mai
5
Aula de Empreendedorismo: Escolha Profissional

Por Francisco Renaldo Costa (Professor de Empreendedorismo e Filosofia)

Escolha profissional é como uma montanha-russa! É preciso ter muita coragem.

A vida é uma viagem e está  reservada para aqueles que possuem um ato de coragem! Este foi o tema de uma de nossas últimas aulas de empreendedorismo no 3º EM.

Se no primeiro bimestre o  assunto principal foi linguagem corporal, atitudes sociais e polidas e criatividade; neste segundo, o tema central é Escolha Profissional.

Com um vídeo que transmitiu a mensagem  de Walt Disney, aprendemos a importância dos sonhos em nossa vida e, sobretudo atitude para colocá-lo em prática.

Escolhendo, sendo corajosos em algumas situações, assim vamos vivendo. O importante é não parar e ousar: embarcar nesta viagem.

Para finalizar nossa reflexão utilizamos a dinâmica da Montanha-Russa! É um ótimo vitalizador para sala de aula!

Todos entraram na Montanha Russa do Terceirão! Ninguém ficou de fora!

E você? Vamos embarcar nesta montanha russa chamada escolha profissional?

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abr
14
Aprender com Mapa Mental: escola e empresa

Por Francisco Renaldo Costa

Quando o assunto é ferramenta de aprendizagem, todas são válidas. Quanto mais opções, melhor podemos escolher um método que se identifique com nosso jeitão de aprender melhor.

Desde que entramos na escola, nos é passado basicamente uma forma de estudar: o famoso resumo. Esse método  é ótimo para aqueles que possuem a inteligência linguística desenvolvida, os demais, encontram dificuldades.

Uma informação importante é que  nosso cérebro no processo de aprendizado, ele não guarda palavras, estas, ele as transforma em imagens. Nesse quesito o mapa mental auxilia bastante, pois o mesmo trabalha com imagens, cores, sinais, palavras-chave.

Todo mapa mental segue um estrutura padrão: ideia central, ideias principais e argumentos que sustentam essas ideias principais.  Informações estas todas inseridas  a partir de palavras-chave.

Além da sala de aula, uma aplicação eficaz para o mapa mental é a resolução de problemas dentro do ambiente corporativo.

Clic na Imagem para ampliar!

De que se trata

O mapa mental é um método de gerar e aglutinar ideias e informações que é:

• rápido de fazer e usar;

• não linear;

• tanto verbal quanto ilustrado;

• mais interessante e colorido que o texto sozinho;

• concentrado nas relações entre as ideias. Portanto, o mapa mental pode aumentar a criatividade e a energia ao atrair e envolver as pessoas que raciocinam melhor por imagens, oferecendo um método rápido e agradável de geração e assimilação de ideias que pode aumentar o entusiasmo das pessoas envolvidas.

Como proceder

1. Identificar o assunto a ser discutido.

2. Escrever o nome do assunto no meio de um quadro ou folha de papel grande.

3. Fazer um brainstorming com os principais elementos ou atributos do assunto. Ir acrescentando-os ao mapa mental como ramificações principais.

4. Para cada ramificação, fazer um brainstorming sobre suas partes componentes e acrescentá-las nas respectivas ramificações.

5. Sempre que possível, utilizar figuras, símbolos ou gráficos em vez de palavras.

6. Usar cores diferentes para cada ramificação de modo que possam ser claramente diferenciadas.

7. Se for o caso, traçar a ligação entre as ramificações e seus desmembramentos (galhos).

8. Analisar seu mapa mental para que fique completo e claro.

9. Uma vez concluído, seu mapa pode ser usado para:

• armazenar informações/ideias para consulta futura;

• comunicar o resultado aos outros;

• provocar o debate sobre questões e relações entre os elementos;

• desenvolver planos de ação lineares, isto é, ordem de prioridades, escalas de tempo e assim por diante.

Exemplo


 

 

Para que serve

O mapa mental é uma maneira divertida de envolver as pessoas na geração de ideias, captando pensamentos e demonstrando as relações e conexões entre eles; essa atividade agrada tanto às pessoas que raciocinam por imagens como às que se sentem mais à vontade com as palavras, evitando a armadilha de entrar logo num processo de pensamento linear.

Fonte: Mapas Mentais (http://www.mapasmentais.com.br/), acesso em 14 de abril de 2012.

Fonte: SMITH, Steve. Resolva o Problema. 2 ed.  São Paulo: Clio Editora,  2002. 82-83 p.

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mar
29
Gestão de Pessoas – Nosso estilo Lippy e Hardy de ser

Por Francisco Renaldo da Costa

É incrível como gastamos tanto tempo reclamando. Tudo é motivo para perdemos a calma e aleatoriamente jogarmos nossos raios impetuosos, “estilo  Zeus de ser” , para quem quer se apresente diante de nossos olhos. A experiência comprova que nestes momentos somos impetuosos e diria até mesmo impiedosos. Capazes de destruir  o dia da pobre alma que deparou-se diante de nós, pelo menos assim pensamos.

“A vida é como um eco. Se não estamos contentes com que estamos recebendo, devemos ficar atentos ao que estamos emitindo”. Li esta frase no livro O Sucesso não ocorre por acaso  ( Dr. Lair Ribeiro)  no ano de 2002 e desde esta data trago sempre comigo, é o meu mantra preferido. São daquelas frases que devem ser repetidas cotidianamente para que tornem verdade e assim colocada em prática.

Sou professor de Filosofia, alguns alunos questionam-me quanto a importância da disciplina. Sou enfático, filosofia, é daquelas disciplinas que em teoria é linda, decoramos e passamos para o próximo ano letivo, nota 10;  na vida, é esquecida, conseqüentemente, somos reprovados.

Com tanto tempo focado em nossas reclamações, não temos tempo para percebermos o que está acontecendo ao nosso lado. Você já parou para pensar que ninguém é feliz sozinho? Felicidade é construída na ponte do “eu ao nós”. Se ninguém é feliz sozinho, porque insistimos em afastar as pessoas de nós? Se não somos felizes sozinhos, porque o nosso pensar e agir é tão quadrado ao ponto de acreditar que a  felicidade será alcançada quando todos nos darem as mãos e saírem  em marcha com faixas e vozes enlouquecidas afirmando que a vida não presta e   todos que aproximam-se  são egoístas, pensam somente em si mesmas. Falta-nos acreditar mais nos ser humano.

Vale lembrar que um dos maiores desafios da vida moderna  é o autodomínio, gerenciar suas próprias emoções.

Daniel Goleman (psicólogo  e pesquisador americano) pesquisou centenas de pessoas e chegou à conclusão que a realização pessoal e sucesso profissional dependem de alguns fatores comportamentais/emocionais, que por sua vez, podem ser treinadas/desenvolvidas.

Segundo ele, o  QE (Quociente de inteligência emocional) é responsável por 80% do sucesso de uma pessoa, restando 20% para o QI (quociente de inteligência lógico-matemática).

Outra informação importante é  da consultora Waleska Farias-  80% das demissões no mundo corporativo são por causa do QE . (veja vídeo acesse aqui )

E você como está? Como no clássico desenho Lippy e Hardy? Afirma constantemente: “Ó céus, ó vida, ó azar!”  Se sim, que tal prestar mais atenção em si mesmo e desenvolver a sua inteligência emocional?

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mar
24
Atividade de Filosofia: WebQuest – Ética no dia a dia

Em primeiro lugar vamos entender o que é um  WebQuest. Basicamente é uma atividade didática que pode ser utilizada a partir do Ensino Fundamental até o Ensino Superior. No Brasil este recurso é utilizado mais no nível superior de ensino. Desenvolve o pensamento crítico, a cooperação, reflexão,  e estimulando a criatividade e espírito de  pesquisa. A WebQuest torna-se uma metodologia de pesquisa orientada  em quase sua totalidade pela web, o que a torna atraente.

“O que é WebQuest?

WebQuest é uma metodologia de pesquisa na Internet, voltada para o processo educacional, estimulando a pesquisa e o pensamento crítico. É um modelo extremamente simples e rico para dimensionar usos educacionais da Web, com fundamento em aprendizagem cooperativa e processos investigativos na construção do saber, engajando os alunos e os professores num uso da Internet voltado para o processo educacional, estimulando a pesquisa, o pensamento crítico, o desenvolvimento dos professores, a produção de materiais e o pensamento crítico e protagonismo juvenis.

Como iniciar uma WebQuest?

Navegar na Internet pode ser um valioso processo de busca de informações na construção do conhecimento, gerando um rico ambiente interativo facilitador e motivador de aprendizagem, bem como pode ser um dispersivo e inútil coletador de dados sem relevância que não agregam qualidade pedagógica ao uso da rede.
Uma WebQuest parte da definição de um tema e objetivos por parte do professor, uma pesquisa inicial oferecendo uma variedade de links selecionados acerca do assunto, para consulta orientada dos alunos. Estes devem ter uma tarefa, exeqüível e interessante, que norteie a pesquisa. Para o trabalho em grupos, os alunos devem assumir papéis diferentes, como o de especialistas, visando gerar trocas entre eles. Tanto o material inicial como os resultados devem ser publicados na Web, online.” (Blog Oficina de Projetos, acesso 23/03/12)

Então vamos trabalhar!!!  É só clicar na imagem abaixo e você será conduzido a WebQuest.

* Este webquest foi adaptado,  onde retiramos a atividade do seriado One Tree Hill, um abraço!

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fev
15
A era do Ser, Mito da Caverna e Educação EAD

Por Francisco Renaldo da Costa

Para começar…

Uma alegoria:  A Alegoria (Mito) da Caverna de Platão (Clic para ler!)

Penso que não dá mais para imaginarmos o ser humano como um predador, lutando sozinho… olhando apenas para si mesmo, com uma certa dose de egoísmo, temos a necessidade de re-pensarmos nossas atitudes. Ninguém é feliz sozinho… sucesso não ocorre por acaso, sempre trazemos alguém conosco. É como a carreira profissional, crescemos quando levamos em consideração o outro. Está na hora de re-educarmos nossas atitudes… educar para a sensibilidade. Uma educação que nos mostre que além de nós existe o outro com quem aprendemos a ser o que somos!

Lembremos que desde a década de 1990 a sociedade ficou conhecida como a Era da Informação, situação vivida até os dias atuais e, a principal característica dessa nova era são as mudanças, que se tornam rápidas, imprevistas, turbulentas e inesperadas (CHIAVENATO, 2004). Isto fica claro quando me dou conta que celular, hoje em dia, serve para tudo, até mesmo para efetuar e receber ligações. E que até alguns anos atrás, para escrever um texto, utilizava minha velha amiga máquina de escrever Olivett Tropical – que guardo como relíquia para meu filho conhecer – e hoje estou na sala com um computador portátil, pequenino, até parece mágica comparando com poucas décadas passadas.

 Preocupamo-nos com tudo que está ao nosso redor e, esquecemos de conhecer tudo o que está ao nosso redor. Nos dias atuais, temos informações que estão presentes em todo lugar, aliás, em excesso, e pouca formação. E no final das contas desejamos acompanhar a velocidade das mudanças, o que humanamente é impossível, ficar por dentro de tudo o que acontece é loucura intelectual, já que tudo é muito rápido. Temos a tendência de nos conectar com tudo e deixamos de lado o essencial: nós mesmos. Perdemo-nos naquilo que deveria ser uma ferramenta para nos tornarmos mais humanos e estreitar as distâncias e diferenças na sociedade.

O erro está na visão que temos de nós mesmos e da sociedade. Uma visão fragmentada da realidade, ainda tecnicista e pautada meramente no ter. É através desse paradigma que filtramos a realidade. Imagine uma empresa onde vigora o ter exclusivamente. Não existem colaboradores e sim funcionários e, os líderes são denominados chefes. Nesse conceito de empresa o trabalho é totalmente alienado. As equipes dão lugar a simplesmente grupos. A lei que vigora é a do mais forte, a ética cede vez ao individualismo. Tudo se torna provisório e imediatista.

 “As Tecnologias da Informação e o advento de acesso a Internet permitiu que o processo de ensino e aprendizagem não ficasse limitado apenas à sala de aula onde hoje com a utilização dos mecanismos tecnológicos disponíveis podemos estender a oportunidade de levar conhecimento a todos indiscriminadamente de local e horário.” Roberto Bittencourt  ( Blog Inteligence Artificial, acesso dia 20/11/11

Como afirmamos anteriormente,  Heráclito (filósofo pré-socrático aprox. 540 a.C. – 470 a.C.) “O homem não entra duas vezes no mesmo rio, da segunda vez á não é o mesmo homem e nem o mesmo rio” , na verdade “tudo flui”. Significa então que tudo é devir, movimento, mudança.

E nós… cidadãos do século XXI estamos preparados para estas mudanças?

Nesse processo de mudança que atinge o ser humano e todas as áreas de conhecimento, a educação não poderia ficar de lado. Esta, muda, já que o ser humano e suas relações mudam com o tempo. É bem verdade que a educação não mudou muito desde sua base tradicional jesuítica.

Pensar a educação na atualidade, significa compreendermos e trazermos para o processo de aprendizagem a tecnologia e internet.

O “mundo virtual” não é um mundo a parte como a maioria imagina. Lembrando a Alegoria da Caverna de Platão já citada, as sombras é um conhecimento que não parte da realidade. A EAD, ganha seu lugar fora da caverna, onde está presente a atitude crítica e a autonomia.

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fev
9
Dica de Filosofia: game de filosofia

A filosofia na sala de aula pode tornar-se uma brincadeira. Aliás, é no lúdico que aprendemos. Li certa vez, não me recordo a fonte que o processo de aprendizagem dividi-se: 10% ouvindo, 10% falando e 80% experiência. É assim com todas disciplinas e, consequentemente com a filosofia. Filosofia só se aprende quando está relacionada com a vida. E aqui o motivo da escolha: Blog Filosofia e Vida. Passar da teoria para a prática, este é o desafio.

Faz um tempinho que encontrei no site da revista Superinteressante uma iniciativa que ilustra o que falei até o momento. Eles produziram um Game de Filosofia, que recebeu o nome de Filosofighters.

“A ideia é simples: nove filósofos emblemáticos da história, como Karl Marx, Jean-Paul Sartre e Nicolau Maquiavel, duelam em uma luta que os idealizadores chamam de ‘batalha de ideias’. O mais legal do conteúdo é que cada personagem tem dois golpes especiais, que remetem aos conceitos trabalhados em seus estudos.

Friedrich Nietzsche, por exemplo, o famoso filósofo alemão que tratou de valores e moralidade em seus estudos sobre o ser humano, tem dois golpes especiais: ‘Deus está morto’ e ‘O Super-Homem’.

‘Deus está morto’ faz referência à fala de Nietzsche em ‘Assim Falou Zaratustra’. Para ele, a crença em Deus não tem sentido e que, sem religião, o homem pode conhecer o valor deste mundo e assumir sua própria liberdade.

Já em ‘O Super-Homem’, está ilustrado o conceito de ‘übermensch’: para o filósofo, seria aquele homem acima dos valores que regem a sociedade, acima ‘do bem e do mal’.

Se você já ama filosofia, corra e tente zerar o game! Se não gosta, corra também, porque é a sua chance de gostar e aprende muito”. (Guia do Estudante)

Para começar a jogar clic aqui

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jan
3
Teste de Temperamento, escolha sua futura profissão

Jovem ou adulto, quando pensamos em escolher a futura profissão, devemos entender que o primeiro passo é olhar para si mesmo. O primeiro passo é olhar para si mesmo. O caminho inverso é utilizado por muitos e grande é a possibilidade de possíveis desilusões.

Para o Guia das Profissões (edminuano.com.br  –   jan/2012) é por meio destes tipos de testes que descortinamos nossos interesses e aspirações, os valores éticos e morais que defendemos e o “mundo” em que preferimos viver, em termos concreto ou abstrato.

Testes de temperamentos vem afirmar uma das preocupações do mundo corporativo na atualidade: comportamento.

“Indicadores de temperamentos são, atualmente, as ferramentas mais utilizadas, em todo o mundo, para que as pessoas possam escolher as futuras profissões. Temperamento é aquilo que chamamos comumente de humor, gênio etc. Psicologicamente, temperamento é algo muito mais profundo do que imaginamos: é o alicerce principal da nossa personalidade. O temperamento inclui a forma favorita de perceber as coisas e de fazer escolhas e, também, de nos relacionarmos com outras pessoas. Temperamentos estão na base dos nossos interesses e aspirações, dos valores que defendemos e da nossa visão de mundo.

As modernas teorias sobre temperamentos surgiram após os estudos do psicólogo suíço Carl Gustav Jung e do lançamento de sua obra “Tipos Psicológicos” (1920). Na década de 1980, as teorias sobre os processos mentais de percepção e de análise e tomada de decisão, que formam a base da Teoria dos Temperamentos, avançaram espetacularmente, graças às contribuições da Neurociência.

Nas últimas duas décadas, neurocientistas norte-americanos revolucionaram o conhecimento sobre temperamentos e talentos (inteligências). Eles comprovaram que o lado superior esquerdo do cérebro é solucionador de problemas, técnico e detalhista, enquanto o inferior esquerdo é planejador, lógico, organizacional e administrativo. O lado superior direito é conceitualizador, sintetizador, imaginoso e holista, enquanto o inferior direito é falante, espiritual, emocional e interpessoal.

O desenvolvimento maior ou menor dessas “áreas” explica por que algumas pessoas são ótimas em ocupações que requerem organização, comando e pensamento estratégico (raciocínio lógico), enquanto outras se destacam pela inteligência emocional, ou pela musical, pela corporal e cinestésica etc.

Os indicadores de temperamento demoraram a ser introduzidos no Brasil. A pedagoga e pesquisadora brasileira Maria da Luz Nunes Preto Calegari criou, recentemente, o IBTA-A (Indicador Brasileiro de Temperamentos para Adolescentes e Adultos), cuja versão para adolescentes está disponível neste site desde 2008. Consta de 13 situações, que possibilitam descobrir a qual dos 4 temperamentos universais o internauta pertence, e quais são as áreas mais indicadas para desenvolver uma carreira bem sucedida.” (Fonte: CIEE , acesso 03/01/12)

Para fazer o teste ACESSE AQUI

 

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jan
2
Palestras para Empresas e Escolas

Leciono em dois colégios particulares, ambos situados em São Paulo

Colunista do  Jornal Gosto de Ler  do Portal Parnanet. Escrevo nas colunas Educação e Empresarial

Escrevo artigos para o site R.H.Com

Colaborador do Blog Banein – Ideias e Investimentos

Projeto de assessoria focado em Treinamento e Desenvolvimento - Empresas e Escolas

Palestras:

Liderança

Trabalho em Equipe

Motivação

Relações Humanas

Gestão de Conflitos

Comunicação

Acredito na aproximação entre filosofia e  empresas. Penso que a filosofia  é uma das ferramentas necessárias para tornarmos o mercado de trabalho mais competitivo. Quando o “pensar”  torna-se meta, horizontes surgem, e passamos a olhar para a organização e para nós mesmos com outros olhares, muda-se o paradigma e todos ganham!

Humanizar as Empresas. Precisamos falar mais de nossos sentimentos… sermos mais humanos, gente de verdade. Empresas… precisam humanizar… talentos são desperdiçados, colaboradores escondem-se atrás papéis que lhe dão segurança… a mudança acontece quando nos damos conta de quem somos, a mudança começa pela liderança. Líderes humanos, e…quipe mais humana. Passar da teoria para a prática esse é o desafio.

Penso que não dá mais para imaginarmos o ser  humano como um predador, lutando sozinho… olhando apenas para si mesmo, com uma certa dose de egoísmo, temos a necessidade de re-pensarmos nossas atitudes. Ninguém é feliz sozinho… sucesso não ocorre por acaso, sempre trazemos alguém conosco. É como a carreira profissional, crescemos quando levamos em consideração o outro. Está na hora de re-educarmos nossas atitudes… educar para a sensibilidade. Uma educação que nos mostre que além de nós existe o outro com quem aprendemos a ser o que somos!

 Entre em Contato!

 

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dez
9
Fábula para treinamento: Os Quatro Animais

Os bichos da floresta estavam em polvorosa, pois estava aparecendo, por aquelas bandas, terríveis caçadores, que matavam quem encontrasse pelo caminho.

Certo dia estavam reunidos, à margem do lago, um pássaro,  um peixe, um coelho e um pato, conversando sobre o que cada poderia fazer, caso algum caçador aparecesse.

Dizia o pássaro: “- Ah, se aparecer algum caçador, eu voando como um foguete. Com toda a minha força e habilidade, tem como ele me acertar, pois, ninguém consegue voar mais rápido que eu.”

O peixe olhou para o pássaro e comentou: “- Quanto a se esse tal caçador aparecer, eu mergulho no lago e nado como nunca. Com a minha destreza e velocidade, ninguém nada melhor  que eu.”

O coelho, por sua vez, ponderou: “- No meu caso, não tem o que pensar. Corro o mais veloz que puder. Com toda a elasticidade e leveza, vocês acham que alguém me alcançaria?”

O pato, demonstrando um certo ar de superioridade, deu| passo à frente e declarou:

Coitados de vocês, companheiros! Tão  limitados! Se aparecer algum caçador, eu não terei problema pois eu sei fazer tudo isso que vocês dizem que fazem: eu nado, corro  e vôo. No momento certo, utilizo qualquer uma dessas habilidades.”

De repente, surge um caçador e, mais que depressa, o voou, o coelho saiu em disparada e o peixe entrou no lado e bem fundo. O pato, porém, foi apanhado. Literalmente, “pagou o  pato”. Mesmo tendo todas as habilidades dos demais, não tinha desenvolvido nenhuma com excelência.

 Objetivo

Essa fábula é excelente para ser contada logo no início de algum treinamento, onde o propósito seja reciclagem, busca de aperfeiçoamento, melhoria de habilidades, além de ser bastante “coringa”, ou seja, aplicável em situações bem diversas.

Sugestão de Aplicação

Leve o grupo a refletir sobre suas principais habilidades. Como anda sua empregabilidade? Que competências foram adquiridas durante os últimos doze meses? Quando você se ausenta da empresa, em que sua falta é sentida?

Obviamente alguém sempre indagará sobre a necessidade de hoje – ser multifuncional, polivalente. A questão não é fazer bem apenas uma coisa (a era dos especialistas já passou). É necessário que se busque e desenvolva várias habilidades.

Aprendizado

Em que você é excelente?

Experimente fazer essa pergunta pra você. E, avaliando a sua resposta, busque o aperfeiçoamento.

O pato é medíocre nadador, voa com dificuldade e corre pior ainda. Fazer tudo e não ser excelente em nada, é suicídio profissional.

Como sugestão, ainda, aplique a dinâmica-vivência “Competências & Carências”, do livro “Jogos, Dinâmicas & Vivências Grupais”, página 190-Qualitymark Editora – Albigenor & Rose Militão.

Fonte: MILITÃO, ALBIGENOR. Histórias e Fábulas aplicadas a Treinamento. RJ.Ed Qualimark, 2007. p 28-29

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dez
2
A Filosofia e a Felicidade

Por Francisco Renaldo Costa

Desde o nascimento  da filosofia, o  pensamento ocidental têm se preocupado com a  origem da felicidade.

Um dos primeiros a fazer a pergunta “o que é felicidade?” foi Aristóteles, que, de uma maneira típica de filósofos, antes de fornecer uma resposta,  insistiu em fazer uma distinção entre duas perguntas. Sua primeira pergunta foi o que significava a palavra ‘felicidade’… sua origem é  grega:  eudaimonia. Sua segunda pergunta foi onde a felicidade pode ser  encontrada, ou seja, o que é que nos faz verdadeiramente felizes.
Para ele  era inútil tentar responder à segunda questão, sem ter questionado a primeira.

Segundo o filósofo  Epicuro um dos maiores prazeres da vida encontrava-se na amizade. Entende que bons amigos são relativamente fáceis de se  obter, e contribui para um fluxo quase infinito de prazer. Uma grande mansão cheia de luxos, mas vazia de amizade traria menos prazer do que uma pequena casa que é compartilhada com amigos de verdade. Ser feliz para  viver uma vida simples,  buscando experiências que proporcionem prazer (este entendido como ausência da dor e sem excessos , visando  a virtude como guia).

Recordo-me neste momento de Stephen R. Covey em Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, quando faz a distinção entre a Ética da Personalidade (pós Primeira Guerra Mundial), onde a visão básica do sucesso está na personalidade, ou seja, na imagem pública, nas atitudes e nos comportamentos, é uma ética da habilidade e das técnicas que lubrificam o processo de interação humana. Do outro lado Ética do Caráter (150 anos atrás), partindo do pressuposto  os princípios são básicos para uma vida proveitosa, o sucesso e a felicidade acontece quando o indivíduo integra-se a estes princípios.

A felicidade onde está? Ela está dentro (ética do caráter) e não fora (ética da personalidade) dos indivíduos. E desatentos somos … insistimos em fundamentar  a  existência nas aparências, levando-nos para as decepções e frustações. Ser feliz significa vivenciar o momento presente e ser capaz de projetar-se no futuro. Senão fizermos este exercício tudo ficará efêmero.

O que podemos afirmar depois destas considerações: SER FELIZ É SIMPLES,  nós homo sapiens, exageramos em nossa racionalidade, a confundimos com o puro exercício da razão, esquecemos que somos também homo demens (Edgar Morin). Vivemos no labirinto da razão e nos deparamos com o mundo ainda desconhecido dos afetos, da loucura e paixão pela vida, que para sorrir afasta-se da sapiência.

Todo problema está no equilíbrio sapiens e demens.  A verdadeira felicidade encontra-se no cotidiano, não acima da razão e distante da emoção. O equilíbio é a palavra chave para vivenciarmos a verdadeira felicidade.

Um filósofo que deixou muito claro esta relação foi Friedrich Wilhelm Nietzsche. Nele, encontramos o ideal de ser humano  entre Apolo (deus da beleza, harmonia, equiíbrio, ordem) e Dionísio (deus do vinho, alegria, paixão, caos). Somente Apolo correremos o risco de não sorrir para a vida. Apenas Dionísio viveremos o impulso desordenado.

A vocês queridos leitores, amigos, alunos… sejam felizes!!!!!!!!!!! Sempre!!!!!

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dez
2
As Crianças são os verdadeiros filósofos!

Por Francisco Renaldo da Costa

Para falar a verdade, são as crianças os verdadeiros filósofos! Com elas aprendemos que perguntar é importante, a capacidade de duvidar… admirar-se e espantar-se com o mundo que nos cercam são elementos fundamentais para entrarmos no mundo da filosofia, diga-se, pensamento crítico! É uma pena mas com o tempo vamos nos acostumando com este mundo e as respostas ganham sua importância, isto quando não “matamos” a filosofia que está em nossas crianças(e em nós mesmos)! Sejamos sinceros, para muitos é  mais cômodo permanecer em nosso mundinho, perfeito” e “organizado”. Ensinaram para nós que a acomodação é essencial para vivermos bem!!

 

 

 

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nov
8
Filosofia para Crianças: Valores e contravalores

Há valores situados fora do tempo e do espaço, como a paz, a justiça, a generosidade, o diálogo, a sinceridade, etc. Já nos diálogos de Platão vamos descobrir a discussão destes mesmos valores, o que vem corroborar a afirmação que principia este parágrafo.

Descobrir, incorporar e realizar estes valores positivos deve ser, pois, uma das tarefas básicas da filosofia para crianças e adolescentes.

Devemos começar pensando: “Quais os critérios para se viver em sociedade?”

Veremos que temos:

- o sentimento de crítica que nos permite analisar a realidade;

- o sentimento de alteridade que nos permite sair de nós mesmos para estabelecer relações com o outro;

- o conhecimento e o respeito pêlos direitos humanos, que nos traz harmonia;

- o compromisso pessoal e o espírito de responsabilidade para que os outros critérios não caiam no vazio.

O que é um valor?

Algo que estimamos, a convicção de que alguma coisa é boa ou ruim (contravalor). A organização destas convicções vai se fazer em nós, através dos valores dos pais, dos educadores, da religião e da so­ciedade, durante o nosso processo de desenvolvimento.

De onde vêm os valores?

 A filosofia vai contribuir para que estes valores já estabelecidos se­jam passados pelo crivo da razão e   ajuda-nos a definir, com clareza, os objetivos de vida e assumir, livremente, valores autênticos que evidentemente  ajudarão a aceitar e amar como é, facilitando uma relação equilibrada com o outro, com a vida e com o mundo.

Fonte: Do livro Filosofia para Crianças e Adolescentes.  Autora: Maria Luis S. Teles. Ed Vozes

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