set
5
Fácil e Difícil

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.

Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.

Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.

Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.

Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.

Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”

Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.

Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.

Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.

Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.

Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.

Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.

Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.

Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.

Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.

Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.

Difícil é lutar por um sonho…

(Drummond)

Popularity: 1% [?]


jul
27
Receita de Jovialidade

“Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
Isso inclui, idade, peso e altura.
Deixe o médico se preocupar com eles.
Para isso ele é pago.
Freqüente, de preferência, seus amigos alegres.
Os de ” baixo astral” puxam você para baixo.
Continue aprendendo…
Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixe seu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do diabo.
E o nome do diabo é Alzheimer.
Curta coisas simples.
Ria muito e, muito e alto.
Ria até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem.
Agüente, sofra e siga em frente.
A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo.
Esteja vivo, enquanto você viver!
Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for.
Seu lar é o seu refúgio.
Aproveite sua saúde.
Se for boa, preserve-a.
Se está instável, melhore-a.
Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
Não faça viagens de remorso.
Faça uma viagem ao Shopping, para cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.
Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades.
E lembre-se sempre que: a vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego: de tanto rir…
De surpresa…
De êxtase…
De felicidade…”

Pablo Picasso

Popularity: 3% [?]


jul
27
Parábolas de Gestão III

Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:
- Senhor, tem preservativo? A minha namorada convidou para eu ir jantar esta noite na casa dela.
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, volta, dizendo:
- Senhor, é melhor dar outro, porque a irmã da minha namorada, é uma gostosona, e vive cruzando as pernas na minha frente Às vezes, até vejo suas entranhas. Acho que também quer algo, e como vou jantar hoje lá na casa delas…
O farmacêutico dá o preservativo e o jovem sai da farmácia. Mais uma vez, volta, dizendo:
- Senhor, é melhor dar outro, porque a mãe da minha namorada também é boa pra cacete. A velha, quando a filha não está por perto, vive se insinuando de um jeito que me deixa excitado, e como eu hoje vou jantar lá na casa delas…
Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente. Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa. O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
- Senhor, abençoa estes alimentos, bzzzz, bzzzz, bzzzz,.. damos graças por estes alimentos …
Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:
- Obrigado Senhor por estes dons, bzzz, bzzz, bzzz….
Passam cinco minutos e prossegue :
-Abençoa Senhor este pão, bzzz, bzzz, bzzz,….
Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando.
Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz ao ouvido:
- Meu amor, não sabia que eras tão religioso…
- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!

Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.

Autor Desconhecido

Popularity: 5% [?]


jul
15
Cameron Herold: Vamos educar as crianças para serem empreendedoras

Para  a legenda clic em: View Subtitles

Entediado na escola, fracassando nos estudos, descordando com colegas: Essa criança deve ser uma empreendedora, é o que diz Cameron Herold. No TEDxEdmoton, ele estimula a criação e educação que ajudará futuros empreendedores a amadurecerem – como crianças e adultos.

Popularity: 5% [?]


jul
8
Entre o Bem e o Mal?

 Grandes poderes trazem grandes responsabilidades!

Popularity: 3% [?]


jul
3
O Sapo Escaldado

“Se você colocar um sapo dentro de uma panela de água fervendo, ele tentará sair imediatamente.

Se você o colocar em água à temperatura ambiente, e não o assustar, ele ficará quieto.

Se você aumentar gradativamente a temperatura da água, …

Embora não haja nada que o prenda, o sapo ficará na panela, sendo escaldado.”

Para Pensar: 

O que há de errado ?

 Pouca (ou nenhuma) capacidade de perceber e de reagir às mudanças no ambiente.

 É o famoso “Deixa como está para ver como é que fica” (comodismo). 

Popularity: 8% [?]


jul
3
Para que serve o horizonte?

Certa vez uma criança chegou no céu e foi recebida por Deus.

E, como toda criança, foi logo fazendo um monte de perguntas, todas muito comuns, coisa mesmo de criança, porém, uma delas chamou a atenção:

 Deus, sua criação é muito bonita, mas tem uma coisa que eu não entendi para que serve.

 E o que foi que você não entendeu, meu pequeno?

 Eu não entendi para que serve o horizonte, Senhor, pois se alguém dá um passo em direção a ele, ele se afasta o mesmo tanto daquela pessoa?

Deus olhou para aquela criança, sorriu e disse: É justamente para isso que serve o horizonte, meu filho, para fazer as pessoas caminharem para frente!

 Atitude, motivação, foco e meta nos fazem olhar pra frente e acreditar que tudo é possível, é a esperança que nos impulsiona, que nos faz crescer. É preciso acreditar e agir, ter uma atitude positiva diante dos obstáculos. É preciso enxergar além do horizonte….

Autor:desconhecido

Popularity: 5% [?]


jul
2
A Felicidade não é brinquedo

… É hora de refletirmos novamente sobre a felicidade. Para isso, dividamos todas as atividades em duas classes: as que são desejáveis porque produzem coisas que apreciamos ou de que precisamos, e as que são desejáveis porque são boas em si, isto é, cuja finalida­de é a própria prática da atividade. A felicidade está no último caso. E preciso lembrar que a felicidade não é um estado nem uma capacidade interior, mas sim uma prática, e ela é concretiza­da à medida que os comportamentos do indivíduo e suas esco­lhas se harmonizam com os imperativos da ética, de acordo com a excelência moral.

 Em outras palavras, a felicidade é um conjunto de atividades que são desejáveis em si mesmas, e não por causa dos resultados que podem produzir. Talvez, então, o entretenimento seja a felicidade, ou o caminho para ela?

(leia mais…)

Popularity: 3% [?]


jul
2
Seus 15 Minutos de Poder

 

Era uma vez, há muitos anos, uma escola de anjos.
Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem anjos de verdade, os aprendizes de anjos passavam por um estágio. Durante um período, saíam em dupla para fazer o bem e, no fim de cada dia, apresentavam ao anjo mestre uma relação das boas ações praticadas.
Aconteceu de um dia dois anjos estagiários, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressarem frustados por não ter conseguido realizar um salvamento sequer. Parece que naquele dia o mal estava de folga.
Enquanto voltaram, tristes, depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Nesse momento, um deles, soltando um grito de alegria, disse ao outro:
- Tive uma idéia! Que tal darmos poder a esses dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles farão?
O outro anjo respondeu:
- Você ficou maluco? O anjo mestre não vai gostar nada disso!
Mas o primeiro retrucou:
- Que nada, acho que ele até vai gostar. Vamos fazer isso e depois contaremos a ele.
E assim fizeram.
Tocaram suas mãos invisíveis na cabeça dos dois e puseram-se a observá-los. (leia mais…)

Popularity: 4% [?]


jul
2
Alice no País das Maravilhas – “tudo tem uma moral”

 

“Você não pode imaginar como eu estou feliz em vê-la novamente, minha queridinha”, disse a Duquesa, tocando afetuosamente o braço de Alice, passando a caminhar junto com ela.
     Alice ficou feliz por encontrá-la de bom humor, e pensou consigo mesma que talvez fosse a pimenta que a deixava tão selvagem como quando as duas se conheceram na cozinha.
     “Quando eu for uma Duquesa”, ela disse para si mesma (não em um tom muito esperançoso), “não vou usar pimenta em minha cozinha de jeito nenhum. Sopa cai muito bem sem isso talvez seja a pimenta que deixe as pessoas mal-humoradas”, ela continuou, bem feliz de ter descoberto um novo tipo de regra, “e o vinagre as deixa azedas…e a camomila as deixa amargas…e…e as balas de cevada e este tipo de coisas é que deixam as crianças tão doces. Eu queria que as pessoas soubessem disso: então, eles não seriam tão sovinas com doces, sabe…”
     Ela quase se esqueceu da Duquesa nessa hora e levou um pequeno susto quando ouviu sua voz perto dos ouvidos.
     “Você está pensando em alguma coisa, minha querida, e isso faz você esquecer de falar. Eu não posso lhe dizer agora qual é a moral disso mas vou lembrar num instante.”
     “Talvez não haja nenhuma”, Alice aventurou-se a observar.
     “Ora, ora, criança!”, retrucou a Duquesa. “Tudo tem uma moral, se você encontrá-la.” E foi se apertando contra Alice enquanto falava.
     Alice não gostou muito de estar tão perto dela, em primeiro lugar porque a Duquesa era muito feia, e em segundo lugar porque era do tamanho exato para apoiar o queixo sobre o ombro de Alice, e possuía um queixo muito pontudo. Entretanto, Alice não queria ser rude e por isso agüentou o quanto pôde.
     “O jogo parece estar bem melhor agora”, disse para manter a conversa.
     “Perfeito”, respondeu a Duquesa, “e a moral disso é…‘Oh!, é o amor, é o amor que faz o mundo girar!’”
     “Alguém disse”, Alice murmurou, “que ele gira quando cada um cuida dos seus próprios negócios.”
     “Ah! Bem! Isto quer dizer quase a mesma coisa”, disse a Duquesa enfiando o queixo pontudo nos ombros de Alice, completando, “e a moral disso é…‘Tome conta do sentido e os sons tomarão conta de si mesmos.”
     “Como ela gosta de achar uma moral em tudo!”, Alice pensou consigo mesma.
     “Aposto como você está pensando porque eu não coloco meu braço na sua cintura”, a Duquesa falou, depois de uma pausa. “A razão é: tenho dúvidas em relação ao humor do seu flamingo. Posso experimentar?”
     “Ele pode bicar”, Alice cautelosamente replicou, não se sentindo nem um pouco a fim de que ela tentasse.
     “Bem verdade”, disse a Duquesa, “flamingos e a mostarda bicam. E a moral disso é…‘Pássaros da mesma plumagem voam juntos’.”
     “Só que a mostarda não é um pássaro”, Alice observou.
     “Certo. Como sempre”, disse a Duquesa, “você tem uma maneira muito clara de colocar as coisas!”
     “É um mineral, eu acho”, disse Alice.
     “É claro que é”, disse a Duquesa, que parecia pronta para concordar com tudo que Alice dissesse. “Há uma grande máquina de mostarda perto daqui. E a moral disso é…‘Quanto mais tenho para mim, menos sobra para os outros’.”
     “Ah!, já sei!”, exclamou Alice, que não tinha prestado atenção à última observação da Duquesa. “É um vegetal. Não parece com um mas é.”
     “Eu concordo com você”, disse a Duquesa, “e a moral disso é…‘Seja o que você parece ser’…ou, se você prefere colocar isso de um jeito mais simples…‘Nunca se imagine diferente do que deveria parecer para os outros o que você fosse ou poderia ter sido não seja diferente do que você tendo sido poderia ter parecido para eles ser diferente’.”
Fonte: Livro  Alice no Pais das Maravilhas

Related Posts with Thumbnails

Popularity: 6% [?]