mai
22
Curso: Filosofia e Vida – Aprendendo Filosofia com jogos!


Para quem gosta leciona Filosofia ou gosta da disciplina, no fia 18 de junho, estarei ministrando o curso Filosofia e Vida: Aprendendo Filosofia com Jogos.

SÍNTESE: A filosofia para encantar e alcançar seus objetivos propostos pela LDB deve conduzir o aluno a pensar por si mesmo, pensar esse que passa pela autonomia. O desafio está em acreditar e deixar que este aluno torne-se co-autor nas aulas de filosofia.

Nossos jovens são criativos. A ponte entre a filosofia e criatividade se encontra numa verdade explicita: partir da realidade, unir a filosofia com a vida. Pensando assim, podemos aprender filosofia a partir do lúdico: jogos de tabuleiro, super-trunfo, quiz, gincana, vitalizadores, ferramentas tecnológicas, entre outros!

MATERIAL: Caderno e caneta para anotações.

PÚBLICO-ALVO: Professores em geral e demais interessados.

Clique aqui!

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dez
24
Férias!

Estamos de férias! É hora de curtir com mais intensidade a família, amigos e a si mesmo!

Obrigado, queridos leitores, pelas constantes visitas!

Até o momento  nosso blog possui 2.96 posts e 1.734 comentários.

As visitas diárias giram em torno de 1.000.

Estamos com 389.872  visitas (desde sua reformulação em 28/10/2009).

Total de 1.283.740 páginas visualizadas.

Qual o caminho que as visitas chegam ao nosso blog?

Os temas frequentes nos sites de busca  são:

( na tabela abaixo os termos buscados na internet que chegam até nós)

diferença entre ética e moral  – 8.562

filosofia – 6.802

charges – 4.772

sonhos – 2.693

coleção primeiros passos – 1.485

o que é liberdade – 1.421

felicidade – 1.169

Em 2.013, este blog passará por uma reformulação, dividiremos  os conteúdos.

Este continuará fiel à sua origem: filosofia, cotidiano e sala de aula.

O blog “irmão”  nascerá de cara nova: coaching, vida e gestão de pessoas.

Desta forma cada um ficará com seu público alvo.

Muito obrigado! Estaremos de volta na segunda quinzena de janeiro!!!!!!!  Bom final de ano para todos!

 

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dez
2
A Filosofia e a Felicidade

Por Francisco Renaldo Costa

Desde o nascimento  da filosofia, o  pensamento ocidental têm se preocupado com a  origem da felicidade.

Um dos primeiros a fazer a pergunta “o que é felicidade?” foi Aristóteles, que, de uma maneira típica de filósofos, antes de fornecer uma resposta,  insistiu em fazer uma distinção entre duas perguntas. Sua primeira pergunta foi o que significava a palavra ‘felicidade’… sua origem é  grega:  eudaimonia. Sua segunda pergunta foi onde a felicidade pode ser  encontrada, ou seja, o que é que nos faz verdadeiramente felizes.
Para ele  era inútil tentar responder à segunda questão, sem ter questionado a primeira.

Segundo o filósofo  Epicuro um dos maiores prazeres da vida encontrava-se na amizade. Entende que bons amigos são relativamente fáceis de se  obter, e contribui para um fluxo quase infinito de prazer. Uma grande mansão cheia de luxos, mas vazia de amizade traria menos prazer do que uma pequena casa que é compartilhada com amigos de verdade. Ser feliz para  viver uma vida simples,  buscando experiências que proporcionem prazer (este entendido como ausência da dor e sem excessos , visando  a virtude como guia).

Recordo-me neste momento de Stephen R. Covey em Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, quando faz a distinção entre a Ética da Personalidade (pós Primeira Guerra Mundial), onde a visão básica do sucesso está na personalidade, ou seja, na imagem pública, nas atitudes e nos comportamentos, é uma ética da habilidade e das técnicas que lubrificam o processo de interação humana. Do outro lado Ética do Caráter (150 anos atrás), partindo do pressuposto  os princípios são básicos para uma vida proveitosa, o sucesso e a felicidade acontece quando o indivíduo integra-se a estes princípios.

A felicidade onde está? Ela está dentro (ética do caráter) e não fora (ética da personalidade) dos indivíduos. E desatentos somos … insistimos em fundamentar  a  existência nas aparências, levando-nos para as decepções e frustações. Ser feliz significa vivenciar o momento presente e ser capaz de projetar-se no futuro. Senão fizermos este exercício tudo ficará efêmero.

O que podemos afirmar depois destas considerações: SER FELIZ É SIMPLES,  nós homo sapiens, exageramos em nossa racionalidade, a confundimos com o puro exercício da razão, esquecemos que somos também homo demens (Edgar Morin). Vivemos no labirinto da razão e nos deparamos com o mundo ainda desconhecido dos afetos, da loucura e paixão pela vida, que para sorrir afasta-se da sapiência.

Todo problema está no equilíbrio sapiens e demens.  A verdadeira felicidade encontra-se no cotidiano, não acima da razão e distante da emoção. O equilíbio é a palavra chave para vivenciarmos a verdadeira felicidade.

Um filósofo que deixou muito claro esta relação foi Friedrich Wilhelm Nietzsche. Nele, encontramos o ideal de ser humano  entre Apolo (deus da beleza, harmonia, equiíbrio, ordem) e Dionísio (deus do vinho, alegria, paixão, caos). Somente Apolo correremos o risco de não sorrir para a vida. Apenas Dionísio viveremos o impulso desordenado.

A vocês queridos leitores, amigos, alunos… sejam felizes!!!!!!!!!!! Sempre!!!!!

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nov
8
Filosofia e Poesia: Recomeçar

RECOMEÇAR

Não importa onde você parou…

em que momento da vida você cansou…

o que importa é que sempre é possível e

necessário “Recomeçar”.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…

é renovar as esperanças na vida e o mais importante…

acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?

foi aprendizado…

Chorou muito?

foi limpeza da alma…

Ficou
com raiva das pessoas?

foi para perdoá-las um dia…

Sentiu-se
só por diversas vezes?

é porque fechaste a porta até para os anjos…

Acreditou que tudo estava perdido?

era o início da tua melhora…

Pois é…agora é hora de reiniciar…de
pensar na luz…

de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal

Um corte de cabelo arrojado…diferente?

Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a

pintar…desenhar…dominar o computador…

ou qualquer outra coisa…

Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de
meu Deus te esperando.


se sentindo sozinho?

besteira…tem tanta gente que você afastou com o

seu “período de isolamento”…

tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu

para “chegar” perto de você.

Quando
nos trancamos na tristeza…

nem nós mesmos nos suportamos…

ficamos horríveis…

o mal humor vai comendo nosso fígado…

até a boca fica amarga.

Recomeçar…hoje é um bom dia para começar
novos

desafios.

Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o

melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim

trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…

coisas pequenas teremos…

já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente

lutarmos pelo melhor…

o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da faxina mental…

joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho

de coisas tristes…

fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de

cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos

quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie
seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos
apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de
contas… Nós somos o “Amor”…

” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do

tamanho da minha altura.”

( CarlosDrummond de Andrade )

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nov
2
Filosofia com Filmes: O fabuloso destino de Amélie Poulain

Título
original: (Le Fabuleux Destind’Amélie Poulain)

Lançamento: 2001 (França)

Direção:Jean-Pierre Jeunet

Atores:Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz,  Rufus, Yolande Moreau.

Duração: 120 min

Gênero: Comédia

Análise do filme

Questões que podem ser trabalhadas pelo o educando:

O tempo;

O espaço;

O acontecimento das coisas;

As manias pessoais;

Os sentidos e os significados;

A vida;

O psicológico;

O medo;

O cotidiano;

A solidariedade, etc.

O filme começa mostrando a questão do tempo e do espaço. Independentemente de qualquer coisa, é o tempo que passa sobre a natureza e sobre a vida da das pessoas. Acontece de tudo no decorrer do tempo
independentemente de qualquer for o espaço.

As pessoas também estão inseridas no tempo e no espaço, e muitas vezes não percebem ou não dão contas sobre o que esta acontecendo, nem com o mundo externo e nem mesmo com suas próprias vidas. Elas são tomadas pelo movimento contínuo do tempo no espaço que e por isso não são notados de conceber uma compreensão clara sobre o mundo externo e a si mesmas.

Por outro lado, podemos também notar que há pessoas que acabam sendo envolvidas por situações simples, mas que vivida por determinadas pessoas torna-se como que algo que trazem muitas satisfações. Que são os casos das manias pessoais. Manias essas que são praticadas como que algo para alcançar a satisfação própria da vida, num cotidiano comum na vida das pessoas. O que percebemos é que as pessoas que tem essas manias gostam muito de viver suas manias. Porem, o que parece é que a satisfação que essas pessoas têm não são num sentido mais abrangente com a vida, isto é, de ter maior dimensão para com o mundo, de ter uma melhor compreensão de tudo aquilo que esta envolvido, de ter uma maior felicidade, de ter melhor convívio com as outras pessoas, de estar aberto ao mundo externo e aos outros. Percebemos também que estas manias muitas vezes são restritas a sentidos próprios a vida das pessoas que as vivem,
não havendo uma relação maior com o mundo externo é como que o “resto” exterior não tem importância, e ao mesmo tempo em que aqueles que estão no mundo externo parece não notar a satisfação vivida daquelas pessoas que vivem suas manias.

Outra questão muito perceptível no filme é a questão dos sentidos, isto é, o significado que damos as coisas, também há questão do sentido da vida com a afetividade. Percebe-se a presença da questão vida em vários momentos porem sobre a vida mão se tem os cuidados para o melhor convívio, muitas são os que não tem a compreensão sobre os sentidos e significado das coisas, com isso cria-se a noção do medo e as pessoas passam a viver com isso. O medo mostrado no filme não é simplesmente o medo de o homem de
preservar sua vida perante as diversas situações que o meio natural lhe impõem, isto é, o medo segundo a psicologia pode ter propósitos diferentes por um lado serve para preservação natural do homem, e por outro lado o medo é o provocador nos homens de insegurança por não compreender a vida, o medo de tentar coisas novas, o medo da própria “vida” por não saber o que pode acontecer. O filme mostra muito bem o medo da insegurança das pessoas.

O filme é um grande instrumento para despertar nos educandos o interesse par a reflexões aqui apontadas como também possibilitam trabalhar outros temas inclusivel. O importante é que os professores preparem
as condições favoráveis para o educando desenvolver suas habilidades analíticas e reflexivas.

Trabalhar um bom filme é possível incentivar os educandos a buscarem as varias questões que podem ser trabalhas para que possam a partir dos assuntos encontrados possam analisa-los refletir sobre eles e até se
possível for fazer criticas para transforma-los. Para isso penso que o professor de se preparar com antecedência como por exemplo:

- preparar a sala de exibição com antecedência;

- fazer com que os alunos percebam qual é a “visão” do assunto que o diretor pretendeu passar no filme;

- o professor pode pedir aos educandos que levantem temas ou assuntos tratados no filme;

- um trabalho continuo do professor, deve explicar que o filme tem que ser “lido” e interpretado;

- refletir com os alunos as representações e signos ou emblemas usados nos filmes porque para compreendê-los temos que conhecer sua linguagem ou decodificar seus elementos narrativos;

- os professores devem contextualizar os filmes utilizados, para os educandos.

A discussão analítica descrita sobre o filmo é apenas uma amostra superficial as questões que podemos trabalhar junto aos educandos e também as sugestões dadas poderão ser acrescidas de outras que o professor considere importante ser trabalhada durante o processo de ensino-aprendizagem.

 Fonte: Texto produzido para o projeto Filosofia e Vida, Curso da Unicamp com o Governo do Estado de SP, 2006.

 

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ago
26
As 11 regras de Bill Gates

Esta é uma dessas mensagens que se espalham  por aí nos e-mails, redes sociais e sites.

O que importa é o conteúdo da mensagem. Vale a pena pensar um pouco.

Começemos…

Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra.

Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens.

Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero.

Eis o que ele proferiu que ficou conhecida como suas  famosas regras.

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2.  O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres.Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinhoou  a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns
babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um
deles.

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ago
22
Parábolas de Gestão VII: Salvo pela Gentileza

Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.

Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.

Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara.

Bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu, todos já

haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.

Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.

De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:

Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho ?

Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados

entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta

ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.

Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.

Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.

Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei…

Será que você seria salvo?

*** Gentileza, gera gentileza, já dizia o profeta.

Autor Desconhecido

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jul
2
Filosofia com Filmes: Gênio Indomável

Objetivo: Problematização

“Quem se dedica à filosofia põe-se á procura do homem, e escuta o que ele diz, observa o que ele faz e se interessa por sua palavra e ação, desejoso de partilhar, com seus concidadãos, do destino comum da humanidade”. Karl Jaspers

- Para que ou por que existimos?

- O que devemos ou podemos fazer de nossas vidas?

- Interrogando-se sobre a própria existência: a busca do sentido de ser humano.

Filme:

1- a) Nome: “Gênio Indomável”
b) Diretor: Gus Van Sant

c) Ano de produção: 1997

2 – O filme mostra a realidade de um colégio no qual, os alunos ali matriculados, são desafiados a resolverem questões de matemática, o que não conseguem. As questões eram colocadas no Mural, em um dos corredores do colégio, e na outra face da moeda, um jovem, faxineiro da casa, sem que mingúem soubesse, resolvia as questões. Como havia um prêmio para quem conseguisse a resolução e, sendo assim, ninguém se apresentou para recebê-lo. Até que um dia o jovem faxineiro foi flagrado naquele local finalizando a resolução do problema que nem mesmo o professor conseguia fazê-lo.

Obviamente, o jovem faxineiro passa a ser interessante para o corpo docente daquele colégio. Após passar por vários psicólogos sem êxito, eis que surge um que, desafiando a identidade do discípulo consegue, enfim, direcioná-lo no desenvolvimento de seu potencial.

3- A história é narrada dentro de um percurso linear, alternando cenas externas e em estúdio, os personagens que se destacam são os professores, o jovem faxineiro e sua namorada também estudante do colégio. São silenciados os alunos do colégio, as cenas são cadenciadas no inicio e um tanto frenéticas no final; pretendem encenar a possibilidade da descoberta de um gênio em matemática, e o tema central é percebido sem grandes dificuldades.

4-     O filme aborda um problema de Identidade: “quem sou eu?”
Esse é o referencial filosófico: como saber quem sou eu? Como, de que maneira, através de quem descobrir minha identidade?

5- A filosofia vê esse tema-problema, dentro mesmo da questão da Identidade (quem sou eu?), numa visão holística, isto é, o ser humano em seu contexto histórico, em todas as suas dimensões (amor, desejo, ética, violência, conhecimento, tempo, etc.).

Conclusão

A questão do sentido da própria vida, como por exemplo, por que existo? Por que estou aqui neste mundo? Para que viver? E quem sou eu? São questões de ordem filosófica muito profundas. Descobrir-se, conhecer-se, sobretudo nos dias atuais, implica um trabalho muito complexo. Da mesma forma podemos direcionar a pergunta no geral, ou seja, na existência da própria humanidade, qual tem sido o seu papel no mundo? Que tipo de fruto tem produzido? Refletindo sobre suas ações no planeta, seu modo de tratar a vida e tudo o que vive – certamente fica ainda mais difícil encontrar respostas.

Fonte: Texto produzido  para o projeto Filosofia  e Vida, Curso da Unicamp com o Governo do Estado de SP, 2006.

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jul
1
Dica de Filosofia: Elogio do aprendizado
 
 
by: Pierre-Auguste Renoir
A visão de um poeta e dramaturgo: Bertold Brecht (1898-1956)

Aprenda o mais simples! Para aqueles

cuja hora chegou

Nunca é tarde demais!

Aprenda o ABC; não basta, mas

Aprenda! Não desanime!

Comece! É preciso saber tudo!

Você tem que assumir o comando!

Aprenda, homem no asilo!

Aprenda, homem na prisão!

Aprenda, mulher na cozinha!

Aprenda, ancião!

Você tem que assumir o comando!

Freqüente a escola, você que não tem casa!

Adquira conhecimento, você que sente frio!

Você que tem fome, agarre o livro: é uma arma.

Você tem que assumir o comando.

Não se envergonhe de perguntar, camarada!

Não se deixe convencer

Veja com seus olhos!

O que não sabe por conta própria

Não sabe.

Verifique a conta

É você quem vai pagar.

Ponha o dedo sobre cada item

Pergunte: O que é isso?

Você tem que assumir o comando.

(Bertold Brecht, Elogio do aprendizado, In: Poemas 1913-1956, São Paulo, Brasiliense,

1986, p.121)

*Comentário: O “Elogio do aprendizado”, de Bertold Brecht, apresenta a mesma perspectiva da dúvida que liberta. Esta atitude reflexiva e questionadora da realidade pode ser relacionada com o texto propriamente filosófico, mostrando que a poesia também pode provocar questionamentos e atitudes filosóficas. O poema, ao suscitar o exercício do perguntar e do “assumir o comando”, coloca o desafio de se ter uma postura crítica diante dos acontecimentos. Aqui seria bastante pertinente trabalhar essas questões relacionando-as com os conceitos de alienação e ideologia. Bertold Brecht é um dos autores alemães mais importantes do século XX, especialmente nas suas facetas de dramaturgo e de poeta. De formação marxista, dava grande importância à dimensão pedagógica das suas obras de teatro: contrário à passividade do espectador, sua intenção era formar e estimular o pensamento crítico do público.

Fonte: Filosofia – Volume 5- Propostas de Planos de Curso e Atividades,/Governo do Estado de São Paulo/Secretaria de Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, 2006

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jun
26
O verdadeiro sentido do trabalho

Precisamos rever nossos conceitos! Felicidade e trabalho estão juntos! Se não estão… ops… está na hora de …

Fonte: Blog do Galhardo

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jun
25
Tecnologia X Inteligência

O título da charge é  do Blog Café Filosófico

Fonte: Blog do Galhardo

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jun
3
Dicas para Educar os Filhos!
Clic para AMPLIAR a IMAGEM

 Do blog Bar da Filosofia, acesso em 03/06/11

Via Caipira.com

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