dez
2
As Crianças são os verdadeiros filósofos!

Por Francisco Renaldo da Costa

Para falar a verdade, são as crianças os verdadeiros filósofos! Com elas aprendemos que perguntar é importante, a capacidade de duvidar… admirar-se e espantar-se com o mundo que nos cercam são elementos fundamentais para entrarmos no mundo da filosofia, diga-se, pensamento crítico! É uma pena mas com o tempo vamos nos acostumando com este mundo e as respostas ganham sua importância, isto quando não “matamos” a filosofia que está em nossas crianças(e em nós mesmos)! Sejamos sinceros, para muitos é  mais cômodo permanecer em nosso mundinho, perfeito” e “organizado”. Ensinaram para nós que a acomodação é essencial para vivermos bem!!

 

 

 

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nov
8
Filosofia para Crianças: Valores e contravalores

Há valores situados fora do tempo e do espaço, como a paz, a justiça, a generosidade, o diálogo, a sinceridade, etc. Já nos diálogos de Platão vamos descobrir a discussão destes mesmos valores, o que vem corroborar a afirmação que principia este parágrafo.

Descobrir, incorporar e realizar estes valores positivos deve ser, pois, uma das tarefas básicas da filosofia para crianças e adolescentes.

Devemos começar pensando: “Quais os critérios para se viver em sociedade?”

Veremos que temos:

- o sentimento de crítica que nos permite analisar a realidade;

- o sentimento de alteridade que nos permite sair de nós mesmos para estabelecer relações com o outro;

- o conhecimento e o respeito pêlos direitos humanos, que nos traz harmonia;

- o compromisso pessoal e o espírito de responsabilidade para que os outros critérios não caiam no vazio.

O que é um valor?

Algo que estimamos, a convicção de que alguma coisa é boa ou ruim (contravalor). A organização destas convicções vai se fazer em nós, através dos valores dos pais, dos educadores, da religião e da so­ciedade, durante o nosso processo de desenvolvimento.

De onde vêm os valores?

 A filosofia vai contribuir para que estes valores já estabelecidos se­jam passados pelo crivo da razão e   ajuda-nos a definir, com clareza, os objetivos de vida e assumir, livremente, valores autênticos que evidentemente  ajudarão a aceitar e amar como é, facilitando uma relação equilibrada com o outro, com a vida e com o mundo.

Fonte: Do livro Filosofia para Crianças e Adolescentes.  Autora: Maria Luis S. Teles. Ed Vozes

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jul
5
Filosofia para Crianças: O Jabuti

Era uma vez um jabuti muito engraçadinho. Ele adorava passear por toda a floresta e se metia em todo e qualquer buraco, mas tinha a sua própria casinha. Uma casinha muito linda!

Um dia, ele andou, andou e andou… De repente, viu-se numa clarei­ra, cercada de altas árvores. Olhou para um lado e outro e não con­seguia mais saber em que direção ficava a sua casa.

Botou a sua cabecinha pra dentro da carapaça e se pôs a chorar. Pou­co a pouco, vários animais foram se aproximando do jabuti, com muita pena dele. Perguntaram-lhe o que acontecera, e ele só sabia resmungar e chorar. Nisso, chegou Dona Coruja, sempre cheia de sabedoria, e acabou por fazê-lo falar. E ele disse:

-Estou perdido e não sei o que fazer. Ele respondeu:

— Senhor Jabuti, a gente precisa saber quando é necessário pôr a ca­beça para fora e quando é preciso pô-la para dentro. Você tem que ohar ao redor e pensar. Lembre-se disto!

O jabuti, então, olhou, olhou para todos os lados e, depois, recolheu sua cabecinha, colocando-se a pensar. Aí, lembrou-se.

Todos os animais se alegraram. Cada um tomou seu rumo e o jabuti, o mais depressa que pôde, dirigiu-se para sua casa.

Daí por diante, não passou mais aperto, pois sabia quando devia olhar para fora e quando devia olhar bem para dentro…

Fonte: Do livro Filosofia para Crianças e Adolescentes. Autora: Maria Luis S. Teles.  Ed Vozes

(para quem interessa-se pelo tema, o livro ajuda bastante!)

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jun
8
Caça-Palavras: Primeiros Filósofos (Pré-Socráticos)

OS PRIMEIROS FILÓSOFOS

Sabemos como a Filosofia nasceu, sabemos também o que motiva uma pessoa a filosofar. Mas quais foram os primeiros filósofos? O que fizeram?

    O primeiro deles foi Tales de Mileto (cerca de 625/4-558/6 a.C.) e, infelizmente, o tempo não conservou nenhum de seus fragmentos, aliás, segundo John Burnet, Tales jamais escreveu; porém, alguns pensadores antigos escreveram o que pensavam outros: veja, por exemplo, o que Aristóteles escreveu sobre Tales:

 “A maior parte dos primeiros filósofos considerava como os únicos princípios de todas as coisas os que são de natureza da matéria. Aquilo de que todos os seres são constituídos, e de que primeiro são gerados e em que por fim se dissolvem, enquanto a substância subsiste mudando-se apenas as afecções, tal é, para eles, o elemento, tal é o princípio dos seres; e por isso julgam que nada se gera nem se destrói, como se tal natureza subsistisse sempre… Pois deve haver uma natureza qualquer, ou mais do que uma, donde as outras coisas se engendram, mas continuando ela mesma. Quanto ao número e à natureza destes princípios, nem todos dizem o mesmo. Tales, o fundador da filosofia, diz ser água [o princípio] (é por este motivo também que ele declarou que a terra está sobre água), levando sem dúvida a esta concepção por ver que o alimento de todas as coisas é o úmido, e que o próprio quente dele procede e dele vive (ora aquilo de que as coisas vem e, para todos, o seu princípio. Por tal observar adotou esta concepção, e pelo fato de as sementes de todas as coisas terem a natureza úmida; e a água é o princípio da natureza para as coisas úmidas (…).”ARISTÓTELES. Metafísica, I, 3.983 b6 .

      Note a força das palavras atribuídas a Tales: a água, ou o úmido, é o princípio de todas as coisas. Você já parou para pensar qual é o princípio (arch) das coisas? Tal era a ambição de Tales: desvendar o segredo do mundo, o seu princípio. Há alguns motivos que levaram Tales a pensar que o princípio de todas as coisas fosse a água: a) na própria mitologia grega, há a idéia de que o rio Oceano estava envolta do mundo e o formou; b) a passagem da água de um estado a outro pôde fazer Tales pensar que ela está por trás de todas as coisas; c) segundo Simplício, Tales teria observado que os seres vivos são úmidos e, ao morrerem, secam; d) na sua viagem pelo Egito, Tales observou que, após a cheia, as plantas apareciam; e) restos de animais marinhos encontrados em regiões montanhosas da época, reforçaram a idéia em Tales de que, um dia, tudo era água.

    Certas ou erradas, as idéias de Tales expressavam um novo modo de explicar o mundo: a água como princípio de tudo funciona como um deus (qeoz – a palavra deus, na época de Tales, podia ser usada com um sentido não-religioso, significando uma espécie de princípio ativo presentes nas coisas), um princípio vital e que se movimenta, provocando mudança (kínesis) nas coisas. Assim, ao surgirem da água, as coisas não podem surgir do nada e nem retornar a ele, mas apenas da e para a água. A grande questão é resolver como que, a partir da água, todo o resto foi formado?

      Por isso, lembre-se, o pensamento de Tales é uma cosmologia, explicando o mundo racionalmente a partir das observações sobre ele.  Outros filósofos da mesma época explicavam o mundo da mesma forma, mas com outros elementos como princípio: Anaximandro de Mileto apostou no ilimitado, Anaxímenes de Mileto no ar, Pitágoras de Samos o número… Enfim, seria interessante você fazer uma pesquisa e verificar como os primeiros filósofos, também chamados de pré-socráticos e de filósofos da natureza, explicavam o mundo. Além dos nomes já citados, procure por Heráclito de Éfeso, Parmênides de Eléia, Zenão de Eléia, Empédocles de Agrigento, Anaxágoras de Clazómena, Demócrito.

Encontre o nome dos primeiros filósofos citados no final do texto sobre Os primeiros filósofos.

Fonte: Consciência.org

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jun
8
Dinâmica de grupo: filosofia antiga

Que tal filosofar na quadra de esportes da escola? Com a sala dividida em dois grupos, deixe uma bola no centro da quadra e cada um dos grupos nas linhas que demarcam o fundo da mesma, quando o professou fizer uma das perguntas abaixo e gritar “já”, corra até a bola e tente tocá-la com o pé antes de seu colega e responda “falso” ou “verdadeiro” à pergunta feita. Acertando, sua equipe pontua; errando, a outra equipe pontua.

( ) A palavra Filosofia significa amor à sabedoria.
( ) A Filosofia teve origem no ano 600 d.C.
( ) Foi na Grécia que a Filosofia nasceu.
( ) Filosofia e mito são as mesmas coisas.
( ) Perseu é um mito que narra a tentativa do homem em mudar o seu destino.
( ) O mito de Perseu não aponta porque existem muitas serpentes na Líbia.
( ) Aracne conseguiu escapar da deusa Atena e não foi punida.
( ) Cosmogonia e cosmologia são as mesmas coisas.
( ) Explicação sobre a origem do mundo pela relação ente os deuses significa cosmogonia.
( ) Explicação racional sobre a origem do mundo significa cosmologia.
( ) As navegações em nada contribuíram para a origem da Filosofia.
( ) A moeda não contribuiu para a origem da Filosofia, apenas o calendário.
( ) A escrita contribuiu para aumentar a capacidade de abstração do homem antigo.
( ) A política é a principal causa para a origem da Filosofia na Grécia.
( ) A Filosofia nasce no campo e não da polis.
( ) Um universo espiritual novo na polis foi fundamental para a origem da Filosofia.
( ) Para Aristóteles, o que leva uma pessoa a filosofar é a admiração.
( ) Para Aristóteles, quem está acostumado demais com o mundo também filosofa.
( ) Para Aristóteles, filosofar não é reconhecer-se um ignorante.
( ) O primeiro filósofo da história foi Tales de Mileto.
( ) Buscar o princípio de todas as coisas é filosofar.
( ) Para Tales, o princípio de todas as coisas é o ar.
( ) Uma das coisas que ajudaram Tales a pensar que a água era a origem de todas as coisas foram as cheias do rio Nilo.
( ) O pensamento de Tales é uma cosmologia.
( ) Fragmentos da obra de Tales resistiram ao tempo e, até hoje, podemos lê-los.

Fonte: Consciência.org

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mai
9
As crianças são os verdadeiros filósofos

Por Francisco Renaldo da Costa

Para falar a verdade, são as crianças os verdadeiros filósofos! Com elas aprendemos que perguntar é importante, a capacidade de duvidar… admirar-se e espantar-se com o mundo que nos cercam são elementos fundamentais para entrarmos no mundo da filosofia, diga-se, pensamento crítico! É uma pena mas com o tempo vamos nos acostumando com este mundo e as respostas ganham sua importância, isto quando não “matamos” a filosofia que está em nossas crianças(e em nós mesmos)! Sejamos sinceros, para muitos é  mais cômodo permanecer em nosso mundinho, perfeito” e “organizado”. Ensinaram para nós que a acomodação é essencial para vivermos bem!!

“Segundo os filósofos Platão e Aristóteles, a admiração é o princípio da filosofia. Para os filósofos antigos e também para os modernos como Descartes, a admiração está na raiz da dúvida, da interrogação e da investigação, portanto, no início do filosofar. É próprio do pensar infantil a imensa capacidade de admirar o mundo, no processo de construção de significados e valores. O adulto já tem suas certezas e seus valores e está em meio a tantas preocupações cotidianas, a tantos desencantamentos, que perde a capacidade de admirar-se perante a existência.”

Os desenhos animados também nos ensinam muito sobre a principal característica da filosofia: o saber pensar… duvidar… questionar! Vejamos alguns exemplos:

 
Ni Hao, Kai-lan

“Pense pra valer para entender o porque!”

Pink Dink Doo

“Se tenho um problema e não sei o que fazer, eu penso, penso, penso e penso até eu resolver”.

Castelo Ra-tim-bum

Zezinho: “Por que sim, não é resposta”

E você? Conhece algum desenho animado da sua infância ou atual que possa nos ajudar a entender melhor a filosofia?

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abr
12
Atividade 1: Filosofia para Crianças

“A Filosofia seria antes de tudo ensinar a perguntar o porquê. O início do conhecimento é o perguntar”

Capítulo I : _______________________________________

 - Oi, Rô! Sua mãe disse que estava no quarto.

 - Oi, Pat! – Mas o que está fazendo? “Viajando na maionese”?

 - Estou pensando.

- Pensando? “Abilolou”de vez?

- Ora, Pat, a gente tem que pensar, né?

- Pensar em quê?

 - Na vida, ora! Se eu não penso, vão pensar por mim e vão governar-me. Eu não quero isto! Quero ser dono de mim mesmo…

- Mas, para isto, é preciso pensar?

 - Claro, Pat! Tenho que encontrar as minhas verdades.

- E quais são? – Sei lá! Por isso, estou pensando.

 - Explique-me direito!

- Pat, as pessoas mais velhas pensam por nós. Enchem as nossas cabeças com um tanto de idéias sobre tudo. “isto é certo”, “isto é errado”, “isto é bom”, “isto é mau”, “o mundo é assim”, “Deus quer” e por ai vão… Bem, eu quero saber o que eu “penso sobre a vida”. O que é bom ou mau, certo ou errado. “Eu quero encontrar “o meu caminho”.

- Cara, a gente é manipulada e nem se dá conta. Você já parou pra pensar, por exemplo, em quantas mensagens a televisão nos passa e nem nos apercebemos? Já reparou que nós, vestimo-nos quase que da mesma maneira, falamos as mesmas gírias e fazemos as mesmas coisas? Se alguém sai fora do esquema dizemos que “pagou um mico”. Pô, cara, estou cansado!

- Será, Rô, que você não está querendo virar um “mauricinho”?

 - Não é isto: eu quero ser eu mesmo e não um arremedo dos outros. Para isso preciso pensar e muito.

 - Isto não é “filosofar”?

 - Bem, se for, acho que todos nós estamos precisando de filosofia.

- Vou para casa pensar em tudo que você me falou. Depois te encontro e discutimos, tá? Tchau!

 - Tchau, Pat!

 DIÁLOGO FILOSÓFOCO

- Que título poderíamos dar para essa história? Por que?

 - O que você pensa das idéias de Rogério?

 - O que entende por “filosofar”?

- Para você é importante filosofar?

- Será que somos, realmente influenciados pelo que os outros pensam? – E a televisão, como você acredita que ela exerce influência sobre nós?

Fonte: Do livro Filosofia para Crianças e Adolescentes. Autora: Maria Luis S. Teles.  Ed Vozes

(para quem interessa-se pelo tema, o livro ajuda bastante!)

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abr
11
Carta para as crianças brasileiras: Para Começar a Filosofar

 

 Você já se perguntou de onde o veio o mundo? Se uma máquina poderia pensar? Se outras pessoas poderiam realmente ser robôs sem mentes? Se Deus existe? Se a viagem no tempo faz sentido?

Então, você já começou a fazer questões filosóficas.

Os filósofos tentam responder essas questões, é certo. Mas, é claro, eles não exatamente criam respostas que, de qualquer modo, teriam de ser como são. Afinal, eu poderia dizer que o universo foi criado por uma enorme banana amarela chamada “Duffy”. Mas quem acreditará nisso? Ninguém. E, também, seria bem certo assim agir. Como filósofos, estamos interessados no que é verdadeiro. E assim estamos interessados em alcançar muito boas razões para sustentar nossas respostas como verdadeiras.

Este o “jogo” da filosofia: tentar responder uma dessas grandes e assombrosas questões da melhor forma que pudermos, usando nosso poder de razão.

Filósofos pensam como detetives. Estou certo de que você ouviu falar de Sherlock Holmes, o detetive famoso, seu ajudante Dr. Watson. Sherlock Holmes resolvia mistérios como o caso do Cão de Baskervilles usando os poderes de sua razão. Holmes ponderou cuidadosamente as evidências e examinou os argumentos até que ele, finalmente, calculou os que eram verdadeiros. Também, isto é o que os filósofos tentam fazer. A diferença é que os mistérios que nós filósofos enfrentamos não são a respeito de crimes. Eles são absolutamente os maiores mistérios que há.

O que particularmente interessa nesses mistérios é que eles não se parecem com o tipo de mistérios que a ciência poderia solucionar. Considere a questão “qual a origem do universo?”, por exemplo. Um cientista contará a você que o universo começou há 14 milhões de anos. Ele começou com uma explosão cataclísmica chamada de “O Big Bang”. Mas isso, realmente, soluciona o mistério? Pois então, agora, queremos saber: “e porque houve o Big Bang?” Porque um “bang”, uma explosão, em vez de … nenhuma explosão? Apenas empurramos o mistério um passo para trás. Pelo jeito, é trata-se da ciência de responder como surgiu tudo.

Ou considere questões morais: questões sobre o que deveríamos ou não deveríamos fazer. E certo matar outro ser humano? É errado permitir ação de programadores de bebês? Cientistas podem tornar possível a existência de programadores de bebês, é claro. Mas eles não conseguem nos dizer se deveríamos ou não fazer isso. Questões morais são tão importantes que a ciência não pode respondê-las. Elas também são questões filosóficas.

Assim, há várias questões profundas e especiais que são importantes e que a ciência realmente não pode ser útil para nós em relação a elas. São as questões que os filósofos enfrentam.

É claro, pode ser que alguns desses mistérios nunca possam ser solucionados (embora eu esteja bem certo de que alguns deles são possíveis de serem solucionados). Mas mesmo se não podemos solucioná-los, ao menos poderíamos ser capazes de compreender porque algumas respostas não são válidas. Podemos, ainda, fazer progressos. De qualquer maneira, é divertido pensar sobre se nossos pais seriam robôs sem mentes, ou se a viagem no tempo é algo possível ou se Deus existe, mesmo se não podemos formular a resposta.

A filosofia é pensar sem rede de segurança. Mesmo tudo aquilo que normalmente tomamos por aceito, pode ser aberto para dúvidas. É claro, algumas pessoas ficam muito irritadas quando suas crenças cotidianas são questionadas. Elas começam a ter vertigens. Preferem ficar onde se sentem seguras. Mas se você é de certo modo como eu, você terá prazer em saborear o desafio de pensar filosoficamente.

A filosofia é, se você desejar, uma aventura do pensamento.

P.S.: Encontrei esse texto nos meus arquivos pessoais, porém não salvei  a fonte. Se conhecerem o autor  do texto , por favor, entre em contato, para eu ceder  os devidos créditos.

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