte-Sponville:

One Tree Hill 04 X 10 – Canções Para Amar e Morrer

Mito do Anel de Giges

Anel de Giges: Interpretação de Comte-Sponville

Colaborador Breno de Magalhães Bastos

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abr
11
Cícero e a Ética

Por Breno de Magalhães Bastos

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A parte da filosofia que mais interessa a Cícero, como já observamos mais de uma vez, é a ética (e não é, pois, sem razão que as suas obras mais vivas são Sobre o Fim dos Bens e dos Males e, sobretudo, a Sobre os Deveres): mais do que nunca é verdade que, para Cícero, que, não a aristotélica atividade contemplativa pura, mas a atividade social prática é a rainha. Eis uma passagem muito eloquente:

“Considero que sejam mais conformes à natureza os deveres que emanam do sentimento social, não os que emanam da sabedoria, e isso pode ser afirmado pelo seguinte argumento: se a um homem sábio coubesse uma condição de vida tal que, afluindo-lhe as mais variadas riquezas, ele pudesse dedicar-se com plena tranquilidade ao estudo e à contemplação de todas as coisas dignas de serem conhecidas, todavia, se a solidão fosse tão grande que a ninguém pudesse ver, ele preferiria morrer [...]. Efetivamente, o conhecimento e a contemplação (da natureza) seriam de certo modo inacabados e imperfeitos, se não lhes seguisse alguma atividade concreta; e essa atividade manifesta-se especialmente em assegurar a utilidade dos homens; refere-se, pois, à sociedade do gênero humano; por isso ela deve ser anteposta à ciência.” 1

Mas, mesmo nesse âmbito específico, busca-se em vão novidades em Cícero. Ele discute as éticas dos sistemas epicuristas, estóico, acadêmico e peripatético; rejeita em bloco a moral epicurista e procede a ecléticos acomodamentos entre as outras. De um lado, ele é levado a admirar sobretudo a moral estóica, de outro, faz concessões à moral acadêmica e à peripatética (por ele consideradas substancialmente idênticas). Cícero não pode, com efeito, aceitar o princípio estóico de que só o sábio é bom e todos os outros são viciosos, porque, observa ele, a sabedoria do sábio estóico é tal, que “nenhum mortal ainda a alcançou”, e, por isso, ele propõe que se considere o que existe no costume e na vida comum, não o que existe nas puras aspirações e nos puros desejos. 2

Também para ele o princípio fundamental da moral é seguir a nossa natureza individual no respeito pela grande natureza humana. 3

Essa remissão à natureza do homem, que é alma e corpo, permite-lhe temperar a moral estóica e reinvindicar também os direitos do corpo, pois é necessário viver biologiclamente, isto é, satisfazer as exigências do corpo, justamente para poder ulteriormente satisfazer as da razão. E, assim, por este aspecto, ele se alinha da parte dos peripatéticos, como já Panécio e Posidônio em parte faziam.

Mas, depois, volta aos estóicos, ao remeter a virtude inteiramente à razão, discordando da típica acepção aristotélica da virtude ética como via intermediária entre paixões opostas. E como os estóicos, considera a virtude autárquica e bastante para a vida feliz. Ele parece aliar-se aos estóicos também na concepção do sábio como isento de paixões e imperturbável.

 Enfim, também as reinvindicada humana liberdade, na obra Sobre o Destino, vão muito pouco além da pura afirmação de uma liberdade intuitivamente captada: os movimentos voluntários da alma não têm causas externas, mas dependem de nós, no sentido de que a própria natureza da nossa alma é a sua causa.

 E quando Cícero desce dos princípios à análise dos deveres intermediários (os kathékonta dos estóicos), então revela todo o seu senso prático; mas aqui não estamos mais no cmapo da filosofia em slentido estrito, mas, antes, no da fenomenologia moral. Assim, é inevitável que todas as notações e observações originais encontradas em Cícero, no âmbito das análises morais, não ultrpassem o plano fenomenológico e fiquem teoricamente informes. As ambíguas respostas aos problemas ontológicos e antropológicos do ecletismo não lhe permitem, por razões estruturais, lançar-lhe mais além.

 Como justamente disse Marchesi 4, “Cícero não deu novas idéias ao mundo [...]. O seu mundo interior é pobre porque dá abriga a todas as vozes”. A sua maior contribuição está, pois, na difusão e divulgação da cultura antiga e, nesse âmbito, ele é verdadeiramente uma figura essencial na história espiritual do Ocidente. “Mesmo aqui – escreve ainda Marchesi – manifesta-se a força divulgadora e animadora do gênio latino: porque nenhum grego teria sido capaz de difundir, como fez Cícero, o pensamento grego pelo mundo”. 5
Notas: 

1. De Officiis, I, 43

2. De Amicitia, 5, 18

 3. Cf. De Officiis, I, 31, 110

 4. C. Marchesi, Storia della latteratura latina, Milão 1978, I, p. 317

 REALE, Giovanni. História da Filosofia Antiga. Vol. III. Edição Loyola. p. 462-464

Colaborador Breno de Magalhães Bastos

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abr
11
O sentido da vida

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mar
7
Nossas relações

Vocês já pararam para pensar… como nossos relacionamentos  estão mudando?? E em muitos os casos não percebemos!

oquevocefeznasuavida

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fev
21
Líderes Filósofos e “o destino reside no caráter”

filosofo e paternum

Dov Seidman ,o guru da virtude empresarial acredita que a filosofia deve ser disciplina obrigatória nos negócios e que as empresas deverão ter um “ginásio ético”, no qual se devem exercitar todos os dias. Chama-se Dov Seidman, cresceu em Israel, vive na Califórnia, estudou Filosofia e Direito e é fundador da LRN. A história de alguém que acredita que é a ética que pode mudar o mundo…

De acordo com Seidman, e no meio de crises climáticas e financeiras, hábitos de consumo globais e outros desafios magistrais que caracterizam o século XXI, é necessário encontrar uma nova “killer app”. E, para o consultor, a resposta está na filosofia.

Na rubrica mensal que assina na revista BusinessWeek, Seidman afirma que a filosofia nos ajuda a abordar, literalmente, os desafios existenciais com os quais o mundo da actualidade se confronta, especialmente nos cenários empresariais.

Os filósofos, como é sabido, exploram as mais profundas e vastas questões da vida – por que existimos, de que forma é que a sociedade se deve organizar, como é que as instituições se devem relacionar com esta e o propósito da iniciativa humana. E Seidman cita o livro de Adam Smith, “A Riqueza das Nações”, que serve como a plataforma intelectual para o capitalismo e que lança os fundamentos para a organização dos mercados e para a forma como as pessoas se devem comportar nesses mesmos mercados. Sublinhando o facto de que Adam Smith não era um economista, mas um filósofo – que, na altura em que escreveu a famosa obra, era presidente do Departamento de Filosofia Moral na Universidade de Glasgow – Seidman relembra que o trabalho de Smith, tal como o de outros filósofos, tentava criar uma nova estrutura de compreensão do mundo, abordando a forma como nós, enquanto humanos, procuramos um alinhamento nos nossos relacionamentos e também entre interesses concorrentes.

Para Seidman, a abordagem filosófica de Adam Smith é cada vez mais relevante à luz das crises enfrentadas pelas nossas organizações e países. É que, de acordo com a sua visão, as crises que afectam o crédito, o clima ou o consumo já não podem ser resolvidas somente através de competências especializadas. Ou seja, a interdependência existente entre todas estas questões dá origem a que todas elas se influenciem entre si e, tal como a abordagem filosófica faz, a ideia é ligar todos os pontos existentes entre os interesses em conflito numa tentativa de criar sinergias fortes entre os mesmos. E relacionar estes interesses opostos exige um olhar filosófico que os especialistas da actualidade ignoram vezes demais: e que reside nas crenças principais de cada um, na ética e no carácter.

Tal como os filósofos, tanto os indivíduos como as organizações precisam de manter vivos e em acção os valores, a ética, o carácter e toda a condição humana que os define em todas as alturas em que é necessário tomar decisões. E Seidman cita o filósofo grego Heraclito que, há mais de 2500 anos já afirmava que “o carácter é o destino”.

Para o consultor, a boa notícia é que são muitas as empresas que já estão a colocar em prática esta filosofia, criando um conceito de alinhamento em termos de visão do mundo, seja com um colega, com um parceiro de negócio ou com qualquer outro stakeholder. Estas organizações promovem já a noção de que a sua missão se estende para além do lucro, procurando novas estruturas – seja em que sector de actividade for – para melhorar a sua existência e a dos que as rodeiam. “No nosso mundo ligado e transparente, no qual qualquer pessoa pode facilmente ter acesso às nossas operações, tornou-se já claro que as empresas, e até as nações, têm carácter – e que o seu carácter é o seu destino”, sublinha.
No trabalho que mantém com as grandes empresas, Seidman afirma que as questões da integridade, da verdade e da transparência estão a ser cada vez mais consideradas como uma prioridade. Ao longo dos tempos, as empresas e os líderes sempre se esforçaram por passar uma mensagem que defendesse algum tipo de valores. Contudo, nos anos 80 e 90, se recordarmos as declarações dos grandes líderes de negócios, todas as suas preocupações sobre os valores que pretendiam transmitir eram de ordem prática: a excelência, a qualidade, o serviço ou a eficiência dos custos.

De acordo com o especialista, estamos a assistir, neste século XXI, a uma mudança significativa desses “valores”: cada vez mais a integridade e a confiança são os verdadeiros valores apregoados pelas empresas e da ordem prática das coisas passou-se para a ordem social, ambiental e, mais recentemente, humanista. Seidman dá alguns exemplos práticos desta viragem: a Dow Chemical paassou a ser a “empresa do elemento humano”, a Chevron “a companhia da energia humana” enquanto que a Toyota está a “humanizar os transportes”.
Esperemos é que, tal como a filosofia, esta mudança não sirva apenas para ser considerada como uma bonita teoria, mas antes como uma (boa) prática.

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fev
21
Fábula da convivência

Por Francisco Renaldo

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Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições. Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito… Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros. Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!

É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!

 É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!

É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!

É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

 (Autor desconhecido)

*Um comentário: Penso que não dá mais para imaginarmos o ser  humano como um predador, lutando sozinho… olhando apenas para si mesmo, com uma certa dose de egoísmo, temos a necessidade de re-pensarmos nossas atitudes. Ninguém é feliz sozinho… sucesso não ocorre por acaso, sempre trazemos alguém conosco. É como a carreira profissional, crescemos quando levamos em consideração o outro. Está na hora de re-educarmos nossas atitudes… educar para a sensibilidade. Uma educação que nos mostre que além de nós existe o outro com quem aprendemos a ser o que somos!

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fev
13
Dinâmica dos “Sonhos”
Crédito da Imagem: www.gettyimages.com 
 
Objetivo: Aprender a respeitar o sonhos dos outros.

  Materiais: balões coloridos, caneta, papel sulfite e palitos de dente.

Procedimento: O participante deverá escrever em um pedaço de papel seu sonho, dobrar e colocá-lo dentro do balão, que deve ser inflado. Cada um fica com um balão e um palito de dente na mão. O orientador dá a seguinte ordem: defendam seu sonho! Todos devem estar juntos em um lugar espaçoso. A tendência é todos estourarem os balões uns dos outros. 

Reflexão: Quando fizerem isto o orientador pergunta: _ Por que destruiram os sonhos dos outros? Deixe eles pensarem um pouco e responda para defender o seu sonho você não precisa destruir os sonhos dos outros, basta que cada um fique parado e nenhum sonho será destruído!

Crédito da Imagem: Gettyimages

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