mai
9
As crianças são os verdadeiros filósofos

Por Francisco Renaldo da Costa

Para falar a verdade, são as crianças os verdadeiros filósofos! Com elas aprendemos que perguntar é importante, a capacidade de duvidar… admirar-se e espantar-se com o mundo que nos cercam são elementos fundamentais para entrarmos no mundo da filosofia, diga-se, pensamento crítico! É uma pena mas com o tempo vamos nos acostumando com este mundo e as respostas ganham sua importância, isto quando não “matamos” a filosofia que está em nossas crianças(e em nós mesmos)! Sejamos sinceros, para muitos é  mais cômodo permanecer em nosso mundinho, perfeito” e “organizado”. Ensinaram para nós que a acomodação é essencial para vivermos bem!!

“Segundo os filósofos Platão e Aristóteles, a admiração é o princípio da filosofia. Para os filósofos antigos e também para os modernos como Descartes, a admiração está na raiz da dúvida, da interrogação e da investigação, portanto, no início do filosofar. É próprio do pensar infantil a imensa capacidade de admirar o mundo, no processo de construção de significados e valores. O adulto já tem suas certezas e seus valores e está em meio a tantas preocupações cotidianas, a tantos desencantamentos, que perde a capacidade de admirar-se perante a existência.”

Os desenhos animados também nos ensinam muito sobre a principal característica da filosofia: o saber pensar… duvidar… questionar! Vejamos alguns exemplos:

 
Ni Hao, Kai-lan

“Pense pra valer para entender o porque!”

Pink Dink Doo

“Se tenho um problema e não sei o que fazer, eu penso, penso, penso e penso até eu resolver”.

Castelo Ra-tim-bum

Zezinho: “Por que sim, não é resposta”

E você? Conhece algum desenho animado da sua infância ou atual que possa nos ajudar a entender melhor a filosofia?

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abr
30
Filosofia com Filmes: Kirikú e a Feiticeira

    

    O filme Kirikú e a Feiticeira de produção Francesa, conta uma história de um Menino inteligente, guerreiro, que morava em uma aldeia indígena, em Senegal, África.

         O destaque do filme é de uma personagem heróica que nasceu para lutar contra uma feiticeira do mal. Com características adultas, manifestando inteligência, coragem, esperteza, sabedoria, pois é um menino, a Mãe compreensiva e sempre do seu lado, existia na aldeia um contador de histórias medroso, os moradores da aldeia zombavam de Kirikú e que depois reconheceram o seu valor. A mãe lhe falou de um sábio da montanha o seu avô que iria lhe dar conselhos, pois ele representava serenidade, é caridoso e nobre. A Rainha Karabá uma feiticeira poderosa, má e linda, vivia fora da aldeia e que sofria muito.

         Kirikú, apesar de pequeno procurou com todas as suas forças acabar com o mal, procurou de todo jeito salvar a aldeia da feiticeira do mal, usando a sua inteligência, descobre que a feiticeira tinha um problema e vivia em grande sofrimento, e indagava muito porque ela é malvada, pois o sábio lhe informou tudo sobre ela.

         Na aldeia as pessoas eram medrosas, inseguras, alimentavam falta de esperança, em Kirikú não havia medo e ele sempre salvando a aldeia dos perigos da feiticeira do mal. Com isto observamos que o mal sempre estará ao redor onde você vive, devemos perceber tudo que nos cerca e com sabedoria virá o livramento.

         Kirikú procurou de todas a s formas vencer o mal com o bem, mesmo sendo muito criticado pela aldeia, observa-se que os homens procuraram a defesa da aldeia e não conseguiram pois a violência gera a morte, Kiriku com a sua inteligência procurou transmitir a aldeia que não tivessem medo e que ele iria fazer de tudo para desfazer as maldades da feiticeira. Ele tão pequeno que era mais tinha um coração grande, tinha alta confiança, sempre de olho no futuro e com a verdade iria vencer.

          Kiriku, procurou estratégias e encontrou como vencer a feiticeira, orientado, aconselhado  pelo seu avo, na montanha, sobre o sofrimento de karaba e ele usando de esperteza conseguiu dobra-la, aliviando as dores dela, retirando o feitiço sendo libertada do mal. Resolvendo o problema da aldeia, através do feitiço quebrado ele cresceu e casou-se com  karaba,os homens foram libertos, a luz clareou a floresta, a aldeia, era celebrado vitórias em nome de kirikú era festejado era um herói, a sua mãe, avo, e  seu pai celebravam cantando a sua coragem, sabedoria do novo rei da aldeia e assim todos os que foram contra o pequeno Kiriku valorizavam agora as suas atitudes, kariba libertada e kiriku o grande.

         Na  vida passamos por tudo que houve na aldeia devemos construir uma vida saudável regida pelo amor, generosidade e tolerância , pois na vida real nem todos são bons e maus. A realidade Política de hoje demonstra atitudes incoerentes, exemplos ruins afetando só aqueles que se deixam levar; mais vamos mudar com as nossas atitudes, foi o que kiriku fez com as suas atitudes mudou a vida da aldeia, tanto política como religiosa e assim houve valorização da sua pessoa.. o filme tenha vários contextos filosóficos com bastantes perguntas, respostas, indagações, reflexões, kiriku perguntava muito a sua mãe e ao avô e ia amadurecendo no cotidiano o seu avô era um bom conselheiro, diferente do contador de historia que era submisso a feiticeira, pois não havia um conselheiro na aldeia porem não era sincero para as crianças.

          No filme aprendemos a agir no tempo certo, o amor que kiriku tinha pela aldeia, a mãe um grande exemplo de amor e paciência, o desejo de vencer a batalha contra o mal, mudanças de vidas e o conhecimento pratico na vida.

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abr
18
Sites de Filosofia – I

Estimados leitores e alunos de filosofia…

Na sociedade atual fica praticamente impossível pensar o processo educacional sem o auxílio da tecnologia e em particular, a internet. Fiz uma pesquisa minuciosa, a qual resultou na lista que segue abaixo.

São sites para principiantes, de fácil acesso e linguagem simples. Reconhecidamente, sites tradicionais. Numa próxima ocasião, publicarei alguns blogs que trabalham a filosofia, aliás, temos ótimas dicas! Muitos deles estão em  nossa lista de  Sites/Filosofia.

No mais que tenhamos um ótimo ano onde continuaremos nossa  busca apaixonada  pelo conhecimento. Afinal, “somos o que pensamos”.

Sistema de Busca em Filosofia

Filosofia Moderna:

http://www.geocities.com/cobra_pages/filmod.html

De Rubem Queiroz Cobra, um dos mais tradicionais sítios de filosofia em português na Internet. Possui vidas e obras bastante completas dos principais pensadores do período e resumos biográficos de personalidades importantes. Um equivalente em Filosofia Contemporânea está sendo desenvolvido

 Mundo dos Filósofos

http://www.mundodosfilosofos.com.br/

História da Filosofia, artigos, imagens, enquetes, mitologia …

 Crítica: Central de Filosofia e Cultura

http://critica.no.sapo.pt/

Página portuguesa coordenada por Desidério Murcho, tem um enfoque voltado para a filosofia analítica. Apresenta muitos textos e seções, como a publicação de trabalhos de pós-graduação, temas da filosofia, traduções, resenhas, links etc. Possui ainda seção de música e leitura e promove um grupo de debates via e-mail. Visual agradável e atualizações constantes.

 Só Filosofia

http://www.filosofia.com.br/index2.php

 Um site completo: biblioteca virtual de filosofia, enquetes, história da filosofia, rádio filosofia, dicas para sala de aula, história em quadrinhos, charges filosóficas,  frases, curiosidades de filosofia e muito mais.

  Filosofia e Idéias

http://www.reocities.com/athens/4539/

Site com visual atrativo e interativo, apresenta temas da filosofia de forma didática e simples.

 Filosofia Para Todos

http://www.filosofiaparatodos.com.br/

Contém várias seções, como de textos clássicos, artigos, eventos. Infelizmente não é mais atualizada e se encontra incompleta.

 Enciclopédia Simpózio –  

http://www.cfh.ufsc.br/~simpozio/Megahist-filos/ME-Hfil.html

História da Filosofia, pelo professor Evaldo Pauli, completa nos assuntos de que trata e muito bem organizada. Mais uma bela página do CFH da UFSC.

 Estudante de Filosofia.

http://www.estudantedefilosofia.hpg.com.br/

Várias informações sobre filosofia. Pena que seja necessário se cadastrar para acessar o conteúdo, e o site seja otimizado para Microsoft Internet Explorer.

 A Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro

http://bibvirt.futuro.usp.br/

Do Projeto Escola do Futuro da USP, conta em seu crescente acervo com vários clássicos da literatura portuguesa e brasileira. Em termos de filosofia, tem por exemplo, o livro O QUE É FILOSOFIA? , de Caio Prado Júnior, publicado pela coleção Primeiros Passos.

 Textos de Interesse Filosófico

http://cfh.ufsc.br/~wfil/textos.htm

Alguns textos clássicos e didáticos muito instrutivos, como “O que é filosofia e por que vale a pena estudá-la”, de Ewing, ou “O Valor da Filosofia”, de Bertrand Russel. Algumas cenas  de filmes  como MATRIX e A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS. Site do departamento de filosofia da UFSC.

 O Dialético – Thiago Maia

http://www.odialetico.hd1.com.br/index9.html

Vários artigos e textos de autores

 Pausa para a Filosofia

http://www.armazem.literario.nom.br/autoresarmazemliterario/eles/martinhocarloshost/filosofia/index.htm

Este site de Martinho Ross traz a edição on-line de vários livros, como o Convite a Filosofia, de Marilena Chaui.

 Consciência

http://www.consciencia.org/

“É um espaço virtual de estudo, pesquisa e ensino. Tradicional site de filosofia, ampliou o leque temático para abranger outras ciências humanas: História do Brasil, História Geral, Literatura, Antropologia, Sociologia, Linguística e áreas afins.” (do próprio site)

 

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abr
12
Atividade 1: Filosofia para Crianças

“A Filosofia seria antes de tudo ensinar a perguntar o porquê. O início do conhecimento é o perguntar”

Capítulo I : _______________________________________

 - Oi, Rô! Sua mãe disse que estava no quarto.

 - Oi, Pat! – Mas o que está fazendo? “Viajando na maionese”?

 - Estou pensando.

- Pensando? “Abilolou”de vez?

- Ora, Pat, a gente tem que pensar, né?

- Pensar em quê?

 - Na vida, ora! Se eu não penso, vão pensar por mim e vão governar-me. Eu não quero isto! Quero ser dono de mim mesmo…

- Mas, para isto, é preciso pensar?

 - Claro, Pat! Tenho que encontrar as minhas verdades.

- E quais são? – Sei lá! Por isso, estou pensando.

 - Explique-me direito!

- Pat, as pessoas mais velhas pensam por nós. Enchem as nossas cabeças com um tanto de idéias sobre tudo. “isto é certo”, “isto é errado”, “isto é bom”, “isto é mau”, “o mundo é assim”, “Deus quer” e por ai vão… Bem, eu quero saber o que eu “penso sobre a vida”. O que é bom ou mau, certo ou errado. “Eu quero encontrar “o meu caminho”.

- Cara, a gente é manipulada e nem se dá conta. Você já parou pra pensar, por exemplo, em quantas mensagens a televisão nos passa e nem nos apercebemos? Já reparou que nós, vestimo-nos quase que da mesma maneira, falamos as mesmas gírias e fazemos as mesmas coisas? Se alguém sai fora do esquema dizemos que “pagou um mico”. Pô, cara, estou cansado!

- Será, Rô, que você não está querendo virar um “mauricinho”?

 - Não é isto: eu quero ser eu mesmo e não um arremedo dos outros. Para isso preciso pensar e muito.

 - Isto não é “filosofar”?

 - Bem, se for, acho que todos nós estamos precisando de filosofia.

- Vou para casa pensar em tudo que você me falou. Depois te encontro e discutimos, tá? Tchau!

 - Tchau, Pat!

 DIÁLOGO FILOSÓFOCO

- Que título poderíamos dar para essa história? Por que?

 - O que você pensa das idéias de Rogério?

 - O que entende por “filosofar”?

- Para você é importante filosofar?

- Será que somos, realmente influenciados pelo que os outros pensam? – E a televisão, como você acredita que ela exerce influência sobre nós?

Fonte: Do livro Filosofia para Crianças e Adolescentes. Autora: Maria Luis S. Teles.  Ed Vozes

(para quem interessa-se pelo tema, o livro ajuda bastante!)

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abr
11
Carta para as crianças brasileiras: Para Começar a Filosofar

 

 Você já se perguntou de onde o veio o mundo? Se uma máquina poderia pensar? Se outras pessoas poderiam realmente ser robôs sem mentes? Se Deus existe? Se a viagem no tempo faz sentido?

Então, você já começou a fazer questões filosóficas.

Os filósofos tentam responder essas questões, é certo. Mas, é claro, eles não exatamente criam respostas que, de qualquer modo, teriam de ser como são. Afinal, eu poderia dizer que o universo foi criado por uma enorme banana amarela chamada “Duffy”. Mas quem acreditará nisso? Ninguém. E, também, seria bem certo assim agir. Como filósofos, estamos interessados no que é verdadeiro. E assim estamos interessados em alcançar muito boas razões para sustentar nossas respostas como verdadeiras.

Este o “jogo” da filosofia: tentar responder uma dessas grandes e assombrosas questões da melhor forma que pudermos, usando nosso poder de razão.

Filósofos pensam como detetives. Estou certo de que você ouviu falar de Sherlock Holmes, o detetive famoso, seu ajudante Dr. Watson. Sherlock Holmes resolvia mistérios como o caso do Cão de Baskervilles usando os poderes de sua razão. Holmes ponderou cuidadosamente as evidências e examinou os argumentos até que ele, finalmente, calculou os que eram verdadeiros. Também, isto é o que os filósofos tentam fazer. A diferença é que os mistérios que nós filósofos enfrentamos não são a respeito de crimes. Eles são absolutamente os maiores mistérios que há.

O que particularmente interessa nesses mistérios é que eles não se parecem com o tipo de mistérios que a ciência poderia solucionar. Considere a questão “qual a origem do universo?”, por exemplo. Um cientista contará a você que o universo começou há 14 milhões de anos. Ele começou com uma explosão cataclísmica chamada de “O Big Bang”. Mas isso, realmente, soluciona o mistério? Pois então, agora, queremos saber: “e porque houve o Big Bang?” Porque um “bang”, uma explosão, em vez de … nenhuma explosão? Apenas empurramos o mistério um passo para trás. Pelo jeito, é trata-se da ciência de responder como surgiu tudo.

Ou considere questões morais: questões sobre o que deveríamos ou não deveríamos fazer. E certo matar outro ser humano? É errado permitir ação de programadores de bebês? Cientistas podem tornar possível a existência de programadores de bebês, é claro. Mas eles não conseguem nos dizer se deveríamos ou não fazer isso. Questões morais são tão importantes que a ciência não pode respondê-las. Elas também são questões filosóficas.

Assim, há várias questões profundas e especiais que são importantes e que a ciência realmente não pode ser útil para nós em relação a elas. São as questões que os filósofos enfrentam.

É claro, pode ser que alguns desses mistérios nunca possam ser solucionados (embora eu esteja bem certo de que alguns deles são possíveis de serem solucionados). Mas mesmo se não podemos solucioná-los, ao menos poderíamos ser capazes de compreender porque algumas respostas não são válidas. Podemos, ainda, fazer progressos. De qualquer maneira, é divertido pensar sobre se nossos pais seriam robôs sem mentes, ou se a viagem no tempo é algo possível ou se Deus existe, mesmo se não podemos formular a resposta.

A filosofia é pensar sem rede de segurança. Mesmo tudo aquilo que normalmente tomamos por aceito, pode ser aberto para dúvidas. É claro, algumas pessoas ficam muito irritadas quando suas crenças cotidianas são questionadas. Elas começam a ter vertigens. Preferem ficar onde se sentem seguras. Mas se você é de certo modo como eu, você terá prazer em saborear o desafio de pensar filosoficamente.

A filosofia é, se você desejar, uma aventura do pensamento.

P.S.: Encontrei esse texto nos meus arquivos pessoais, porém não salvei  a fonte. Se conhecerem o autor  do texto , por favor, entre em contato, para eu ceder  os devidos créditos.

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mar
29
O Senso Comum e a Ciência – Parte I

Por Francisco Renaldo da Costa

Primeiramente ao invés de conceituarmos o  senso comum e a ciência, vamos a partir do texto e de uma reflexão pessoal acerca do mesmo, afirmar com toda clareza que  tanto um como o outro são necessidades de sobrevivência, ou melhor dizendo uma aprendizagem do viver bem, saber viver com dinamicidade num mundo que nos assusta a cada momento.O senso comum não é inferior à ciência, nem esta última está acima do senso comum.O que acontece é que ambos se interagem.E nós seres humanos, dotados de atitude ciêntifica e também de senso comum, a todo momento estamos imersos nesses dois mundos. A dona de casa possui vastos conhecimentos ciêntificos e por sua vez o cientista precisou de uma base para fazer ciência e, esta base foi o senso comum.O conclui-se é que entre existe uma relação dialética.

Quando chegamos a este mundo,  nos deparamos com  um mundo que nos foi dado.E o aceitamos. Façamos um pequena lista: o ar que repiramos, as cores, os animais, o nosso  corpo, a religião, a natureza, a terra, a lua, o sol, as estações do ano, a família(quem de nós quando crianças em pleno uso da razão    , perguntamo-nos se os nossos pais são verdadeiramente nossos pais?, as leis, a regras, a ética, etec.

O que acabamos de dizer é que somos jogados num mundo que nos foi dado e o que é mais importante, num mundo organizado, basta “olharmos” a nossa volta e dentro do nosso próprio corpo e veremos que existe uma perfeita organização.Tudo está em ordem

Sabemos que somos dotados de razão.Mas será que perguntamos para nós mesmos o que nos faz pensar?Se tudo está organizado, certinho como costumanos dizer, será que pensamos?Não. O que faz-nos pensar é a desordem. São os problemas( o espanto) que apresentam-nos a todo momento que incita-nos a pensar. Essa é a lei da natureza.Pensando, chegaremos novamente à ordem. Pensando solucionaremos os problemas.Neste sentido todo ser humano pensa. Tanto a pessoa mais simples como o  mais conceituado cientista. O pensar capacita-nos a adaptarmos no meio que vivemos. E se acontece alguma mudança no nosso habitat, estaremos nós nos adaptando ao novo habitat. E quando os problemas surgirem na nossa vida procuraremos resolvê-los segundo à nossa capacidade, conhecimento. Na verdade temos em nossa mente um modelo ideal para todo e qualquer tipo de problema-desordem. O real só existe  porque antes dele, houve um ideal(projeto) para ele tornar-se real. E tanto o cientista como o senso comum tem já formulados e idealizados a ordem. E o mecanismo, o caminho de atuação frente a esses fatos que induzem-nos a pensar, a reorganizar, é o mesmo. Pensa-se no projeto primário, no ideal. Ambos tem conceitos de como funcionam as coisas, os objetos, etc. E mais uma vez o cientista e o senso comum estão lado a lado.

Reflexão a partir do Livro Filosofia da Ciência/Rubem Alves

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mar
29
Atividade Sociologia – 3EM – Ensa

Quando vamos a um supermercado e compramos gêneros alimentícios, bebidas, calçados, material de limpeza, etc., estamos adquirindo bens. Da mesma forma, quando pagamos a passagem do ônibus ou uma consulta medica, estamos pagando um serviço.

Ao viverem em sociedade, as pessoas participam diretamente da produção, da distribuição e do consumo de bens e serviços, ou seja, participam da vida econômica da sociedade. Assim, o conjunto de indivíduos que participam da vida econômica de uma nação é o conjunto de indivíduos que participam da produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Ex: operários quando trabalham estão ajudando a produzir, quando, com o salário que recebem, compram algo, estão participando da distribuição, pois estão comprando bens e consumo. E quando consomem os bens e os serviços que adquiriram, estão participando da atividade econômica de consumo de bens e serviços.

O modo de produção é a maneira pela qual a sociedade produz seus bens e serviços, como os utiliza e os distribui. O modo de produção de uma sociedade é formado por suas forças produtivas e pelas relações de produção existentes nessa sociedade.
Modo de produção = forças produtivas + relações de produção
Portanto, o conceito de modo de produção resume claramente o fato de as relações de produção serem o centro organizador de todos os aspectos da sociedade.

Resumindo

Para produzir os bens de consumo e de serviço de que necessitamos, os homens estabelecem relações uns entre os outros. As relações que se estabelecem entre os homens na produção, na troca e na distribuição dos bens são as relações de produção.

Nos últimos anos temos visto uma revolução tecnológica crescente e que tem trazido novos direcionamentos econômicos, culturais, sociais e educacionais à sociedade. A acelerada transformação nos meios e nos modos de produção, causada pela revolução tecnológica focaliza uma nova era da humanidade onde as relações econômicas entre as pessoas e entre os países e a natureza do trabalho sofrem enormes transformações.

Fonte: Livro Introdução à Sociologia (Pério Santos de Oliveira – Ed Ática)

A imagem acima nos faz entender que no decorrer da históriaa forma que produzimos e consumimos muda. O ser humano muda, as relações sociais muda… Continue essa reflexão numa abordagem a partir da sociologia.

 

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mar
29
Atividade de Sociologia – 2EM (Ensa)
Violência Urbana
Por Gabriela Cabral
A violência urbana é o mal que assola as comunidades que vivem em centros urbanos. Abrange toda e qualquer ação que atinge as leis, a ordem pública e as pessoas. Muitas são as causas da violência, como: adolescentes desregrados e ilimitados pelos pais, crise familiar, reprovação escolar, desemprego, tráfico em geral, confronto entre gangs rivais, falta de influência política, machismo, discriminação em geral e tantos outros.
Apesar de todas as causas citadas acima, a mais importante delas é a má distribuição de renda que resulta na privação da educação e melhores condições de moradia. Todo esse círculo vicioso se origina a partir da falta de condições de uma vida digna que faz com que as pessoas percorram caminhos ilegais e criminosos.
Existem autoridades que acreditam na solução da violência por meio de reforço policial, equipamentos de segurança e na invasão de regiões onde o tráfico se localiza, porém tais situações somente geram maiores problemas, pois nessas situações pessoas inocentes que são vítimas dessa situação acabam sendo “confundidas” e condenadas a pagar por algo que não cometeu.
A violência urbana engloba uma série de violências como a doméstica, escolar, dentro das empresas, contra os idosos e crianças e tantos outros que existem e que geram esse emaranhado que se tem conhecimento. Inúmeras são as idéias e os projetos feitos para erradicar a violência urbana, porém cabe a cada cidadão a tarefa de se auto-analisar para que a minúscula violência que se tem feito seja eliminada a fim de que grandes violências sejam suprimidas pela raiz.
Fonte: Alunos OnLine,  acesso 29/03/2011
Como compreender a violência a partir da socologia? Por muito tempo associou-se a violência a uma determinada classe social? Por que?

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mar
29
Atividade 2EM(Ensa) – A Ética no dia-a-dia

O que é ética? Para o senso comum a ética dilui-se na moral. Para nós que nos debruçamos no mundo da filosofia vamos aprendendo que a ética está no campo da reflexão das ações, a moral na âmbito da prática de nossas ações. Sem a ética a moral fica caduca, envelhecida; uma das atribuições da ética é atualizar a moral. A ética traz consigo tendência à universalidade; válida para todos; a moral é cultural, faz parte da cultura, do modo de vida de um povo. Isso talvez explique os conflitos de gerações, pai e filho por exemplo.

Instigante percebermos que “a       ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são        fáceis de explicar, quando alguém pergunta”.(VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 7a edição        Ed.Brasiliense, 1993, p.7).  O importante é não cairmos na banalização do conceito.

Mas… o que é ser ético?? Como entendermos a ética a partir do cotidiano?

 

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mar
24
Paródia de Filosofia – aprender cantando

  A filosofia precisa partir da realidade. Sem deixar de lado a história da filosofia, teorias e temas –  ela deve fazer parte do cotidiano. Ensinar filosofia utilizando apenas métodos tradicionais é um caminho árduo e com facilidade  o professor acaba dando aula para si mesmo.

Os recursos são diversos, inúmeros os meios de aprendizagem… o que vale é a criatividade do professor.

Um recurso interessante é a paródia; aprender cantando… quando o lúdico faz parte do aprendizado a educação torna-se arte!

Com a devida autorização do professor Ricardo José Mezzomo de Blumenau – SC, deixo um exemplo de como a filosofia pode tornar-se encantadora! Obrigado professor! E a vocês meus alunos e seguidores do Filosofia e Vida … boa diversão!

Pense, tente…!!

(Prof. Ricardo José Mezzomo. Paródia: Sociedade Alternativa – Raul Seixas)

*Pense, tente, faça sempre algo diferente.

*Se eu quero refletir (dialogar)

eu terei que saber ouvir (pensar).

De nada adianta querer ter razão,

pois a verdade está em qualquer mão.

Então vá…

Faça o que tu queres, mas respeite a lei.

*Pense, tente, faça sempre algo diferente.

Mas se não querem

deixar-me pensar,

Então eu vou me libertar.

Sem marasmo e gritar.

Então vá…

Pense o que tu queres infringindo a lei.

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mar
17
Dinâmica: amizade

 

Aprender com dinâmicas é sempre um ótimo recurso. Selecionei da revista Mundo Jovem algumas dicas de dinâmicas! No mais é com vocês!

 Procuram-se amigos

Para ter amigos é preciso…

Melhorando a comunicação

Poema do Amigo Aprendiz

 Amigo é o que guia e desafia

Fonte: MundoJovem.Com,  Ascesso em 17/03/11

 

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mar
10
O que é a liberdade?

O tema da liberdade está  presente na vida das pessoas, seja na forma de ideia… possibilidade… busca… objetivo… sonhos… ou necessidade!

Fica um questionamento: será que todos a percebem do mesmo jeito?

Para o filósofo inglês  Thomas Hobbes(sec XVII), a liberdade não está no querer, mas sim no fazer. O que isso significa?

O querer é o natural, instinto… onde não somos livres: ninguém é livre para não sentir fome. Já o fazer é o reino das possibilidades… escolhas: mesmo sentindo fome posso escolher não comer naquele momento. É claro que todo esse processo para ele se dá pela consciência de seus atos, somente dessas formas as pessoas são livres.

Liberdade de ser diferente, liberdade de ser nós mesmos…  

A verdade é que todos buscamos a liberdade de alguma forma, queremos ser livres. Seria mais justo falarmos de liberdadeS, em vez de liberdade! Visto que que ela pode ser compreendida e vivenciada em todos os setores de nossa existência!

Então vamos fazer uma paródia com o tema liberdade, levando em conta o conteúdo estudado em sala de aula?

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