jun
18
Somos Professores… vendedores de sonhos

Somos professores? Muito mais!
Somos educadores? Mais ainda!
Somos vendedores de sonhos!
Vendemos sonhos para o abatido se animar,
Para o tímido ousar, para o ansioso se tranqüilizar,
Para o poeta se inspirar e para o pensador criticar e criar.
Sem sonhos, somos servos!
Sem sonhos, obedecemos a ordens!
Que vocês, alunos, sejam grandes sonhadores!
E, se sonharem, não tenham medo de tropeçar!
E, se tropeçarem, não tenham medo de chorar.
Levantem-se, pois não há caminhos sem acidentes.
Dêem sempre uma nova chance para si mesmos.
Pois a liberdade só é real se, após falharmos,
Existir o direito de recomeçar…

Do livro Filhos brilhantes, alunos fascinantes. Augusto Cury.

Popularity: 4% [?]


abr
30
Filosofia – Aula 1 Parte 1 – É o espanto!

Popularity: 3% [?]


abr
21
Dica de livro (apostila): Filosofia para adolescentes

Filosofia Para Adolescentes

Nota do autor (Prof. Antonio Jaques de Matos) : Na função de professor de adolescentes, procurei organizar um conjunto de aulas mais próximas da curiosidade deles e da necessidade que o professor tem de transmitir noções de filosofia, a partir de algumas experiências já vividas em sala de aula.

Popularity: 3% [?]


abr
15
Palestra Sobre Ética – Uma Proposta Pedagógica

 Por Breno de Magalhães Bastos

anelone-tree-hill1

Há um ano e meio, ministrei uma série de palestras numa escola pública de ensino médio no Rio de Janeiro, segundo o convite de sua direção. A proposta era ética e cidadania. Depois de muito pensar em como eu poderia fazer a discurssão e montar o plano de aula, o trabalho foi desenvolvido com sucesso.

Tomei por base o mito platônico Anel de Giges, encontrado no diálogo República. Trata-se de um mito pequeno, mas de fecunda reflexão sobre o bem e o mal. Sentamos em círculo, lemos e discutimos o texto com o auxílio de algumas perguntas para reflexão que havia preparado com antecedência.

Também executei o episódio 10 da quarta temporada do seriado One Tree Hill, que aqui no Brasil é chamado Lances da Vida. O episódio, em português, se chama Canções Para Amar e Morrer. Surpreendentemente, esse espisódio se adequa às propostas do Anel de Giges, conduzindo a reflexão para os motivos geradores da moralidade. Nesse sentido, também usei, como subsídio, a interpretação que Comte-Sponville faz do mito platônico no livro Viver, sempre articulando com o recurso áudio-visual do seriado.

Forneço os links para download do episódio de One Tree Hill, do Anel de Giges e o texto de Comte-Sponville:

One Tree Hill 04 X 10 – Canções Para Amar e Morrer

Mito do Anel de Giges

Anel de Giges: Interpretação de Comte-Sponville

Colaborador Breno de Magalhães Bastos

Portal Veritas

Popularity: 1% [?]


abr
11
É possível conceituarmos (dizer o que é) a liberdade?

liberdade_do_pensamento1

Comecemos por uma definição simples: é a capacidade para fazermos escolhas.
Escolhi estre trecho do livro Ética Para Um Jovem, de Fernando Savater, que poderá nos auxiliar no início da discussão.
“Liberdade é poder dizer «sim» ou «não»; faço-o ou não faço, digam o que disserem os meus chefes; isto convém-me e eu quero-o, aquilo não me convém e, portanto, não o quero. Liberdade é decidir (…).
E para não te deixares levar não tens outro remédio senão tentar pensar pelo menos duas vezes no que te dispões a fazer… Da primeira vez em que pensas no motivo da tua acção, a resposta à pergunta «porque faço isto?» (…) faço-o porque mo mandam fazer, porque é costume fazê-lo, porque me apetece. Mas se pensares uma segunda vez, a coisa já muda de figura. Faço isto porque mo mandam fazer, mas…porque obedeço eu ao que me mandam? Por medo do castigo? Por esperar uma recompensa?
E se me mandarem fazer coisas que não me parecem convenientes, como quando ordenaram ao comandante nazi que eliminasse os judeus no campo de concentração? Não poderá uma coisa ser «má» – quer dizer não me convir – por muito que me a mandem fazer, ou «boa» e conveniente mesmo que ninguém me mande que a faça?
(…) entre as ordens que nos são dadas, entre os costumes que nos rodeiam ou que nós criamos, entre os caprichos que nos assaltam, teremos aprender a escolher por nós próprios. Não podemos evitar, para sermos homens e não carneiros (peço desculpa aos carneiros), pensar duas vezes no que fazemos.”

Então vamos lá! O que é  a liberdade para vocês?  Como defini-la?

Popularity: unranked [?]


mar
14
Por que o Sapo não lava o Pé?

Os filósofos respondem…

sapo4

Olavo de Carvalho: O sapo não lava o pé. Não lava porque não quer. Ele mora lá na lagoa, não lava o pé porque não quer e ainda culpa o sistema, quando a culpa é da PREGUIÇA. Este tipo de atitude é que infesta o Brasil e o Mundo, um tipo de atitude oriundo de uma complexa conspiração moscovita contra a livre-iniciativa e os valores humanos da educação e da higiene!

Karl Marx: A lavagem do pé, enquanto atividade vital do anfíbio, encontra-se profundamente alterada no panorama capitalista. O sapo, obviamente um proletário, tendo que vender sua força de trabalho para um sistema de produção baseado na detenção da propriedade privada pelas classes dominantes, gasta em atividade produtiva alienada o tempo que deveria ter para si próprio. Em conseqüência, a miséria domina os campos, e o (leia mais…)

Popularity: 82% [?]


mar
10
A caixa de brinquedos

acaixadebrinquedos01B9R4CAV4U61PCA7CED9XCAIH792KCAD6N3VXCAYTNYXXCA12QA0WCABEWEYDCAN4ITVKCAJRXZ4CCATXUMCZCA8UD1NBCAKK5P63CAZ45X7FCAO0CFC1CAFBEH2ZCANP3FHOCAG113DICAKG4S3D

A idéia de que o corpo carrega duas caixas, uma caixa de ferramentas, na mão direita, e uma caixa de brinquedos, na mão esquerda, ela me apareceu enquanto me dedicava a mastigar, ruminar e digerir Santo Agostinho. Como vocês devem saber, eu leio antropofagicamente. Porque os livros são feitos com a carne e o sangue daqueles que os escrevem. Dos livros se pode dizer o que os sacerdotes dizem da eucaristia: “Isso é o meu corpo; isso é a minha carne”. Ele não disse como eu digo. O que digo é o que ele disse depois de passado pelos meus processos digestivos. A diferença é que ele disse na grave linguagem dos teólogos e filósofos. E eu digo a mesma coisa na leve linguagem dos bufões e do riso. Pois ele, resumindo o seu pensamento, disse que todas as coisas que existem se dividem em duas ordens distintas. A ordem do “uti” ( ele escrevia em Latim ) e a ordem do “frui”. “Uti” = o que é útil, utilizável, utensílio. Usar uma coisa é utilizá-la para se obter uma outra coisa. “Frui” = fruir, usufruir, desfrutar, amar uma coisa por causa dela mesma. A ordem do “uti” é o lugar do poder.Todos os utensílios, ferramentas, são inventados para aumentar o poder do corpo. A ordem do “frui”, ao contrário, é a ordem do amor – coisas que (leia mais…)

Popularity: 14% [?]


fev
20
Filosofia e Séries de TV

Professor de filosofia do que seria, na França, o ensino médio, Thibaut de Saint Maurice percebeu, numa tarde cinzenta de inverno, que as explicações sobre o “raciocínio experimental” eram incapazes de alterar, minimamente que fosse, o olhar de seus alunos. Estavam todos alheios ao que dizia. Foi então que, tal e qual reviravolta num roteiro, ele lembrou-se do doutor House, o médico que dá nome a uma das séries mais vistas no mundo.

“Ao escrever no quadro-negro, para ninguém, lembrei do House tentando explicar aos colegas, no hospital, a pertinência de suas hipóteses”, diz. “Perguntei aos alunos se conheciam o House. Até os que olhavam pela janela se voltaram para mim. Começamos a falar sobre a descoberta dos diagnósticos pelo personagem e, então, toda aquela história de ‘diálogo entre razão e experimento’ ganhou sentido.”

Nascia assim “Philosophie en Séries” (“Filosofia em Séries”), publicado na França, sem tradução no Brasil. Se são muitos os subprodutos que as séries procriam, poucos são os que se mostram tão inventivos e, digamos, filosóficos.

“A riqueza das séries é inexplorada”, diz o autor, em entrevista à Folha. “Todas juntas, são um formidável espelho da vida contemporânea e constituem um grande reservatório de experiências e de situações com as quais muita gente se identifica.” Por isso, sentado em frente à TV, Maurice resolveu filosofar e, de posse de um livro de Kant, acabou por pensar em Jack Bauer, “antikantiano” por excelência.

O autor está convicto de que séries como “Nip/Tuck”, “A Sete Palmos” e “Dexter”, diversão à parte, giram em torno de questionamentos sobre os valores sociais e a maneira de se ver o mundo. A obsessão estética, a morte e o senso de justiça numa sociedade que se sente refém da violência são, na visão de Maurice, o estofo desses programas.

Jack Bauer, por sua vez, seria o típico herói pós-moderno. “Seu heroísmo não repousa sobre uma virtude essencial, uma fé religiosa ou sobre valores universais. Seu heroísmo é o da eficácia. Sua moral é a utilitarista. A violência que ele pratica é vista como um preço a ser pago em nome da eficácia.”

Já House encarnaria a figura moderna de um Sócrates obcecado pela busca pela verdade. “O sucesso da figura de House é extremamente revelador de uma sociedade que não se importa mais com a verdade”, diz, dialético.

filosofia e sériesfilo e seéries 2

Fonte: Da Folha On Line -Ilustrada – 14/02/201007h47

Por  ANA PAULA SOUSA da Folha de S.Paulo

O Livro: PHILOSOPHIE EN SÉRIES
Autor: Thibaut de Saint Maurice
Editora: Ellipses (176 págs.; importado)
Quanto: 11,88 euros (cerca de R$ 30 mais taxas em www.amazon.fr)

Popularity: 8% [?]


fev
17
Habilidades e Competências em Filosofia

escola e filósofoa

Por Francisco Renaldo

A filosofia no Brasil segue alguns objetivos, juntamente com habilidades e competências específicas. Todo professor deveria organizar seu Plano de Ensino levando em consideração:

OBJETIVOS GERAIS

 De acordo com os PCNs e sujeito a mudança após a verificação do Projeto Político Pedagógico da Escola, são os seguintes objetivos gerais:

 * Preparar para o exercício consciente da cidadania.

 * Oferecer subsídios que possam favorecer uma formação humanística básica.

 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE FILOSOFIA CONFORME LDB ATUALIZADA E CONTEXTUALIZADA  NOS PCNS

 Representação e Comunicação

 Ler textos filosóficos de modo significativo.

Ler, de modo filosófico, textos de diferentes estruturas e registros.

Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo.

Debater, tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição face a argumentos mais conscientes.

 Investigação e Compreensão

 Articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas Ciências Naturais e Humanas, nas Artes e em outras produções culturais.

 Contextualização Sociocultural

 Contextualizar conhecimentos filosóficos, tanto no plano de sua origem específica, quanto em outros planos: o pessoal-biográfico; o entorno sócio-político, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico-tecnológica.

Algumas ESTRATÉGIAS :

Partir sempre de um texto e um contexto  significativo. Lembrando que o aprendizado de desenvolve de uma maneira mais eficaz quando está inserido no mundo real, da experiência pessoal e coletiva; provocar sempre o diálogo investigativo; teatro; música; contos; filme;  produção de texto; literatura brasileira e estrangeira; debates; dinâmicas; internet e recursos didáticos disponíveis na escola.

Popularity: 4% [?]


fev
15
Auguste Rodin nos dias atuais?!

o cliccador

 Crédito da Charge: Só Filosofia

Related Posts with Thumbnails

Popularity: 14% [?]