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As vantagens do estudo da lógica

 

Há duas vantagens principais conferidas pelo estudo da lógica. Primeiro, o indivíduo com conhecimento de lógica tem mais facilidade em organizar e apresentar suas ideias. Ele distingue entre o essencial e o não essencial, usando raciocínio claro e coerente para transmitir suas conclusões às outras pessoas. O uso da lógica na pesquisa facilita a fundamentação nas conclusões das investigações, nos dados obtidos, aumentando-se assim tanto a inteligibili­dade do relatório quanto a credibilidade das conclusões. Além disso, a lógica ajuda o indivíduo a aprimorar seu raciocínio, ao refletir sobre suas ideias.

Segundo, a lógica facilita a análise das ideias apresentadas por outros. O não iniciado frequentemente se perde em argumentos complexos e, mesmo em casos mais simples, confunde as premissas e as conclusões, rejeitando ou aceitando argumentos através de reações não bem refletidas. Não questiona­mos a naturalidade nem a importância de reações emocionais em diversas situações, inclusive como elementos importantes na argumentação. Às vezes, os sentimentos, emoções e percepções subjetivas de indivíduos devem ocupar um lugar central na argumentação. Muitas vezes, porém, a maneira pela qual se resolve questões reflete uma influência excessiva e negativa do envolvimento psicológico do indivíduo, o que pode levar a posições irrefletidas e distorcidas.

O principiante de lógica frequentemente contesta ideias não fundamentais num argumento e questiona casos apresentados para servirem apenas como exemplos ilustrativos que poderiam ser perfeitamente substituídos por outros, sem afetar basicamente a estrutura do argumento. Como no jogo de xadrez, o iniciante não tem uma visão clara da estrutura do jogo e do significado dos movimentos do outro, atacaiïdo peças protegidas e deixando de enxergar os pontos fracos – fazendo o que o grão-mestre enxadrista Bobby Fischer cha­mava de “empurrar os toquinhos” -, o neófito em argumentação deixa de compreender a estrutura subjacente às afirmações dos argumentos, tratando cada afirmação como uma
ideia isolada.

O pensador com experiência em argumentação, entretanto, reduz as ideias ao seu essencial, sabendo que, muitas vezes, um discurso de meia hora pode ser resumido em 5 ou 6 frases que “captam” aquilo que o falante argu­mentou. Quem tem essa capacidade terá muito mais facilidade em debater as ideias apresentadas e, se discordar de algumas delas, saberá refutá-las ao invés de atacar cegamente o argumento todo de uma vez.

Fonte: Artigo do Livro Senso Crítico, do dia-adia às ciências humanas. David W   Carraher. Ed Cengage Learnin.

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nov
25
Teste de lógica: tente cercar o gato


Este teste recebi por e-mail, vale a pena repassá-lo!
Vá clicando nos círculos mais claros, eles ficarão mais escuros.
O objetivo é cercar o gato; Não deixá-lo sair das bolinhas.
Para começar, clique no desenho acima.
Boa sorte mas muita percepção!

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mai
28
Jogos de Lógica – Salvo por uma vírgula

Material: Caneta e papel.

Dificuldade: Difícil.

Objetivos:

• Conhecer nosso idioma.

• Melhorar a capacidade de observação.

• Desenvolver a compreensão de leitura.

Desenvolvimento: Dê três ou quatro minutos de tempo (de acordo com a idade) para tentar encontrar a solução. Deve-se dar duas soluções: uma escrevendo o telegrama tal como foi recebido, com sua vírgula correspondente, e a outra escrevendo o mesmo telegrama, mas com a vírgula em outro lugar.

 A um condenado à prisão perpétua foi enviado o seguinte telegrama, infor­mando sobre a pena.

O telegrama tinha 7 palavras fora de ordem e uma vírgula. E o ponto final, claro:

 ”SENTENÇA SEJA PERDÃO A CUMPRIDA QUE IMPOSSÍVEL”

 O condenado tinha que devolvê-lo ao Governador para que ele desse a ordem de execução da sentença. Percebeu, então, que mudando uma vírgula de lu­gar o sentido da frase lhe seria favorável e não contrário. O que dizia o telegrama e qual foi a mudança da tal vírgula? Primeiro, você deve ordenar as palavras do telegrama, colocando a vírgula em seu lugar. Depois, mudando a vírgula de lugar, mude o sentido do tal comunicado.

* E aí?  Vamos exercitar o cérebro?

Do Livro Jogos para Treinar o Cérebro. Ed. Madras. Autor: Jorge Batllori.

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